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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A TRIBE CALLED QUEST - THE LOW END THEORY 20 ANOS


Eu me lembro de ouvir algumas coisas ótimas no final dos 80 de Hip Hop como Kool Moe Dee, Kurtis Blow, Boogie Down Productions, Biz Markie, Busy Bee, Erik B & Rakim, Beastie Boys, Run DMC, Afrika Bambaata e outras coisas muito interessantes de meados dos 80 que chegavam na nossa minha mão. Mas o amadurecimento musical realmente veio a partir dos 90 adquirindo e ouvindo discos de grupos como Public Enemy, Organized Confusion, Black Sheep, De La Soul, N.W.A., Jungle Brothers, e várias outras coisas ótimas, mas vou dizer o que originou todo esse gosto refinado no Hip Hop seria esse álbum do A Tribe Called Quest que seria um divisor de águas em produções de estúdio de discos de Hip Hop levando diversos grupos, até mesmo alguns citados acima a um outro patamar na utilização de samplers e influências - principalmente de Jazz com Digable Planets, Us3, num futuro próximo o projeto Jazzmatazz de Guru (RIP) e o próprio Gangstar junto do DJ Premier, Mc Solaar (frança) e diversos outros grupos.

O disco pulou as fronteiras das gravadoras que estavam na mesmice dos beats e vocalidades parecidas, tanto que o álbum - muito bem sucedido;  "People's Instinctive Travels and the Paths of Rhythm" (1990) ficou para trás e "The Low End Theory" fazendo uma fusão única para a época de Hip Hop e Jazz. A produção não é tão complexa, mas sim de extremo bom gosto e samplers escolhidos a dedo, basicamente com bateria e baixo e poucos e programação própria que para a época é melhor que muito operador de mpc de hoje. 

A partir desse álbum o grupo deixou de ser um quarteto para se tornar um trio, com a saída de Jarobi White, ficou Q-Tip, Phife Dawg e o dj/produtor Ali Shaheed Muhammad. A partir Phife realmente surpreendeu tendo uma participação muito maior nas letras e fluência que o álbum desenvolve nas 14 músicas. Com certeza Q-Tip não teria a notoriedade como mc se não fosse Phife Dawg - que só por curiosidade ficou sabendo um mês depois do lançamento do álbum que era diabético. Particularmente eu prefiro os dois (Q-Tip e Phife Dawg) no ATCQ do que em carreiras solo, mas do gruo o que menos foi comentado foi o dj/produtor Ali Shaheed que realmente surpreendeu e consolidou seu trabalho como produtor na produção de outros grupos de Hip Hop no decorrer dos anos 90.

The Low End Theory moldou o Hip Hop alternativo dos anos 90, musicalmente, culturalmente e traçou a história do que seriam discos bem produzidos e discos relativamente medianos da época dando também uma outra perspectiva do afrocentrismo dos grupos de Hip Hop com participações de Leaders Of The New School do praticamente adolescente Busta Rhymes, Lord Jammar e Sadat X do Brand Nubian. 

O disco é realmente um dos mais consistentes já gravados na história do Hip Hop com uma estrutura instrumental de gente grande, letras inteligentes, nuances entre uma música dando continuidade em todas as canções onde você pode ouvir ele da primeira até a última faixa que você realmente não vai enjoar, a continuidade do álbum é crucial, com certeza é dos poucos do Hip Hop que conseguiram fazer isso.

FREE DOWNLOAD :: BOSS BASS - LOVE FOR EVERYONE EVERYWHERE

Depois de um longo tempo de pesquisas e experimentos, está pronto meu novo projeto, chamado Boss Bass - [clique aqui para fazer o download].

Carregado com minhas influências, pensamentos e visões do mundo atual, tem o Dubstep, Dub e Drum n Bass como linguagens sonoras para representar minhas alegrias e aflições. 

Modulação é a palavra chave deste projeto que pauta as vertentes eletrônicas.  

O futuro da música Pós-revolução Digital é estimular o uso da arte como ferramenta de transformação social. 

Serviram de estímulo para esse projeto minhas visões políticas, cientificas e espirituais, dentre outras culturas às quais mantive contato e admiração. 

Boss Bass vem abordando o Universo musical ligado às novas tecnologias que causam mudanças na música mundialmente. 

Projeto de formato multimídia, conta também com a produção de vídeos e design gráfico, para suprir a carência de um complemento mais amplo de informações sobre o artista e suas influências e pensamentos. 

