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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

PROGRAMAÇÃO SETEMBRO VERDE NA MATILHA CULTURAL


PRIMEIRA SEMANA
aguarde programa das póximas semanas:
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TERÇA
DIA 01/09

COQUETEL DE ABERTURA DO SETEMBRO VERDE
das 17hs às 22hs (chegue cedo, evite a hora do rush)
Confirme sua presença: lista@matilhacultural.com.br

SALA DE CINEMA: 19hs e 21hs - sessões do lançamento brasileiro do filme “HOME - Nosso Planeta, Nossa Casa” em cinema.
ARENA: 20:30hs - Performance Eletrocooperativa: projeto “Escutai-nos”
GALERIA: Exposição de fotos que acompanham o filme Home + Des-Instalação entitulada ‘Voltar a vaca fria’ da artista plástica Claudia Rey.
(a exposição permanece para visitação por todo o mês de setembro).

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QUARTA
DIA 02/09

ARENA:
das 15hs as 17hs - “Boteco Talking”: Conversa Aberta com:
Iniciativas já confirmadas: Aprendiz, Dulcinéia Catadora, Mapa Xilográfico, Sementes da Paz
Frase Guia: “Não tome minha cordialidade por fraqueza” - Fela Kuti

das 18hs as 20hs - “Boteco Talking”: Conversa Aberta com:
Iniciativas já confirmadas: Eletrocooperativa, Polis, Turismo Consciente, Veddas
Frase Guia: “Que eu desorganizando posso me organizar, …” - Chico Science
(Nos horários livres: projeção de diversos documentários, curtas e reportagens.*)

SALA CINEMA:
18hs - Filme: Zeitgeist Adendum / 2008 / 123min
20hs - Mesa de Debate - Tema: Amazônia
com Jorge Bodanzky (Cineasta/Tv Navegar) & Eugênio Scannavino (Saúde e Alegria)
22hs - Filme apoio Caliban Filmes: Encontro Com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá / 2006 / 89min

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QUINTA
DIA 03/09

ARENA:
das 14hs as 18hs- WORKSHOP Ecosystem - com DJ G. brown de HIP HOP (NYC, USA)
Mash Up (Hip-Hop, Electro, House, B-More, Miami Bass, Reggae)

das 18hs as 20hs- “Boteco Talking”: Conversa Aberta com:
Iniciativas já confirmadas: EcoAr, Ecologia Urbana, Livro Livre, MetaRec, Veredas
Frase Guia: “Sabemos lidar com foguetes e sonhos mas ‘realidade’, o que isso significa?” - Curtis Mayfield
(Nos horários livres: projeção de diversos documentários, curtas e reportagens.*)

SALA CINEMA:
18hs - Filme: Surplus / dir: Erik Gandini / 2003 / 54min
20hs - Mesa de Debate - Tema: Re-ecologia Urbana
com Felipe Fonseca (MetaRec) & Maira Begalli (Veredas)
22hs - Filme: The Corporation / dir: Mark Achbar / 2004 / 145min

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SEXTA
DIA 04/09

ARENA:
das 14hs as 18hs - WORKSHOP Ecosystem - musical com SPLURT (Jamaica /Reggae/Eletronic)
www.myspace.com/splurt

das 18hs as 21hs - OPENSPACE (facilitadores: Maira Begalli e Pedro Markun)
(Nos horários livres: projeção de diversos documentários, curtas e reportagens.*)

SALA DE CINEMA:
18hs - Filme parceria Polis:
Pirajuçara - Bacia do concreto / dir: EduAbad e Marco Meirelles / 2009 / 28min
O Profeta das Águas / dir: Leopoldo Nunes / 2006 / 83min
20hs - Mesa de Debate - Tema: Água (Rios e Mares)
com Leandra Gonçalves (Greenpeace) & Vinícius Madazio (SOS Mata Atlântica)
22hs - Filme: O Pesadelo de Darwin / dir: Hubert Sauper / 2005 / 107min

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A MatilhaCultural não funcionará no sábado dia 05/09

* o material exibido em vídeo na Arena foram cedidos por:
Tv Navegar - Jorge Bodanzky // Garapa.org // Olldog Filmes // SOS Mata Atlântica // D-Fuse // Greenpeace // Eletrocooperativa // além de material das iniciativas envolvidas.

