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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

EXPOSIÇÃO GEJO – AG/DG

Mônica Filgueiras inaugura a exposição “AG/DG”, primeira individual do artista plástico e grafiteiro GEJO que, depois de 21 anos atuando nas ruas, foi convidado pela marchand para celebrar sua trajetória vitoriosa de arte e questionamento expondo cerca de 35 obras entre painéis, fotografias, anti toy art, mdf, esculturas e telas em sua galeria. A exposição é um reconhecimento do trabalho de GEJO e marca a entrada do artista no circuito cultural nacional e internacional. Abertura 27 de novembro.


Exposição GEJO – AG/DG
Curadora Mônica Filgueiras
Local Mônica Filgueiras Galeria de Arte – mofilgue@terra.com.br
Rua Bela Cintra, 1533 Tel (11) 3082-5295
Abertura 27 de novembro – sábado – das 12h às 16h
Período de 29 de novembro a 15 de janeiro de 2011
Horário2a a 6ª feira, das 10:30 às 19:30h.
Sábado, das 10:30 às 15h.
Nº de obras 35
Técnica Spray, Marker, Látex sobre mdf, Papel
Dimensão de 10x15cm. a 150x100 cm.
Preçode R$ 500,00 a R$ 5.000,00

Ass. Imprensa Balady Comunicação - Silvia Balady (9117.7324)/Camila Martins
Tel.: (11) 3814.3382 – contato@balady.com.br

É na Mônica Filgueiras Galeria de Arte que o artista plástico GEJO inaugura a exposição “AG / DG”, sua primeira individual em galeria que marca a comemoração dos seus 21 anos de atuação nas ruas como grafiteiro. A convite da marchand Mônica Filgueiras, sua trajetória vitoriosa de arte e questionamento será representada por cerca de 35 obras entre painéis, fotografias, ant toy art, mdf, esculturas e telas.

“Estou comemorando o que fiz, faço e farei”, revela o artista que, no mês de dezembro, segue para a Europa para consolidar a sua carreira internacional com exposições individuais na Itália e Irlanda. GEJO faz parte da primeira geração de grafiteiros que migram para as galerias de arte contemporânea.
Com um traço mais elaborado e seguro, decorrente de seu amadurecimento artístico, GEJO classifica sua obra como tendo um caráter estético social e popular, alimentado pela experiência que teve nas ruas. Vivência que também trouxe para o artista um lado humanista de ver a vida e a arte, valorizando as formas de manifestação coletiva. Tanto que é o responsável pela criação do Free Art Fest, em 2008, em que artistas nacionais e internacionais doam obras a GEJO e ele organiza uma exposição que no final distribui os trabalhos gratuitamente aos visitantes. O Free Art Fest faz parte de um movimento global de democratização da arte impulsionado pelo “It´s yours take it”.
“AG/DG” é um divisor de águas e marca uma segunda fase na vida do artista, que adapta a característica efêmera do grafite para o ambiente fechado - testando novos materiais e suportes, como MDF e o jornal prensado em chapas grossas para dar maior durabilidade às obras - e o confirma no panorama da arte contemporânea brasileira.

Neste momento GEJO também se descobre como um artista versátil, que além de intervencionista de variados suportes, encontra espaço e tempo de ser ora desenhista, ora escultor, ora gravador, ora estudioso das artes, mas sem perder a sua essência: a contestação.

Sua inspiração parte de acontecimentos cotidianos, como as conversas de ônibus, convivência com a família e com os amigos e dos meios de comunicação de massa que o cercam no dia a dia. A partir disto cria um universo artístico pautado pelo discurso crítico direcionado à sociedade e ao sistema estabelecido.
A exposição “AG/DG” apresenta uma série de trabalhos inéditos de 2010 que é uma prévia do que será feito por GEJO a partir de agora. Uma instalação em MDF questiona os monopólios, um anti toy art no formato de uma jibóia de cinco metros reflete a apropriação da arte de rua por pessoas que nunca atuaram na street art. Também será feito um recorte das obras mais importantes durante todo o percurso do artista, entre elas a série “photograffiti”, de 2007, em que faz intervenções gráficas sobre fotos feitas por variados fotógrafos.

No dia da abertura GEJO fará uma performance, imprimindo um trabalho de 1992, além de uma obra interativa.

O ARTISTA

GEJO nasceu em Seabra, na Bahia, em 1976, mas aos três anos mudou-se para São Paulo.

No ano de 1996 é convidado pelo diretor da escola Osvaldo walder para dar uma oficina para os alunos. O projeto “Graffiti : impressão x expressão” durou até 1998 e motivou GEJO a seguir como arte-educador. Desde então coordenou mais de 30 workshops e oficinas de grafite, disseminando as idéias e formas de expressão que envolve a cultura do hip-hop, como a dança, a música e o fanzine.

É o idealizador do projeto do Centro Cultural Sítio do Tatu Amarelo, em Seabra (BA), que terá cursos de alfabetização de adultos, informática, biblioteca, cinemateca, oficinas de arte, além do amparo aos animais machucados e um jardim com diversos exemplares de plantas.

domingo, 19 de dezembro de 2010

WikiRebels: O Documentário ::: WikiLeaks & Julian Assange


Julian Assange - Fundador do Wikileaks
Principal responsável pela divulgação de centenas de milhares de documentos sigilosos, o criador do site WikiLeaks, Julian Assange, tenta manter discrição sobre sua vida, troca de telefone com freqüência, evita cartões de crédito e costuma dar nomes falsos em hotéis.

O pouco que se sabe sobre ele está num longo perfil publicado pelo jornalista Raffi Khatchadourian para a revista americana “New Yorker” em junho, antes de Assange se tornar um dos principais inimigos dos EUA e uma espécie de pop star para internautas e anti-americanos.

Segundo a reportagem, Julian Paul Assange nasceu em 1971 em Townsville, no nordeste da Austrália. O mais provável, no entanto, é que ele tenha nascido em trânsito, já que os pais dirigiam uma companhia de teatro itinerante.

A mãe viveria depois com um músico, com quem teve um segundo filho. Com medo de perder a guarda do filho mais novo, após a separação, ela viveu como nômade com os dois filhos.

Foram cerca de 36 mudanças até os 14 anos de Assange e por conta disso – e também pela crença da mãe de que o estudo formal tornaria os filhos subservientes à autoridade - eles não tiveram um ensino formal.

“Eu gastava o máximo de tempo que podia em bibliotecas indo de um assunto a outro, lendo atentamente todos os livros que eu achava em citações”, contou Assange à revista.

Aos 16 anos, Assange tinha um modem e seu computador foi transformado em um portal. Ainda não existiam websites, mas as redes de computadores e sistemas de telecomunicações estavam suficientemente ligadas para formar uma rede que alguém com grande conhecimento técnico conseguiria invadir.


HACKER


Com o surgimento da internet, entrou para o mundo da pirataria. Junto com outros hackers, em 1991 admitiu que havia invadido os sistemas da Universidade Nacional da Austrália, o Instituto de Tecnologia Royal Melbourne (RMIT) e a empresa de telecomunicações canadense Nortel.

Acusado de 20 delitos, acabou sendo condenado apenas a pagar uma multa de 2,1 mil dólares australianos –sob a condição de que não voltaria a cometer outros crimes.