E a maneira de criação se torna mais ampla. 

De uma música, surge à referência para uma imagem em vídeo e do vídeo, para uma ilustração gráfica. E esse processo muitas vezes se fez de maneira inversa onde uma ilustração gráfica era a inspiração para criar uma música, uma imagem em vídeo e ai por diante. 

Sinta-se livre para repassar esse projeto adiante, comentar e criticar. 

A transformação pela arte através da coragem de quem se manifesta.

A revolução através da ação. 

O futuro da música é agora. 

Recortando e colando. 

Temos aqui a satisfação e a atitude de quem cria e estimula a sensibilidade humana. 

Aqui se cria algo. Que essa criação nunca pare de se transformar. 

Arte Livre.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

FYASHOP :: DADDY FREDDY :: U BROWN :: PRINCE ALLAH :: ROD TAYLOR :: EEK A MOUSE :: JR. KELLY :: SIZZLA :: BUJU BANTON :: ARIWA :: MASSIVE B


Segue abaixo alguns dos títulos a venda pelo FYASHOP, o catálogo completo pode ser visto pelo link http://lista.mercadolivre.com.br/musica/_CustId_44458595

LP - DADDY FREDDY - RAGGAMUFFIN SOLDIER/ R$ 35
http://youtu.be/8OPhwGLLcD4

LP - U BROWN - ROUGHER THAN THE REST/ R$ 35
http://youtu.be/JvV13LI0WvQ

LP - PRINCE ALLAH - MORE LOVE/ R$ 35
http://youtu.be/7VT54YJL5nY

LP - ROD TAYLOR - SHINNING BRIGHT/ R$ 35
http://youtu.be/j9_vj1refeY

LP - EEK A MOUSE - EEK A SPEEKA/ R$ 35
http://youtu.be/CVMz5BwG0iw

LP - JR. KELLY - RISE/ R$ 35
http://youtu.be/EelnpYt84G0

LP - SIZZLA - KING OF THE DANCEHALL/ R$ 35
http://youtu.be/Psi9iCAcTjk

LP - BUJU BANTON - UNCHAINED SPIRIT/ R$ 35
http://youtu.be/PvJMEiLA_k4


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sábado, 24 de setembro de 2011

PARALAMAS DO SUCESSO - SELVAGEM 25 ANOS

Olha, poucas bandas nacionais fizeram com que eu prestasse atenção em alguns trabalhos, atenção quer dizer ouvir minuciosamente, composição, arranjos e etc. Tenho a dizer que poucas bandas de reggae me chamaram a atenção quando comecei a realmente a prestar atenção no reggae, as duas principais aqui do Brasil foram Jualê de Toninho Crespo e Nômade de Rica "Caveman" que mais se aproximavam da sonoridade do que eu estava ouvindo e adquirindo de música jamaicana. Falar a verdade achava um tanto descompromissadas - politicamente falando as músicas do Paralamas, e com o tempo até que gostei de algumas letras de Herbert Viana, mas o disco Selvagem tenho sim uma cópia e tenho sim um apreço pelos arranjos e da forma que foram feitas na época, e olha que eu não publico tantas resenhas de discos nacionais das antigas como esse. Bom, ouvindo o disco hoje realmente ainda o considero um tanto malemolente e daria uma acelerada no pitch e uma engordada no baixo, mas é bom pra gente ter parâmetro do que foi em 86 e do que é hoje o reggae no Brasil, considero esse disco o mais influente dentre tudo o que Brasil produziu de reggae. E fica a pergunta: mudou muito a sonoridade das bandas de reggae nos dias de hoje? Eu penso que não.

João Barone, baterista do Paralamas  escreveu sobre o disco para o encarte do show no Sesc, no ínicio do ano:

"No final de 1985, estávamos ensaiando no apartamento da saudosa Vovó Ondina, local emblemático do começo dos Paralamas. Num intervalo, Herbert resolveu mostrar o esboço de uma nova composição, quando fez um preâmbulo sobre a estranheza que poderia causar. Sua expectativa era explicável. Ao longo desse ano movimentado, que começou com o Rock in Rio e terminava com uma turnê com até dois shows por noite, Herbert chamava para si toda a responsabilidade pelo que seria o próximo passo da banda. O cara do óculos vermelho de bermuda em breve se defrontaria com o desafio de superar suas marcas anteriores, começou a aguçar sua inspiração e por as mãos a obra. Para ele, era preciso arriscar mais, fugir do óbvio. Para isso, até operou os olhos e se livrou dos óculos, sua marca registrada. No segundo LP, a banda criou e afirmou uma assinatura sonora. Mas e agora? Isso lhe tirava o sono... Tanto que no final de outubro de 85, quando tive um acidente de carro em Porto Alegre, Herbert sentiu-se culpado por desejar que algo extraordinário acontecesse para frear nossa agenda...