TODA A PROGRAMAÇÃO É GRATUITA

terça-feira, 25 de agosto de 2009

SETEMBRO VERDE NA MATILHA

A partir do dia 1º de setembro, o centro de São Paulo vai receber o Setembro Verde, uma série de eventos culturais sobre a questão socioambiental. Com duração de um mês, o Setembro Verde envolve a estréia do filme francês Home em telas paulistanas, apoio ao festival de música eletrônica Ecosystem e mostras de documentários, palestras e workshops gratuitos sobre música e meio ambiente.

O Setembro Verde é a primeira iniciativa socioambiental da Matilha Cultural, espaço independente inaugurado em maio que conta com uma sala de cinema (com um projetor digital e um 35 mm) de 68 lugares, arena para eventos, galeria de exposições e café. Cerca de 20 ONGs e coletivos sociais como Aprendiz, Veredas, Eletrocooperativa, Saúde e Alegria e Dulcinéia Catadora estão envolvidos nesse esforço de mobilização e conscientização.

Em parceria com o Consulado Francês, a pré-estréia do filme “Home” na sala de cinema da Matilha Cultural será no dia 01 de setembro. A partir do dia 08, serão realizadas sessões gratuitas do filme até o final do mês, com agenda especial para escolas e grupos organizados. O filme Home foi dirigido pelo francês Yann Arthus-Bertrand e produzido por Luc Besson. Foram dois anos de filmagens em 54 países que geraram mais de 500 horas de material bruto, filmado inteiramente do ar, do alto de helicópteros, de aviões e torres. Home é um projeto sem fins lucrativos que visa a conscientização sobre o estado ambiental do planeta. O filme estreou simultaneamente no último dia 5 de junho em 126 países, projetado em telas ao ar livre, cinemas, internet, televisão e DVD e essa será sua primeira exibição em cinemas paulistanos.

O Setembro Verde vai promover ainda performances e palestras de ONGs e movimentos sociais abertos ao público e com entrada gratuita. Na primeira semana, os temas das palestras serão Amazônia, Mudanças Climáticas, Oceanos e Mobilização em Rede. Serão realizados workshops com músicos particpantes do festival de música Eletrônica Ecosystem.

Esta é a quinta edição do Ecosystem, que começou em 2001 em Manaus e inovou ao incluir critérios ambientais na produção do evento. A festa do Ecosystem acontece no dia 06 de setembro na Casa das Caldeiras. Confira detalhes e line up do evento em www.ecosystemfestival.org.

“Poder exibir o filme Home, apoiar festivais musicais e promover estes debates e palestras para democratizar o conhecimento sobre a questão ambiental, além de servir como ponto de encontro para entidades e pessoas de todos os tipos e partes da cidade, são os nossos objetivos com o Setembro Verde. Queremos transformar este espaço em um centro de convergência de idéias e mostrar que é possível existir e trabalhar sincronizados com o planeta e de forma não-comercial”, disse Ricardo Costa, idealizador da Matilha Cultural.

Para colocar em prática este ideal, a Matilha Cultural está adotando uma série de critérios sócio-ambientais para selecionar fornecedores e parceiros, além de adotar medidas práticas para reduzir os impactos ambientais de sua operação. Está prevista a adoção de um plano de uso eficiente de eletricidade, política de lixo zero, utilização de materiais reciclados, recicláveis e biodegradáveis, promoção de alimentos orgânicos e de comércio justo e o incentivo ao uso de transportes públicos na região central, além da neutralização das emissões de gases estufa decorrentes da operação do espaço.