Aos 18 anos teve um filho com uma namorada. A disputa pela custódia lhe rendeu cinco anos de batalhas judiciais, sem sucesso.

Junto com a acadêmica Suelette Dreyfus, ele lançou “Underground”, que se tornou best-seller entre internautas, no qual descreve as regras da subcultura hacker.

Em 2006, abandonou os estudos em matemática e física na Universidade de Melbourne e fundou o WikiLeaks, com o objetivo de publicar informações filtradas de "regimes opressores" como China, a antiga União Soviética, a África Subsaariana e o Oriente Médio, sem deixar à margem as "condutas pouco éticas" de países do Ocidente.

O site começou a recebeu colaborações de várias partes do mundo, se tornando uma fonte segura para delatores. Entre suas revelações estão desde documentos sigilosos sobre a Guerra do Afeganistão a mensagens pessoais da ex-candidata a vice-presidente dos EUA Sarah Palin.

O site é mantido por centenas de voluntários e uma equipe de apenas três a cinco colaboradores com dedicação exclusiva. Conhecidos apenas pelas iniciais, eles se comunicam por meio de mensagens criptografadas.


20 SERVIDORES


Por segurança, o WikiLeaks mantém seu conteúdo em mais de 20 servidores ao redor do mundo e utiliza centenas de domínios - bancados por voluntários e doadores.

O site chegou às manchetes do noticiário em abril, quando divulgou um vídeo de 38 minutos feito por um helicóptero americano no Iraque em 2007. As imagens mostravam os soldados matando ao menos 12 pessoas, entre os quais dois jornalistas da Reuters, durante um ataque a Bagdá.

Desde então, Assange começou a dar entrevistas para defender o site. Em julho e outubro, centenas de milhares de documentos militares americanos relativos às guerras no Afeganistão e no Iraque foram divulgados.

Em agosto de 2010, logo após pedir licença de trabalho e residência na Suécia - o que lhe foi negado - a Justiça sueca iniciou processos relacionados a duas denúncias contra ele, uma por estupro e outra por abuso sexual.

Pela acusação de estupro, em 18 de novembro de 2010, a Corte de Apelação de Estocolmo recorreu à Interpol, polícia internacional, para executar a detenção e extradição. Seu advogado recorreu, mas em 2 de dezembro a Corte Suprema manteve a decisão de prisão.

Após iniciar a divulgação dos cerca de 251 mil documentos sigilosos da diplomacia americana, em 28 de novembro, Assange se tornou um dos homens mais procurados do mundo. Entregou-se à polícia de Londres nesta terça-feira (7).

A promotora pública sueca que expediu o mandado de prisão contra o australiano disse que a detenção tem a ver com os crimes sexuais, e não com a divulgação dos documentos secretos norte-americanos. O WikiLeaks informou que continuará a divulgação.

O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, disse que ele e colaboradores estão tomando medidas para se protegerem de ameaças de morte recebidas após a divulgação no site de informações diplomáticas secretas dos EUA.

O australiano Assange, de 39 anos, realizou uma sessão online de perguntas e respostas nesta sexta-feira (03), depois de constranger o governo norte-americano nos últimos dias ao publicar informações confidenciais das embaixadas.

Assange, que também pode ser preso sob um mandado de prisão sueco por supostos crimes sexuais, respondeu a perguntas dos leitores do jornal britânico The Guardian em seu site. O The Guardian é um dos jornais que têm acesso antecipado ao material obtido pelo WikiLeaks.

Veja os destaques:


SOBRE A DISTRIBUIÇÃO DO MATERIAL

"O arquivo Cable Gate foi difundido, junto com informações importantes dos EUA e de outros países, para mais de 100 mil pessoas em formato criptografado. Se alguma coisa acontecer conosco, as partes mais importantes serão divulgadas automaticamente.
Além do mais, os arquivos Cable Gate estão nas mãos de diversas organizações de notícias. A história vencerá. O mundo será elevado para um lugar melhor. Vamos sobreviver? Isso depende de vocês."


SOBRE A IMAGEM PÚBLICA DO WIKILEAKS

"Eu tentei muito, originalmente, fazer com que a organização não tivesse uma imagem, porque eu queria que os egos não fizessem parte de nossas atividades.
Isso seguiu a tradição dos puros matemáticos anônimos franceses, que escreveram sob o anônimo coletivo 'Os Bourbaki'.
No entanto, isso logo gerou uma curiosidade tremenda, uma distração, sobre quem seríamos, e indivíduos aleatórios alegando nos representar.
No final, alguém precisa ser responsável diante do público e apenas uma liderança que está disposta a ser corajosa publicamente pode sugerir sinceramente que fontes assumam riscos para um bem maior.
Nesse processo, eu me tornei o pára-raios. Eu recebo ataques indevidos em todos os aspectos da minha vida, mas também recebo muito crédito indevido como um tipo de força de equilíbrio."


SOBRE AMEAÇAS DE MORTE

"As ameaças contra nossas vidas são uma questão de registro público, no entanto, estamos tomando as precauções adequadas à medida do possível ao lidar com uma grande potência."


SOBRE ALEGAÇÕES DE QUE ELE DEVE SER ASSASSINADO

"Está correto que... (aqueles) que estão seriamente fazendo essas declarações deveriam ser acusados de incitação a assassinato." 


SOBRE O ACORDO COMERCIAL ANTIPIRATARIA (ACTA)

"Temos informações sobre o Acordo Comercial Antipirataria (Acta, na sigla em inglês), um acordo de cavalo troiano criado desde o começo para satisfazer os grandes protagonistas das indústrias dos direitos autorais e das patentes nos EUA. Na verdade, foi o WikiLeaks que atraiu a atenção do público para o Acta -- com um vazamento."


SOBRE PROBLEMAS DE SERVIDOR

"Desde 2007 colocamos nossos servidores em jurisdições que suspeitávamos sofriam de um déficit na liberdade de expressão, para separar a retórica da realidade. A Amazon foi um desses casos."


SOBRE A POSSIBILIDADE DE RESTAURAR DOCUMENTOS - PRÉ-VAZAMENTO

"Desde abril desse ano nossa cronograma não tem sido o nosso próprio, mas tem se pautado pelos elementos abusivos do governo dos Estados Unidos contra nós."


SOBRE OVNIS

"Vale notar que partes de um arquivo confidencial ainda a ser publicado contém, de fato, referências a Ovnis."

PODCASTING FYADUB #10 FEAT. REBECA LERER

No nosso décimo podcast a primeira convidada é Rebeca Lerer, ativista e militante da Matilha Cultural, que deixou nosso estúdio mais florido e interessante, já que por lá só passa marmanjo na maioria das vezes. Outra coisa boa foi a seleta nesse programa, totalmente ganjatune, começamos totalmente downbeat com tunes obscuros e chegamos até o steppa jamaicano. Então acendam seus spliffs, enfumacem a sala e vamô que vamô que 2011 já tá chegando. Paz a todos.

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domingo, 12 de dezembro de 2010

PODCASTING FYADUB #9 FEAT. PITCHÔ


O podcast do FYADUB, volta ao ar com o nosso parceiro querido e amado Pitchô, integrante de um dos grupos mais importantes do Hip Hop nacional, o Z'Africa Brasil do qual nosso apresentador Funk Buia também faz parte. Pitchô nesse programa fala das suas produções e de suas preferencias musicas, e taca fogo lado a lado com o FYADUB nesse mais novo programa.