"Foi assim que durante um pequeno recesso em que eu estava de perna engessada (o que não nos impediu de participar de um show em homenagem aos 20 anos de carreira de Gilberto Gil mesmo assim!), Herbert começou a maturar algumas composições novas, inspiradas no mergulho profundo que fizemos no reggae e na música africana. Bi Ribeiro teve papel determinante nisso, pois comprava todos os discos de reggae e afro que podia, nos apresentando toda hora coisas interessantíssimas que iam além das obviedades, como Mutabaruka, Dr. Alimantado, um tal de Yellow Man, Papa Wemba, Salif Keita, King Sunny Adé, para citar alguns poucos. Neste caldeirão também foram adicionadas doses de João Bosco, Gonzaguinha, Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy, Novos Baianos e Gil. Viajando tanto pelo Brasil, vimos e identificamos como a música negra havia se aclimatado aqui, especialmente na Bahia e fizemos o que alguns críticos entendidos explicaram depois como uma 'contra-diáspora negra', até chegarmos em Londres, via Angola com escala em Kingston. Para nós, descobrimos um Brasil brazuca, vira-lata. Caímos na real muito antes do Plano Real.

"Quando Herbert fez suspense pra mostrar pela primeira vez apenas com sua guitarra a melodia de canção que se tornaria conhecida como 'Alagados', não precisou de tantos volteios. O que gerou tal estranheza foi a semelhança da música - ainda sem letra - com um samba enredo."

"'E aí, gostaram?', perguntou Herbert. 'Parece um samba!', disse Bi, entreolhando pra mim, quando exclamamos em uníssono: 'do caralho!'. Isso pareceu aliviar Herbert. O bom astral resultante desse primeiro momento evoluiu na forma de uma demo que o Herbert gravou num porta-estúdio (na época, eram pequenos gravadores cassete de quatro canais), quando nos mostrou a canção bem perto do formato conhecido, já com a letra e uma beat box primitiva marcando o tempo. Dali a pouco, estaríamos entusiasmados com várias ideias de músicas que renderiam o repertório do próximo álbum, quando ainda tocávamos no apartamento da Vovó Ondina em Copacabana. Um fato marcante nesse momento foi uma foto que se destacava, entre outras, colada na parede do quarto de ensaio, onde aparecia o irmão do Bi, Pedro, estilizado como um índio na frente de uma barraca num acampamento nos tempos de Brasília. Quase que complementando a estranheza que o novo repertório que estávamos compondo poderia causar aos diretores de nossa gravadora - que deveriam estar esperando uma sequência de 'Óculos' ou 'Meu Erro' - Herbert olhou para aquela foto um tanto engraçada e rindo, disparou: 'que tal a gente por ESSA foto na capa do próximo álbum?'. Deu no que deu.

"No lado conceitual, estava pronto 'Selvagem?", que ainda recebeu um ponto de interrogação para tentar aumentar mais a estranheza de seu título. Na época, não planejamos um levante estético, estávamos apenas dando linha ao nosso ideal um tanto incosequente de fazer o que nos dava na telha. Mas tínhamos noção do contraponto que escolhemos, frente ao modelo anglo-saxão tão usado pelos artistas de nossa geração e de algumas bandas que despontavam na época. Nos destacamos da paisagem, como se tivéssemos nos pintado de verde-limão fosforescente. No lado prático, quisemos nos garantir de que a aventura seria ao menos bem registrada: convidamos Liminha para produzir o álbum, ele ouviu as demos, gostou e topou trabalhar com a gente. Convidamos Gil para cantar em 'Alagados' e que ainda compôs 'A Novidade'. No estúdio, gravamos usando a percussão de Marçal, Liminha tocou guitarras e teclados, usamos ecos e efeitos de dub à la Lee Scratch Perry. Os vídeos de Roberto Berliner para 'Alagados' e 'A Novidade' terminaram de explicar tudo para quem ainda não havia entendido a proposta.