“Será um processo gradual de adequação com o objetivo de mostrar que é possível construir um centro de eventos sustentáveis no coração de São Paulo”, afirma Rebeca Lerer, diretora do espaço. “O espaço será locado para eventos privados e a renda dessa locação será revertida para financiar os projetos culturais e sócio-ambientais apoiados pela entidade”.

sábado, 22 de agosto de 2009

28/8 - FYADUB C/ RAS E ZULU @ IDCH

IDCH - RUA CLODOMIRO AMAZONAS, 660
10,00 COM NOME NA LISTA ENVIANDO E MAIL PARA FYADUB@YAHOO.COM.BR

DE MULHER PARA MULHER, POR UMA MULHER - UM BRINDE AS MULHERES POR JULIANA HUGHES

Abaixo um manifesto muito interessante por Juliana Hughes. Difícil fazer um comentário especifico, o texto fala por si só. Um brinde a todas as Rainhas!!!

De Mulher para Mulher Por uma Mulher
Um brinde as mulheres por Juliana Hughes

01 - Eu sou uma mulher acima da raça, cor ou credo. Todas as mulheres são irmãs. Nós somos as procriadoras deste universo, planeta Terra que é contra qualquer forma de intervenções deliberadas para a contracepção.O aborto é um pecado.

02 - Eu sou mãe,também mãe para os filhos de minhas irmãs ; as mesmas oportunidades que eu desejo para mim,eu lutarei para que os filhos de minhas irmãs as tenham também.

03 - Eu ajudarei minhas irmãs sem considerar raça ,cor ou credo, pois o mundo todo depende de todas nós para multiplicá-lo e preenchê-lo.

04 - Eu não devo encorajar qualquer sistema do mundo que tire de minhas irmãs o que possa beneficiar seu bem estar.

05 - Eu devo ser responsável por minhas ações em pensamentos,palavras e jeitos,pois eu tenho meu próprio cérebro e o poder da intuição para perceber e criar qualquer coisa tão bem quanto qualquer outro ser.

06 - Meu corpo é o Templo do Maior,do todo Poderoso Criador e Criadora e eu não o macularei sendo uma vendedora de sexo nas ruas ou de forma alguma tentar mudar atravéz de meios não naturais.Eu devo ser criativa ou economicamente viável pois esses são atributos de uma mulher virtuosa.

07 - Eu tenho direito de conhecer a vida verdadeiramente com direitos iguais e justiça,emocionalmente,espiritualmente,mentalmente e fisicamente;tal equilíbrio eu posso moldar em meu filho dentro do meu ventre,pois estes são os primeiros passos para a educação de meu filho durante toda a vida.

08 - A continuação da vida depende de mim,Mulher.Mães fortes criam filhos fortes,mães fracas fazem filhos fracos.A fraqueza das sociedades é quando os direitos da maternidade são respeitados e lhes é dada chance igual para contribuir com a vida.

09 - As mudanças do mundo dependem de mim Mulher ,pois sou eu a força e a coluna dorsal das nações.Dê- me a chance de usufruir da educação,econômicas e a oportunidade para usar minhas virtudes livremente.

10 - Nós Mulheres, exigimos participar 100% do poder social,econômico,político e educacional,pois o mundo depende no que transformamos nossos filhos ainda na gravidez.É errado separar mães e filhos ;nós mulheres temos o direito de pensar pelas nossas crianças até que eles possam fazer isto por eles próprios.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

FREE DOWNLOAD - MALLEM AKA DUB-4 - PLAY MR. MUSIC PLAY


Meus amigos, baixem essa mix, e baixem e escutem com atenção cada segundo de cada som. Da primeira a última música tudo é 101% do mais fino do fino. Não é uma mixtape repleta de dubplates, na verdade tem apenas um do Mikey Melody, mas é o melhor da mix.