A gente sempre fala e agradece de todos que colaboram com o programa e na divulgação dele sempre, agradecemos de coração quem nos envia músicas, dicas, sugestões, criticas, e mails só pra dizer que o programa está "da hora" e também os que cobraram o tempo que ficou sem ir uma nova edição para o ar. JAH Abençoe a todos.

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sábado, 27 de novembro de 2010

CORTINA DE FUMAÇA

Cortina de Fumaça é um projeto independente movido pela vontade de colaborar na construção de uma sociedade mais equilibrada e alinhada com os princípios de liberdade, diversidade e tolerância.

O filme é um documentário ousado sobre um tema polêmico que interessa a todos e que precisa ser debatido de forma honesta. A política de drogas no Brasil e no mundo, baseada na proibição, precisa ser repensada porque muitas de suas consequências diretas, como a violência e a corrupção, atingiram níveis inaceitáveis.

O documentário de 94 minutos, traz informação fundamentada para o grande público através de depoimentos nacionais e internacionais. Além do Brasil, o diretor Rodrigo Mac Niven gravou na Inglaterra, Espanha, Holanda, Suíça, Argentina e Estados Unidos; visitou feiras e congressos internacionais, hospitais, prisões e instituições para conversar com médicos, neurocientistas, psiquiatras, policiais, advogados, juízes de direito, pesquisadores e representantes de movimentos civis. Dentre os 34 entrevistados, o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso; o Ministro da Suprema Corte da Argentina, Raúl Zaffaroni; o ensaista e filósofo espanhol autor do tratado “Historia General de Las Drogas”, Antonio Escohotado, o ex-Chefe do Estado Geral Maior do Rio de Janeiro, Jorge da Silva e o criminalista Nilo Batista.

O filme fala sobre a relação entre o homem e as drogas psicoativas; revela a discordância entre a atual classificação das drogas e o conhecimento científico sobre essas substâncias; discute a situação particular da Cannabis (maconha), seu uso industrial e medicinal; levanta fatos relacionados ao surgimento dos projetos proibicionista e aponta para o colapso social que algumas cidades, como o Rio de Janeiro, vivem por causa da violência e da corrupção.

Veja o trailer:

SERVIÇO:

Cortina de Fumaça (Brasil, 2010) – 94’. Site oficial Português e Inglês com legendas em português
Dir: Rodrigo Mac Niven;

dia 14 (ter) – 19h

dia 15 (qua) – 17h e 21h

dia 16 (qui) – 17h e 21h

dias 17 (sex) – 20h Debate com o diretor após a sessão

dia 18 (sáb) – 19h e 21h

dia 19 de dezembro (dom) – 17h e 19h

Matilha Cultural
Rua Rego Freitas, 542 (Consolação). Veja mapa.
Tel.: (11) 3256-2636

ENTRADA GRATUITA

SEMANA DO POVO PALESTINO

domingo, 21 de novembro de 2010

FREE DOWNLOAD - ROOTS ORGANICS APRESENTA CULTURE MIX 2010 POR RORY STONE LOVE



O seletor imortal do sound Stone Love Rory, forjou uma reputação durante os anos 80 e 90 em diversas comunidades da Jamaica. Stone Love já se tornou uma lenda viva dos sound systems indo ao topo como um dos maiores sistemas de som da ilha promovendo o reggae e o dancehall, a Jamaica, o Rastafari e o o também o "enganjamento" para a legalização da maconha. O nome Stone Love veio para encarnar o espirito de varias gerações de sound system's em clashes legendários. 

Era costume improvisar nas comunidades carentes de Kingston para lideres que em alguns casos eram conhecidos como "Dons" (um tipo de Robin Hood para alguns, e para outros eram Chefes do Crime Organizado) organizavam semanalmente uma festa de graça na rua para a comunidade. Esses "Dons" proviam o ingrediente essencial, a musica, que incluia o sistema de som, o seletor, e uma parede de alto falantes que revelava para alguns, por um momento, um escapada da situação critica sócio-econômica e política e curtir uma noite de boa musica. 

Muitos artistas de hoje passaram pelo sound e mostraram respeito para o Don e para a comunidade passando a vibração pelo microfone e criando letras certeiras e profundas. Roots Organics, Rootz Underground e o seletor Rory do Stone Love Movement produziram a mixtape "Culture Mix 2010" para recapturar a essencia do dancehall... A gente te convida para acender seu spliff, ou simplesmente vir com boas vibrações e fazer parte dessa legendaria era da cultura reggae para sempre ser lembrada - "Música está sendo Plantada!"

Artistas que participam da mixtape; Rootz Underground, Rory Stonelove, Junior Byles, Robert French, Busy Signal, Damian “Jr. Gong” Marley, Richie Spice, Chuck Fenda, Taru, Luciano, Sizzla, Johnny Osbourne, Duane Stephenson, Big Yout, Tarrus Riley, Etana, Abijah, Lutan Fya, Capleton, Nas, Julian Marley, Anthony B, Norris Man, Sugar Minott.

Blessed Love

Download - Clique Aqui

FYASHOP - DUBPLATES DE ARTISTAS INTERNACIONAIS A PARTIR DE U$ 125,00


Yes Iyah... O FYADUB agora investe em mais um formato para agregar no FYASHOP, são dubplates de artistas internacionais, os preços começam a partir de 125,00 dólares e o melhor o valor é negociável com alguns artistas. Em contato com todos, e com o interesse desses artistas que aumenta cada vez mais no Brasil para gravar e fechar shows, as possibilidades são infinitas, dubplates para o seu sound system e se caso tiver interesse em gravar uma participação desses artistas em suas produções para lançar no seu single ou álbum fale com a gente. 

Primeira necessidade é enviar e mail para fyadub@yahoo.com.br, tirar suas dúvidas e mandar o nome do trabalho (sound system ou grupo), o nome do dj/seletor que você quer no dubplate e o riddim que você quer o artista cantando, pode ser a sua produção própria. A forma de pagamento é igual a mesma da venda de discos, via depósito bancário e as taxas de envio do dinheiro para o exterior já estão inclusas. A garantia é do FYADUB quanto a entrega do dubplate. Abaixo os artistas que estamos promovendo nesse momento;

Artista// Valor
Carl Dawkins  U$ 150,00
Papa Kojack U$ 150,00
Edi Fitzroy U$ 150,00
Prince Allah U$ 150,00
Wailing Souls U$ 175,00
Silvertones U$ 175,00
Super Blacks U$ 150,00
Conrod Crystal U$ 150,00
Heptones U$ 175,00
Quench Aid U$ 125,00
Triston Palma U$ 200,00
Derick Lara U$ 150,00
Jimmy Riley U$ 150,00
Jackie Paris U$ 150,00
Courtney Melody U$ 150,00

Muito em breve o catálogo com mc's que trabalham com FYADUB!!!!!

Dúvidas sobre preços, prazos, descontos, etc... por e mail fyadub@yahoo.com.br.

A arte não tem preço, mas a gente negocia!!!!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

27/11/2010 - Z'AFRICANA COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL SOMBRA


“Z’ÁFRICANA”. é um projeto mensal do Z'África Brasil 

Terá sempre um show mensal do Z’África Brasil com a banda a Zafricanos, sempre com convidados especiais e repertório diferenciado.