"Vinte e cinco anos depois, não mudaríamos uma nota de nada que foi feito"



12/10/2011 :: 11a FESTA DO DIA DAS CRIANÇAS NO JD. LEME


A Firma é uma instituição associativa que surge da necessidade de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população do Jd. Leme e adjacências e tem como objetivo principal a criação de projetos culturais que incentivem ás crianças, jovens e adultos a uma vida com mais cultura, esporte, lazer, informação, conhecimento e entretenimento, para isto mantém articulações com diversos setores da sociedade em busca de viabilização para realização de suas atividades. Por meio de um processo de desenvolvimento comunitário que prioriza as crianças e os adolescentes como agentes transformadores de seu meio social, realizando diversas intervenções dentro e fora da comunidade. Com espírito coletivo a associação ao longo dos anos tornou-se referência de praticas sociais na região sul da Capital de São Paulo,mas precisamente no Município de Taboão da Serra. 

 A FIRMA é o resultado de uma união sincera entre a comunidade local que buscam fomentar soluções para os problemas que assolam nossa juventude que aparecem nos índices de desenvolvimentos sociais constando como uma parcela vitima da vulnerabilidade social. Não concordando com os atuais índices. A FIRMA tem proposto a comunidade uma nova forma de pensar a vida social, incentivando o voluntariado o protagonismo juvenil, a auto sustentabilidade e a economia solidária na região, buscando humanizar as relações em busca de um mundo melhor para todos nós.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

25/09/2011 - DUBDEM SOUND SYSTEM @ CARAPICUÍBA

Dubdem é reggae. É conceito e filosofia. É Jamaica, mas também é genuinamente brasileira.

Mais que um sound system, Dubdem é um grupo de pessoas unidas com o objetivo de valorizar a cultura jamaicana e promover sua integração com a cultura brasileira, através de diversas expressões da arte como a música e o design gráfico. Este conceito nasceu há mais de 18 anos, com o início de uma coleção particular de discos de reggae e também com a pesquisa freqüente sobre a música e a cultura jamaicana.

Mas foi em 2006, após a viagem de Dubdem e FabDub à Jamaica que veio a inspiração para a começar o Dubdem Sound System. No mesmo ano, Dj Jah Uli passou a integrar a equipe, que permanece até hoje.

O estilo Dubdem faz uma referência direta aos sound systems jamaicanos dos anos 80, como King Tubby’s Hi-Fi, Jack Ruby’s Hi-Fi, Saxon, Volcano Skateland, Youth Promotion, Jammy’s, Black Scorpio, entre outros. Essa influência está presente não só na seleção musical, mas essencialmente no espírito rub a dub.

Rub a dub, mais do que um subgênero do reggae, é uma atitude e modo de ser. É como é chamada a festa que promove a integração popular, estabelecendo um sentimento comum de positividade. O sound system, na Jamaica, é um momento especial, no qual se pode dançar muito, mas muito mesmo, com uma sensação irie flutuando pelo ar e um sorriso que teima em não sair do rosto. Um momento para ouvir boa música e ainda mensagens conscientes. Por isso, a seleção musical, além do rub a dub, toaster e dancehall dos anos 80, também avança o tempo e chega até os dias de hoje com o new rootz. Ao mesmo tempo, resgata as raízes com uma sessão cultural Nyahbinghi, enquanto mensagens positivas e conscientes de Dj Jah Uli e FabDub se misturam às batidas do coração (the heartbeat, como é chamada a batida do Nyahbinghi).

Após mais uma viagem à Jamaica em janeiro de 2009, a Dubdem também começou a produzir dubplates (gravações especiais para a seleção do sound system) na Jamaica, mais precisamente em Negril e Port Antonio. Diversos nomes do reggae jamaicano gravaram músicas para o sound system, como os veteranos Carl Dawkins e Henkel Irie, além de novos nomes como Natty King, Singing Caesar, Natural Living e o já integrante do crew Dubdem: Sugar Dee.

Totalmente dedicado a atuar como uma câmara de eco, reverberando o espírito rub a dub, o Dubdem Sound System usa o reggae como unificador de diversas culturas. Assim, valoriza as raízes da proposta do sound system, ao estilo da tradição jamaicana e, ao mesmo tempo, reinterpreta esta filosofia, introduzindo a era contemporânea do reggae.


domingo, 18 de setembro de 2011

NAS & DAMIAN "JR. GONG" MARLEY - PATIENCE [TRADUÇÃO]

É inegável que o álbum Distant Relative de Nas & Damian Marley é um dos melhores discos trabalhando com duas vertentes Hip Hop e Dancehall. E nesse disco, grande parte do material é sampler de outros outros discos, e em sua maioria músicos africanos ou jamaicanos.