O dj da foto é o Mallen aka Dub - 4 do projeto Cool & Deadly, bem interessante alias pelo que ouvi no myspace dos caras, tanto do coletivo quanto os selectas individualmente falando. Voltando a falar da mixtape, tem singles raros de White Mice, Michael Prophet, Junior Murvin, King Kong, Tony Tuff, Earl Cunningham e muitas outras coisas raras. Então, faz o download, põe no ipod, no mp3, leva no pendrive pra ouvir no carro que a mixtape é uma das que eu mais gostei nesse último mês. Para fazer o download da mixtape; clique aqui.

domingo, 2 de agosto de 2009

PAUL MACCARTNEY - CHECK MY MACHINE

Em 2009, um dos álbuns mais esperados foi o do Easy Star's Lonely Hearts Dub Band, com a versão do Sgt. Peppers Lonely Hearts dos Beatles. Bem esse post não é para comentar o disco feito pelos caras do selo Easy Star e sim para comentar um dub, ou uma produção com todos os elementos de um dub, produzido pelo beatle Paul Maccartney (o cara ao lado, com cara de bobo é ele!!!)

A história da música, é até legalzinha. Quando Paul acabou de comprar seu gravador novo e começou a cantarolar o "I Wan't check.. my machine".

Mas, as história mais legal é como isso chegou por aqui, uma música totalmente diferente do que os Beatles faziam, na verdade um "retalho" de estúdio, que acabou tocando exaustivamente nas festas de Samba Rock de São Paulo do final da década de 70. Mas agora falando especificamente da música é a estrutura da composição, por mais seja considerado um improviso em uma jam session. Até o Marcelo D2 utilizou a música no inicio de um dos seus clipes (sinto não saber o nome da música, mas também não vou procurar).

O baixo na frente junto com a bateria e um piano na marcação, mas não na mesma marcação compassada do reggae, isso somado com o delay com reverb na voz do Paul, ou seja, um dub. Mas é fácil, no final da década de 70 o dub já havia invadido praticamente todos os cantos de Londres na Inglaterra com a migração dos Jamaicanos e o sucesso que bandas e sound system's já estavam fazendo.

Aqui no Brasil, no final da década de 70 e inicio dos anos 80, essa vibe de som era tocada nas festas de Samba Rock, nos antigos bailes Blacks de São Paulo principalmente. Samba Rock sempre foi coisa de paulista, e é dificil comparar festas de Samba Rock de outros lugares, desculpem, mas a nossas aqui de SP são as melhores.

Eu particularmente conheci o reggae, nessas festas de Samba Rock, no principio quando me falavam do Bob Marley e do álbum de reggae mais vendido do mundo, o Legend eu torcia o nariz, era (e é) um tipo de som que não me agrada num todo, não tinha o swing e groove que sempre gostei de ouvir. Quando ouvia No Woman No Cry achava muito depre naquela época, e ainda considero depre. Marley tem outras música muito melhores do que as que estão naquele disco com certeza.

O primeiro disco que eu tive contato numa transição de Samba Rock para o reggae foi o disco SAMBAROCK - O Som Dos Blacks, o da capa ao lado. Tinha tudo o que eu já gostava, por ouvir nas festas do meus tios, primos e vizinhos como Jorge Ben, Bebeto, Marku e Oliveira e seus Black Boys junto com Upsetters, Dave and Ansil Collins e Jimmy Cliff. Além de tudo isso, tem o maestro Perez Prado, influenciado totalmente por Don D.

Bem, naquele tempo era bem diferente de hoje em dia, o som era muito mais sincero, as pessoas realmente gostavam daquilo que ouviam, não tinha modinha, ou melhor, até hoje não tem modinha porque o som está sendo tocado há 30 anos, sem perder a vibe, sem perder o foco e sem deixar a peteca cair.

Aproveitem essas dicas e curtam os abaixo. Paz a Todos!!!



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