Além de tudo isso a festa será sempre uma homenagem para um pais do continente africano. 

Uma verdadeira celebração com muito axé!

Na Toca discos terá muito Ragga, Afro Beat,Reggea,Samba,Samba Rock,Dub , Dubstep alem de muito Rap.

Participação Especial:
Sombra

DJS da Noite de Inauguração:
*Ras Wellington [fyadub]
*Zulusouljah
*Eduardo Brechó

País Homenageado:
Senegal

Acontecerá todo ultimo sábado de cada mês no Espaço Zé Presidente

NOME NA LISTA MANDADO PELO EMAIL PAGA 10 Reais - zafricabrasil@gmail.com

Servico
Local: Espaço Zé Presidente
Rua Cardeal Arcoverde, 1545 – Pinheiros - São Paulo – SP
Horário inicio festa: das 22h00min
Horário show: 1h00min
Horário termino da festa: 05h00min
Entrada:
10 Reais antes da 1:00 Horas
15 Reais depois da uma até 2:00 Horas
20 Reais depois das 2:00 Horas

domingo, 14 de novembro de 2010

FYASHOP - PRINCE ALLAH - MORE LOVE - LP


Prince Allah é uma verdadeira lenda do reggae com uma carreira que passa de 30 anos. Prince Allah já trabalhou com a maioria dos produtores veteranos como Joe Gibbs, Tappa Zukie e Bertram Brown do Freedom Sounds, espalhando clássicos como Rastafari, Bucket Bottom, Bozrock, Stone, Their Reward, Cities, Funeral, Lot's Wife, King Midas, Daniel e vários outros killers. Um sério, humilde e genuíno Rastafari, nos últimos anos trabalhou com JAH Shaka, com novas versões de seus antigos sucessos e relançamento de seus discos pelo selo Blood & Fire. Prince Allah gravou dois álbuns para o JAH Warrior, o álbum Glory e o More Love, outro single é o Be Careful lançado na compilação JAH Warrior Showcase Vol. 2

PRINCE ALLAH - MORE LOVE
1. More Love
2. Don't Run Away
3. Children of Jericho
4. Writing On The Wall
5. Sun Is Shining
6. Jonah
7. I Hear A Voice
8. So Much Souls To Save
9. Open The Gate
10. Early This Morning
11. Good Morning Africa
12. Sensimilia



FYASHOP - QUEIMANDO O ESTOQUE - DISCOS A PARTIR DE 9,00 REAIS 

Nesse mês de novembro o Fyashop está queimando todo o estoque discos para dar espaço ao novo lote que chega em breve, os discos são novos e alguns dos títulos tem somente 1 cópia disponível. Para melhorar, dependendo do valor do lote que você for comprar, envie um e mail para fyadub@yahoo.com.br com a lista de discos que você está a fim de adquirir e conversamos sobre um desconto.


O pagamento pode ser feito através de depósito bancário no Banco do Brasil ou na retirada dos discos, caso for retirar em mãos.

O envio via PAC continua no mesmo esquema, preço único de 10,00 reais independente da quantidade de discos. Envio via SEDEX varia conforme a quantidade.

Antes de fazer qualquer pagamento, envie e mail e confirme a disponibilidade do título que você quer, como disse alguns dos títulos restam somente 1 cópia.

Para visualizar o catálogo basta clicar aqui, ou se preferir envie um e mail para fyadub@yahoo.com.br que você recebe a lista completa no seu e mail.

domingo, 7 de novembro de 2010

FYASHOP - QUEIMANDO O ESTOQUE - DISCOS A PARTIR DE 9,00 REAIS

Salve JAH,

Nesse mês de novembro o Fyashop está queimando todo o estoque discos para dar espaço ao novo lote que chega em breve, os discos são novos e alguns dos títulos tem somente 1 cópia disponível. Para melhorar, dependendo do valor do lote que você for comprar, envie um e mail para fyadub@yahoo.com.br com a lista de discos que você está a fim de adquirir e conversamos sobre um desconto.

O pagamento pode ser feito através de depósito bancário no Banco do Brasil ou na retirada dos discos, caso for retirar em mãos.
O envio via PAC continua no mesmo esquema, preço único de 10,00 reais independente da quantidade de discos. Envio via SEDEX varia conforme a quantidade.

Antes de fazer qualquer pagamento, envie e mail e confirme a disponibilidade do título que você quer, como disse alguns dos títulos restam somente 1 cópia.

Para visualizar o catálogo basta clicar aqui, ou se preferir envie um e mail para fyadub@yahoo.com.br que você recebe a lista completa no seu e mail.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

FREE DOWNLOAD - CONSCIOUS MIXTAPE SERIES VOL 1 - SERIOUS TIMES


Serious Times, é a primeira mixtape da série Conscious do Al Fingers, a mixtape é uma compilação de sons que falam sobre a situação agitada do mundo de hoje, expondo a s mentes insanas e os que tem a corrupção em seus corações e de nossos líderes políticos do mundo. Nomeado após uma melodia por Gyptian, a mixtape conta com músicas de Barrington Levy, Bob Dylan, Luciano, Turbulence e Sinead O'Connor. Tunes exclusivos (se bem que deixam de ser exclusivos depois de lançados em uma mixtape), também incluindo a um remix de Truths & Rights com a música clássica de Marvin Gaye antiguerra, What's Going On. Enjoy!!!!!

Download - clique aqui


terça-feira, 2 de novembro de 2010

80 ANOS DA COROAÇÃO DE HAILE SELASSIE I

SUA MAJESTADE IMPERIAL HAILE SELASSIE
Hoje 2 de Novembro de 2010 se comemora 80 anos da coroação de Sua Majestade Imperial Haile Selassie. 

Apesar de muitos ainda pilharem em diversos aspectos da história bem pequenos perto de suas ações,  SMI Haile Selassie teve feitos que nenhum outro líder Etíope conseguiu, o reconhecimento da Etiópia como país livre, abertura da economia, a liberdade religiosa, o acolhimento de repatriados a África, e serve como um símbolo de resistência a opressão. 

Nesse momento, SMI Haile Selassie deve servir tanto como um ícone para o Rasta  direcionar a sua fé e seguir o seu exemplo, como para a postura política dos jovens negros e afroascendentes de toda e qualquer nação que tenha sofrido a violência da escravidão, do racismo e a opressão de qualquer força maior. 

"E viverá, e se lhe dará do ouro de Sabá; e continuamente se fará por ele oração; e todos os dias o bendirão." Salmos 72:15

domingo, 31 de outubro de 2010

STEVE MOSCO [JAH WARRIOR] ENTREVISTA JAH SHAKA

JAH SHAKA @ SP - Foto por Luiz Egidio
Dia 24/10 passado o maior ícone dos sound system ao redor do mundo esteve em São Paulo numa tarde que não poderia ter mais a cara de SP, tarde com céu cinzento e tempo úmido. Tarde feliz, todo mundo a vontz, praticamente todos os dj's, seletores, sound systems próximas a cidade de SP estavam presentes para ver a sessão ou show do maior seletor e operador do reggae de todos os tempos. 