Uma dessas músicas que teve seu sampler incluso, álias o refrão é a música inteira do duo africano Amadou & Mariam da música Sabali, que numa transliteração livre significa "Paciência". O clip mesmo da música que estava postado foi desativado pela VEVO para incorporação, mas o clip é o que eu mais gostei de todos os quatro que a dupla lançou, clique aqui para assistir e sabali para todos que estamos precisando e de muita. Paz!!!




NAS & DAMIAN "JR. GONG" MARLEY - PATIENCE

[Nas]
This one right here is for the people
[Essa daqui é para o povo]

(Sampler - AMADOU & MARIAM, “SABALI”)
Sabali, Sabali, Sabali, yonkontê
Sabali, Sabali, Sabali, kiye
Ni kêra môgô
Sabali, Sabali, Sabali, yonkontê
Sabali, Sabali, Sabali, kagni
Ni kêra môgô

[Nas]
Ay yo D. Lets go all the way on this one.
[Ay yo D. Vamos todo o caminho pra essa.]

[Damian Marley]
Some of the smartest dummies
[Alguns dos mais espertos otários]
Can’t read the language of Egyptian mummies
[Não conseguem ler a linguagem das múmias Egípcias]
An’ a fly go a moon
[E voam para ir a lua]
And can’t find food for the starving tummies
[E não conseguem encontrar comida para seus estômagos famintos]
Pay no mind to the youths
[Não pagam a mente para os jovens]
Cause it’s not like the future depends on it
[Porque não é como se o futuro dependesse disso]
But save the animals in the zoo
[Mas eles salvam os animais em zoológicos]
Cause the chimpanzee dem a make big money
[Porque chimpanzés dão um monte de dinheiro]
This is how the media pillages
[É assim que a mídia faz pilhagem]
On the TV the picture is
[Na TV a imagem é]
Savages in villages
[Selvagens em aldeias]
And the scientist still can’t explain the pyramids, huh
[E o cientista não consegue explicar as pirâmides, huh]
Evangelists making a living on the videos of ribs of the little kids
[Evangelistas ganham a vida nos vídeos mostrando a costela das criancinhas]
Stereotyping the image of the images
[Estereotipando a imagem das imagens]
And this is what the image is
[E isto é o que a imagem é]
You buy a khaki pants
[Você compra uma calça caqui]
And all of a sudden you say a Indiana Jones
[E de repente você se diz um Indiana Jones]
An’ a thief out gold and thief out the scrolls and even the buried bones
[E um rouba o ouro o rouba os pergaminhos e até os ossos enterrados]
Some of the worst paparazzis I’ve ever seen and I ever known
[Alguns dos piores paparazzis que eu já vi e já conheci]
Put the worst on display so the world can see
[Coloca o pior em exibição para que o mundo pode ver]
And that’s all they will ever show
[E isso é tudo o que vão mostrar]
So the ones in the west
[E assim os do oeste]
Will never move east
[Nunca se movem para o leste]
And feel like they could be at home
[E sente como se pudesse estar em casa]
Dem get tricked by the beast
[Eles foram enganados pela besta]
But a where dem ago flee when the monster is fully grown?
[Mas para onde eles vão se o monstro está totalmente crescido?]
Solomonic linage whe dem still can’t defeat and them coulda never clone
[Linhagem Salômonica seguimos sem derrota e eles nunca vão poder clonar]
My spiritual DNA that print in my soul and I will forever Own Lord
[Meu DNA espiritual impresso na minha alma eu vou sempre possuir Senhor]

Sabali, Sabali, Sabali, yonkontê
Sabali, Sabali, Sabali, kiye
Ni kêra môgô
Sabali, Sabali, Sabali, yonkontê
Sabali, Sabali, Sabali, kagni
Ni kêra môgô

[Nas]
Yeah, Sabali. Thats patience. That's what the old folks told me...
[Sim, Sabali. Isso é paciência. Isso é o que os velhos me disseram...]
Discovering the World before this World. A World buried in time.
[Descobrindo o Mundo antes deste Mundo. Um mundo enterrado no tempo.]
Uncover with rhymes. It gets no realer.
[Descubra com rimas. Não tem mais realidade.]