Infelizmente não conseguimos falar com o velhinho, mas segue abaixo uma entrevista cedida a Steve Mosco em 1986. Em uma próxima a gente fala com o nego véio Shaka com certeza. Deixamos também um big big big up para Quilombo Hi Fi, Victor Rice e Buguinha Dub que fizeram o warm up antes do Might Zulu Warrior mandar seu fogo. 

Entrevista com Jah Shaka 

Aqui está uma entrevista conduzida por Steve Mosco com o legendário JAH Shaka em 1984. Leia o conteúdo original em http://www.jahwarrior.freeuk.com/ivshaka.htm

Steve Mosco: Desde quando o sound está na ativa?
JAH Shaka: Desde 1970

Steve Mosco: Quando você começou o sound, era a sua intenção que ela fosse da mesma forma que é hoje - um som dub Rasta?
JAH Shaka: Sim, ele sempre foi um som dub. O som saiu da luta nos anos 70, que os negros estavam passando neste país (Inglaterra) - que se reuniram e decidiram que o som deve desempenhar um papel importante em função dos direitos dos negros e gostaríamos de trabalhar duro para isso e promover um melhor propósito mental dentro da raça negra. 

Steve Mosco: Não havia muito dub por volta dos anos 70 lá? Ele só começou a acontecer alguns anos depois não foi?
 
JAH Shaka: Bem, eu tive dubs nesse momento. Eu costumava pegar um pouco na Jamaica, e o que não conseguimos, fazíamos nós mesmos. Nós tivemos um monte de músicos criando coisas para nós. 

Steve Mosco: A música mudou muito no início dos anos 70 - o som que pessoas como King Tubby também mudou espiritualmente – o que você acha que aconteceu?
 
JAH Shaka: O conceito espiritual era o povo se lembrar de seu passado – este foi mantido vindo para a música - como as pessoas se lembravam de sua história se repetiu nas gravações para fazer o resto da nação ter consciência do que tinha acontecido. 

Steve Mosco: A música ficou muito mais pesada também – isso era uma idéia consciente?
 
JAH Shaka: Sim, porque originalmente o baixo veio da África, de modo que o som do downbeat se fez presente na música – um tempo atrás o reggae foi copiado a partir de registros Ingleses ou hits americanos, apenas para reproduzi-los, e não havia nenhuma repercussão na época, mas agora tudo isso mudou. 

Steve Mosco: Você gravou um monte de coisas nos últimos anos. Será que isso significa que você não pode gastar tanto tempo com o sound system como você costumava fazer?
 
JAH Shaka: Bem, todo o conceito de sistemas de som agora mudou desde que eu entrei no negócio. Tornou-se um chamariz agora para certas pessoas, por isso eu prefiro ter essa disciplina ortodoxa sobre o sistema de som - então você não se envolver tanto no lado comercial das coisas - somente certas pessoas que querem reservar este som, sabendo o tipo de música que tocar. Eu não estou tocando em uma base comercial. 

Steve Mosco: O que você está fazendo estritamente uma mensagem ou é entretenimento, por assim dizer?
 
JAH Shaka: Mensagem e entretenimento. Música é a única linguagem que todos conseguem compreender, de certa forma a mensagem está sendo realizada, mas as pessoas também apreciam a música por causa da batida - mesmo se que alguns não consigam compreender as palavras querem entrar no ritmo. 

Steve Mosco: O que você vê para o futuro do sound system do Shaka?
 
JAH Shaka: Bem desde o início a minha ambição era tocar para o povo da África, assim eventualmente esperamos fazer um show de reggae na África, com uma banda também. Nós estamos esperando para mudar algumas coisas e fazer as pessoas abrirem suas mentes. 

Steve Mosco: É estranho que a música que você toca vem da África mas a maioria das pessoas na África não ouvem muito reggae.
 
JAH Shaka: Não, eles estão esperando pacientemente para ouvi-lo. De vez em quando promotores levam discos para esses lugares e levam bandas também, mas às vezes as coisas dão errado, porque há tanto acordos intercontinentais para fazer, então as coisas são um pouco meio a meio desse lado. Mas eles estão definitivamente querendo ouvir reggae plenamente. 

Steve Mosco: Eu ouvi dizer que você realmente não vai para as competições, mas você sempre foi classificado como o número um por anos.
 
JAH Shaka: Yeah. Você sabe o conceito do som é uma coisa diferente. Eu não sei a partir de que conceito mais sounds são construídos, mas não tínhamos esse conceito desde o início e temos que vê-lo passar, o que for preciso, para se levar o som para tocar, por si só para isso, então é isso que Eu prefiro fazer. 

Steve Mosco: Por que você acha que a maioria das pessoas o seguem - com exceção da coisa espiritual, deve haver algo sobre a maneira que você toca - Porque você acha que a maioria das pessoas o respeitam?
 
JAH Shaka: Bem, nós sempre tentamos cumprir o que nós dissemos que é nosso objetivo - nós sempre declaramos estas coisas e as pessoas estão cientes de que, assim o conceito está se espalhando. Vai mais além do que o sistema de som, porque a música é um trampolim para passar a mensagem. Esperamos que não só as pessoas negras, mas também pessoas de outros países possam apreciá-a e ouvir o que temos a dizer. 

Steve Mosco: No últimos anos tem havido um esforço feito por algumas pessoas para empurrar o reggae para um público internacional, mas você acha que seria impossível de você alcançar por causa dos assuntos que aborda?
 
JAH Shaka: Bem o que eu diria para que é que quando você tem uma corrida olímpica e alguém ganha os 400 metros, isso não significa que essa pessoa é o corredor mais rápido do mundo. Não poderia ser outra pessoa ainda mais rápido que ninguém conhece. Algumas pessoas têm de correr para a comida, mas essas pessoas não têm os contatos para chegar a essas etnias. Um monte de pessoas hoje estão fazendo uma música que não são promovidas fora dos sistemas de som, que são os principais meios de reggae, porque antes de qualquer estação de rádio reggae, estávamos promovendo grupos como os Abyssinians, Burning Spear, etc. Bem, agora, pessoas que buscam nas gravadoras conhecidas esses nomes, mas não todos. Estes são os artistas que abriram o caminho, mas eles são empurrados em segundo plano, e as novas pessoas que estão fazendo novas coisas não são promovidas de forma adequada. Portanto, independentemente de quão longe o reggae está chegando, você teria que ter uma estação de rádio que as pessoas saibam o que está acontecendo, e não apenas duas horas aqui, duas horas lá. 

Steve Mosco: O reggae é uma música underground mesmo na Jamaica, porque dificilmente você tem qualquer reggae sendo tocado nas rádios na Jamaica.
 
JAH Shaka: Bem, sim, isso vale a pena falar - certos tipos de música são empurrados e alguns tipos ficam para trás, e isso é totalmente errado. É por isso que o nosso som toca as pessoas que não recebem promoção. 

Steve Mosco: Como você descreveria o efeito que dub tem sobre você? 
JAH Shaka: Bem, porque sou músico há certas coisas que eu estou procurando antes mesmo de ser jogado. Algumas pessoas podem sonhar mentalmente, mas fico com meus sonhos através de minhas orelhas, assim, portanto espero que certas coisas e quando eu ouço isso eu sei. Esse é o tipo de música que tocamos - o que atinge o coração - na verdade é uma música de ritmo cardíaco. 

Steve Mosco: O senhor poderia descrever como é este sentimento? Eu vi você em festas onde você entra em um transe, e as pessoas na multidão também - que, obviamente, vai além do entretenimento e em um tipo completamente diferente de vibe. 
JAH Shaka: Bem... é a força da música. Damos graças a Sua Majestade Imperial Haile Selassie para ser capaz de fazer isso, porque no início era o verbo, e nós temos que colocar a palavra toda, então nós damos a todos os louvores a Deus ... a música é sentimento, não importa onde ela é tocada. Algumas pessoas dizem que não é música boa se não for tocada na Jamaica, mas então você teria que dizer que ninguém pode sentir nada a não ser o que está na Jamaica. Deus criou as coisas certas e as coisas parecem que em determinados momentos, quando a música é tocada no momento certo .... é um sentimento criado pelo próprio Deus. 

Steve Mosco: Em uma sessão onde você está tocando no seu próprio país, que poderia ser de 8 ou 9 horas, há uma tentativa consciente de criar as vibrações enquanto a noite avança? 
JAH Shaka: Você não pode sair e pretender tocar um determinado disco, porque Deus me inspirou a fazer o que estou fazendo, então eu tenho que ir com a sensação do momento. Eu poderia tocar um disco que, em seguida, me inspiraria naquele momento para tocar o outro para seguir, e assim por diante. 

Steve Mosco: Voltando ao assunto da competição, se você estivesse tocando com um outro sound e cada um se provocar, como você reagiria sobre ele? 
JAH Shaka: Bem, o sistema do negócio sadio realmente saiu do controle por causa dessas coisas, mesmo as empresas de reggae. Quando eu comecei o som e estava tocando para gente que sofre, as pessoas só queriam se divertir - você pegaria alguém do outro som chegando e se ofereceria para comprar uma bebida, mas depois foi para o palco onde as pessoas começaram mudar a forma como eles tocavam. Em vez de tocar para agradar o público, o que ainda faço, eles disseram que estavam vindo para assumir o próximo som em um confronto, e que poderia ter trazido uma grande multidão - eles poderiam ter trazido 200 pessoas e eu poderia ter trazido 200 pessoas, mas no final da noite, houve muita conversa sobre o microfone e os discos não foram suficientes sendo tocados e as pessoas foram para casa decepcionadas. Bem, este não é o nosso objetivo por isso prefiro evitar totalmente isso. Eu não estou querendo provar nada, tudo que eu quero fazer é passar uma mensagem para o povo. Além disso, você pode gastar muito dinheiro para tocar em uma competição e no final da noite você pode até não ter um quarto desse dinheiro de volta, o que não faz sentido. Pessoas apertando sua mão e dizendo que você é muito bom e você tem um monte de troféus, mas você não tem dinheiro, e você é o único que está fazendo o trabalho, assim estes aspectos têm que serem observados com cuidado. 

Steve Mosco: Você é também bastante incomum, se vê que você está muito bem num show de um homem só - operador e dj. Você sempre teve a intenção de fazer isso? 
JAH Shaka: Não diretamente, mas aconteceu que funcionou dessa maneira ao longo dos anos. Não tenho momentos em que nós tivemos um monte de djs, mas por causa de nosso estilo ortodoxo, agora não há muitos djs que dão um passo adiante e pedem o microfone, sabem qual é o nosso estilo. É um jogo completamente diferente da maioria dos sounds. 

Steve Mosco: Você apareceu em uma cena no filme "Babylon", que retratou um clash de sounds que estava ficando muito forte e quase levou a uma briga. 
JAH Shaka: Bem, essa é a impressão que as pessoas que fizeram o filme tinham sobre os sound systems, eles já tinham ouvido falar das competições. Eles me deram um script em primeiro lugar e quando eu li isso eu me recusei a fazer o que eles queriam. Acabei dirigindo a cena que apareceu pra mim, porque todos o acúmulos que a antecederam, com as pessoas do meu sound enfrentaram um outro sound, bem, simplesmente não iria em frente. Nós temos um conjunto de pessoas muito disciplinadas, e eu era totalmente contra a maneira como eles retrataram e construíram a festa no filme. 

Steve Mosco: Falando sobre o lado técnico do sound agora, você sempre foi observador para os efeitos como syndrum e sirene, etc Quando você começa primeiramente a idéia de usá-los? 
JAH Shaka: Bem, eu sempre tinha algum tipo de efeito de som, não a este nível, mas ao longo dos anos se acumula onde você quer mais e mais. Na verdade eu estava pensando em pegar um conjunto de quatro syndrums, porque as coisas novas estão sendo construídos agora. Quanto mais você pode colocar na música, melhor será. Na África, você pode ter 200 pessoas na percussão, tudo ao mesmo tempo, e dança. Certos sons que eu uso, eu não sei se as pessoas pegaram o tema, mas eles são realmente os sons da floresta, como pássaros e sons que você ouviria no deserto. 

Steve Mosco: Esses efeitos são exemplos de tecnologia ocidental. Como você os vê na montagem de Reggae? 
JAH Shaka: Bem, é isso que eu estou dizendo - a menos que você possa começar com 200 pessoas para fazer esses ruídos, você tem que encontrar aparelhos eletrônicos que podem fazê-lo. Se nós estivéssemos gravando na África, então talvez nós poderíamos ter 200 pessoas para tocar bateria, mas até lá temos de nos contentar com outras coisas. Mas não há nada que diz que os Rastas não devem usar a tecnologia. Precisamos de aviões, navios e todas essas coisas. 

Steve Mosco: O mundo está em uma má forma consideravelmente no momento. Há mesmo uma ditadura militar na Etiópia. Você acha que sua música pode ter um efeito sobre como as coisas são em tudo? 
JAH Shaka: Eu gostaria de pensar assim. Historicamente, todos os conflitos têm começado no Oriente e a maioria deles tem sido causado pelo colonialismo. Agora as pessoas estão dizendo que eles não querem ser colonizados e estão se rebelando contra seus governantes. Mas Rastas não tem medo dessas coisas. Estamos só de passagem por este lugar onde estamos vivendo temporariamente em nosso caminho para casa. E o conhecimento que temos adquirido em qualquer país que temos vivido, nós vamos tomá-lo de volta à África com a gente e usá-lo para construir o nosso país lá. Eu não acho que nós estamos pedindo muito para fazer isso, e não é um problema para qualquer um, se fizermos isso. Pessoas estão morrendo de fome lá e a única coisa que o mundo tem feito é construir armas nucleares, então temos que ajudá-los e a nós mesmos. Nós não vamos ficar aqui e sofrer a brutalidade, sem direito de nos expressar - se você é uma pessoa negra com uma empresa de pequeno porte fica desligado ou outra coisa acontece, e as pessoas têm falado sobre isso há anos, mas o que tem sido feito? Nós não queremos lutar em um país que não pertence a nós, e nós, os Rastas somos pessoas pacíficas, então preferimos deixar este lugar.


Assista a apresentação de Jah Shaka em São Paulo no Outubro Independente (2010).

terça-feira, 26 de outubro de 2010

PODCASTING FYADUB #8

Oitavo podcast do FYADUB no ar, com presenças permanentes de Funk Buia, RAS Wellington e Zulusouljah. O FYADUB agradece a todos o apoio e fortalecimento no trabalho, nas idéias e suporte de todos os lados do nosso Brasil e de outros lugares do mundo. JAH Bless Ya!!!!!!!



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PROMOÇÃO PODCAST FYADUB :: CAIU A MIXA


Se liga jah jah... a promoção "Caiu a Mixa" do podcast do FYADUB começa quente.

Quem escrever em até 20 linhas uma história loka contando a mixa que caiu, pode ser de um mano, de uma mina, de um bunda amarela que você conhece, ou inventar uma... mas ai cuidado pra não cair a sua mixa... se liga jão.

O sortudo com a melhor história ganha:

1 Camiseta do Z'africa Brasil
1 pack com cd's e mixtapes do catálogo do FYASHOP
1 LP (a definir o título) do catálogo do FYASHOP
1 7inch (a definir o título) do catálogo do FYASHOP
* Detalhe: podemos aumentar os prêmios sem tempo ruim!!!!!

E ainda vai ter o texto que enviou lido no podcast da última semana do mês de dezembro.

O e mail para enviar o texto é fyadub@yahoo.com.br

E para ouvir os podcasts do FYADUB, só clicar no link: http://www.mixcloud.com/fyadub/

GREGORY ISAACS - R.I.P.

Gregory Isaacs :: 1951 - 2010
Um dos vocalistas mais amados da Jamaica, tão pertinente no dancehall quanto nos quartos, a carreira de Gregory Isaacs se estendeu por 30 anos. Desde os dias inebriantes do reggae com os amantes do rock, um gênero que ele praticamente participou da criação, que o seu talento chegou na idade moderna. Nascido na área de Fletcher's Land de Kingston, Jamaica, em 15 de julho de 1951, Isaacs chegou no mundo da música através do circuito de shows de talentos, uma fórmula experimentada e verdadeira para muitas das estrelas que estavam iniciando na ilha. Byron Lee foi o primeiro na indústria a reparar no seu talento e lhe trouxe junto com Winston Sinclair até o estúdio para gravar o dueto "Another Heartbreak", em 1968. Infelizmente, não deu em nada, e Isaacs decidiu tentar a sua sorte com um novo trio vocal, os Concords. Eles fincaram residência no selo Rupie Edwards que era sucesso na época e ao longo dos próximos dois anos, lançaram uma série de singles, incluindo um com Prince Buster, mas nenhum deles até o momento chamou a atenção do público jamaicano.

Em 1970, o Concords se tornaram um duo e Isaacs lutou sozinho. Suas auto-produções iniciais foram igualmente negativas, enquanto outros cortes com Edwards não foram melhores. Independentemente desta trajetória pobre, em 1973, Isaacs montou sua loja de discos próprios e seu próprio selo, African Museum, em parceria com Errol Dunkley, um jovem cantor, com uma seqüência de hits de sua própria autoria. Aparentemente, com alguns passes de magia própria Dunkley se desgastou, e um dos primeiros lançamentos da gravadora foi de Isaacs, que auto-produziu "My Only Lover", que foi um sucesso imediato e deixou as comportas abertas. Além da gravações do African Museum, Isaacs ajudou a manter o selo através das gravações de praticamente todos os produtores da ilha para um fluxo de trabalho que não mostrou nenhum sinal de diminuir.

Entre 1973 e 1976, sozinho, o cantor lançou mais material do que a maioria dos artistas fez em uma vida, quase todos clássicos atemporais. Os primeiros álbuns de Isaacs, inevitavelmente angariaram seqüências dessas visitas, enquanto que normalmente também incluia algumas canções novas. 1975's In Person, por exemplo, apresenta uma coleção de sucessos pesados para o produtor Alvin Ranglin e foi seguido em 1977 por Best of, Vol. 1 e est of, Vol. 2 em 1981. (O selo, Heartbeat lançou esse material em três CDs para nos EUA: My Number One, Love Is Overdue e The Best of, Vol 1 e 2.). Da mesma forma, de 1976 All I Have Is Love inclui um pacote cheio de sucesso de produções de Sidney Crooks. Extra Classic, co-produzido por Isaacs, Pete Weston, e Lee Perry, também é recheado com big tunes e mostra profundamente as raízes de Isaacs. O último álbum apareceu no African Museum gravado por uma variada gama de produtores, em três volumes intitulados ao longo dos anos.

Em 1977, o Reino Unido teve sua experiência dread através de Mr. Isaacs, lançado pelo seloa de Dennis Brown DEB. (Brown lançou vários álbuns clássicos de sua autoria pelo African Museum). Por esta altura, os dois pólos de Isaacs eram evidentes: o cantor de raízes, cujas canções emotivas e sofredor cultural fez diversos números serem preenchidos com o fogo, e tinha o amante cantando, cuja paixão e declarações de devoção tremia de emoção. Eventualmente, os laços do vocalista para com a cena rock viu a sua reputação como o Cool Ruler ofuscar, o intérprete igualmente apaixonado pelas raízes, mas o seu trabalho na segunda metade dos anos 70 mostra que o seu coração era verdadeiro para ambos. Isaacs foi rápido para aproveitar o aumento dos DJs; Ranglin como produtor aparelhado com uma seqüência de prensas de ponta para uma nova enxurrada de hits, no início em 1978. Foi nessa época que ele primeiro fez o link up com DJ Trinity, uma parceria mantida para a próxima década através de um fluxo de singles seminais.

Até agora, Isaacs era um talento grande demais para se ignorar, e em 1978, ele assinou com a gravadora Virgin, na época linha de frente das majors. Naquele mesmo ano, o cantor teve um papel de destaque no filme Rockers. Inexplicavelmente, porém, como Isaacs estava prestes e a beira do sucesso internacional, ele não conseguiu se definir para o resto do mundo. Seu álbum de estréia, Frontline, o excelente Cool Ruler, mal agradou fora da Jamaica. Ele, no entanto, a maior parte do material para Slum: Gregory Isaacs in Dub, que dizia que os ritmos de gordos eram para os revolucionários, o tecladista Ansel Collins, com Prince Jammy e Isaacs-se estavam por trás da mesa de mixagem. Cool Ruler saiu logo em seguida, 1979 cheio de hits prestes a se tornarem clássicos, mas também não fazem a menor diferença no mundo além da Jamaica na época. A última faixa-título foi produzida por Sly & Robbie e deu o rótulo para Taxi seu novo hit. Isaacs cortou vários singles maiores com a equipe, que foram reunidos para 1980 no álbum Showcase. Mesmo com Frontline fora do quadro, Isaacs continuou persistindo. Inking uma pareceria no Reino Unido com o selo PRE e seguro com sua fortuna na Jamaica, o artista continuou despejando hit após hit. Sua estréia no Pré, The Lonely Lover, deu seguimento para em 1981 ser lançado More Gregory, ambos com a banda Roots Radics que vinha de uma série de hits da Jamaica, que variam do lovers rock, do roots reggae e o dancehall que estava emergindo na época. Não admira que o cantor foi um sucesso nos primeiros Reggae Sunsplash. Foi neste momento que pisou na Island e teve seu contrato assinado o selo Mango. 

O cabeça da gravadora Virgin Richard Branson deve ter se amaldiçoado por sua própria estupidez, como Isaacs imediatamente reembolsou sua fé no seu novo selo com seu maior sucesso de todos, "Night Nurse". A canção intitulada marcava sua estréia na Mango, outra obra-prima, e novamente contou com a força do Roots Radics. Surpreendentemente, a canção se espalhou pelo mundo, o cantor ficou um tempo afastado devido uma temporada na cadeia jamaicana, que foi o resultado de uma apreensão de drogas. Ele foi liberado mais tarde em 1982 e imediatamente entrou em estúdio para gravar com os produtores para gravar Out Deh com Errol Brown e Flabba Holt produzindo. Uma vez mais, agora capaz de subir ao palco, Isaacs fez uma série de shows inspiradores para o próximo ano, captados ambos em 1983 Live at Reggae Sunsplash e no ano seguinte Live at the Brixton Academy que se tornaram álbuns. Nos bastidores, Isaacs entrou na conspiração obscura de vocalistas e determinou a devolução de vocais para o seu lugar no mercado por inundações de discos nas lojas de música. Um elenco estelar de cantores veteranos se juntou ao enredo, incluindo Dennis Brown, John Holt, Delroy Wilson, e muitos mais, mas nenhum deles chegaria à proliferação musical que Isaacs havia determinado.

Estimou-se que o cantor lançou até 500 discos (incluindo coletâneas), na Jamaica, Reino Unido e os EUA juntos. Isaacs gravou como ninguém e foi tão rápido a rever suas músicas antigas como criar outras novas. Embora nenhum destes são totalmente descartáveis, inevitavelmente, a qualidade do trabalho Isaacs completo, começou a declinar em meados dos anos 80. Ted Dawson produziu Easy e All I Have Is Love Love Love, que por exemplo, certamente tem seus encantos, mas dificilmente são cruciais. Mas isso não significa que os hits tinham secado. Esses são os álbuns de 500 registros apenas, não escolhidos por Isaacs, e as lojas (e selos) continuaram a transbordar de 45 produzidos e lançados por Isaacs. E a ascensão do ragga adicionando novos produtores com remixes do cantor estourou.

Em 1984, o produtor Prince Jammy, igualmente intrigado com a mudança de sons para o dancehall, trouxe Isaacs para o estúdio para o soberbo Let's Go Dancing, ao mesmo tempo, o emparelhamento com o cantor Dennis Brown para Two Bad Superstars. Este último se tornou tão popular que um segundo grupo, Judge Not, apareceu no ano seguinte. Os dois cantores fizeram um dueto novamente em uma faixa no álbum de Isaacs de 1995, Private Beach Party, que também tinha um "Feeling Irie", requintados que com ele veio Carlene Davis. O álbum foi produzido por Gussie Clarke, um homem com o objetivo de criar um determinado som crossover internacional, através de sua própria operação one-stop à la Motown. Ele não teve muito sucesso ainda nessa época, mas Private Beach Party ajudou a lançar as bases.

1987, em seguida, trouxe uma colaboração com Sugar Minott no álbum Double Dose. Isaacs rapidamente se encontrou como um herói no dancehall. Foi durante este período que Isaacs também gravou um álbum com King Tubby. Aviso, o álbum apresenta os ritmos magníficos do Firehouse Crew, e um ambiente escuro, de maus presságios linkando todo o conjunto. Não foi lançado na época e só veio à tona após o assassinato do grande homem em 1989. Até então, Isaacs já invadiu o mundo, digital ou não, em 1988 Gussie Clarke-produziu "Rumours" (cujo riddim lançou dezenas de hits novas versões, incluindo JC Lodge com "Telephone Love", com um sucesso ainda maior). O magistral Red Rose for Gregory apresenta um punhado de hits ao lado de tão sublime faixas lançadas em 45, todas cortadas por Clarke. A par do acompanhamento, IOU 1989, é indiscutivelmente um álbum ainda mais forte. Nesse mesmo ano, Clarke reuniu Isaacs e Brown para o álbum de No Contest. Isaacs continuou a gravar singles seminais com Clarke, além de gravar com uma série de outros produtores. Em 1990, juntou forças com Niney Holness para o excelente álbum On the Dance Floor. No ano seguinte viu Fatis nos controles de Call Me Collect, orgulho de Sly & Robbie e Clevie, enquanto Bobby Digital adicionava o som da sua produção original de 1991 de Set Me Free. E, fechou um acordo com os EUA na RAS, encabeçando o selo, o Dr. Dread, supervisionou em 1992 o memorável Pardon Me. Philip Burrell foi para a cadeira de produtor para lançar em 1994 o álbum Midnight Confidencial.

Mas havia uma enorme quantidade de títulos, bem menores, enquanto Isaacs sempre parecia capaz de bater a marca com os singles, álbuns necessários, com mais esforço do que ele foi muitas vezes quisr, ou poderia. No Intention e Boom Shot, ambos de 1991, são registros do cotidiano, com ele em piloto automático. Passado e futuro pareciam promissores e características ilustres de convidados como Sly & Robbie, JC Lodge, Riley Winston, e Gardiner Boris com material novo e velho, mas é óbvio que o coração de ninguém é realmente naquilo a todo momento. O disco Rudie Boo (lançado pela Heartbeat nos EUA como My Poor Heart) sofreu a mesma falta de interesse por parte dele. Pelo menos foi desbloqueado 1993 apresentando um forte conjunto de canções, mas muito dos lançamentos de Isaacs, durante os anos 90 foram tipo acerto e erro. Midnight Confidential, por exemplo, é totalmente descartável, exceto para o magnífico " Not Because I Smile." A maioria dos álbuns freqüentemente revisitam seus sucessos antigos, que mesmo na pior tendem a destacar-se a novos ouvintes. Mais jovens ou menos experientes alguns produtores estavam em perigo e em particular e com o passar dos anos, era só para os produtores mais resistentes e mais inovadores que poderiam induzir o melhor do cantor. Alvin Ranglin, por exemplo, teceu um conjunto requintado de canções emocionalmente dilacerado por Isaacs em 1995. O duo de produtores Mafia & Fluxy's, experientes no dub inspirou uma das melhores performances de Isaacs. O mais sensato nos discos de Isaacs nos últimos anos era olhar para os créditos da produção. Se você gosta da produção slick que é a marca registrada da Bunny Gemini, é provável que você vai apreciar, o disco de 1996 Mr. Cool. Junior Reid gosta de diversidade e, portanto, não é uma coisa que homem tem em espadas, a partir do slacker-temático "Big Up Chest" a um reformado " Don't Dis the Dance Hall." Steely & Clevie foram convidados para produzir o disco de 1998 Hardcore Hits, se você não for um fã do dancehall digitalizado, escolha outro álbum. King Jammy é solto em 1999 a desligar as luzes e, embora não à altura dos padrões de Let's Go Dancing, ainda é um passeio agradável. Joe Gibbs, Errol Thompson, e Sidney Crooks emprestaram seus conhecimentos para So Much Love, outra das melhores ofertas de Isaacs. Ele mostrou no novo milênio uma altivez no Father and Son, que fiel ao título apresenta Isaacs e seu filho Kevin. Os duetos são lindos, enquanto para o mais jovem, Isaacs da espaço de sobra seu filho provar que seu talento é igual a seu pai. No ano seguinte, I Found Love marcou o segundo tempo que os dois trabalharam juntos. 

O cantor faleceu em sua casa em Londres na segunda feira, 25 de outubro 2010 aos 59 anos.

JAH BLESS GREGORY.


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