[Damian Marley]
Huh, we born not knowing, are we born knowing all?
[Huh, nós nascemos sem saber, nós nascemos sabendo tudo?]
We growing wiser, are we just growing tall?
[Estamos crescendo mais sábios, ou estamos apenas crescendo em altura?]
Can you read thoughts? can you read palms?
[Você consegue ler pensamentos? Você consegue ler a palma das mãos?]
Huh, can you predict the future? can you see storms, coming?
[Você consegue prever o futuro? Você consegue ver tempestades vindo?]
The Earth was flat if you went too far you would fall off
[A Terra era plana, se você fosse longe demais caia]
Now the Earth is round if the shape change again everybody woulda start laugh
[Agora a Terra é redonda e se a forma mudar de novo todo mundo vai começar a rir]
The average man can’t prove of most of the things that he chooses to speak of
[O homem mediano não consegue provar a maioria das coisas que escolheu pra falar]
And still won’t research and find out the root of the truth that you seek of
[E continua não buscando e encontrando a raiz da verdade que você procura para]
Scholars teach in Universities and claim that they’re smart and cunning
[Ensinar na escola nas Universidade e afirmar que isso é ser mais esperto e astuto]
Tell them find a cure when we sneeze and that’s when their nose start running
[Diga para eles acharem uma cura quando espirrar e seus narizes começar a escorrer]
And the rich get stitched up, when we get cut
[E os ricos ficarem costurados, quando tem um corte]
Man a heal dem broken bones in the bush with the wed mud
[Homem cura seus ossos quebrados com arbusto e lama]
Can you read signs? can you read stars?
[Você consegue ler sinais? Você consegue ler estrelas?]
Can you make peace? can you fight war?
[Você consegue fazer a paz? Você consegue lutar contra a guerra?]
Can you milk cows, even though you drive cars? huh
[Você consegue ordenhar as vacas, apesar de dirigir carros?]
Can you survive, Against All Odds, Now?
[Você consegue sobreviver contra todos os jogos, agora?]

Sabali, Sabali, Sabali, yonkontê
Sabali, Sabali, Sabali, kiye
Ni kêra môgô
Sabali, Sabali, Sabali, yonkontê
Sabali, Sabali, Sabali, kagni
Ni kêra môgô

[Nas]
It’s crazy when you feed people the truth you don’t know how they’re gonna react. You’re scared of wrong doers, people that just ignorant, You’re scared of the truth, be patient for now.
[É doidera quando você alimenta pessoas com verdade, você não sabe como vão reagir. Vocês estão amedrontados com a iniqüidade, pessoas assim são apenas ignorantes. Vocês estão amedrontados com a verdade, seja paciente por agora.]

[Nas]
Who wrote the Bible? Who wrote the Qur’an?
[Quem escreveu a bíblia? quem escreveu o Alcorão?]
And was it a lightning storm
[E foi uma tempestade com raios]
That gave birth to the Earth
[Que deu origem a Terra]
And then dinosaurs were born? damn
[E os dinossauros nasceram? Droga]
Who made up words? who made up numbers?
[Quem fez as palavras? Quem fez os números?]
And what kind of spell is mankind under?
[E que tipo de magia está sob a humanidade?]
Everything on the planet we preserve and can it
[Tudo no planeta nós preservamos e ainda podemos]
Microwaved it and try it
[Experimentar microondas]
No matter what we’ll survive it
[Não importa o que nós vamos sobreviver]
What’s hue? what’s man? what’s human?
[O que é cor? O que é homem? O que é humano?]
Anything along the land we consuming
[Nada ao longo da terra que consumimos]
Eatin’, deletin’, ruin
[Comendo, deletando, ruindo]
Trying to get paper
[Tentando conseguir papel]
Gotta have land, gotta have acres
[Tem que ter terra, tem que ter acres]
So I can sit back like Jack Nicholson
[Para que eu possa me sentar tipo Jack Nicholson]
Watch niggas play the game like the lakers
[Vendo pretos jogar o jogo como o Lakers]
In a world full of 52 fakers
[Em um mundo cheio de 52 falso]
Gypsies, seances, mystical prayers
[Ciganos, sessões espiritas, oradores místicos]
You superstitious? throw salt over your shoulders
[Você é supersticioso? Jogue sal sobre seus ombros]
Make a wish for the day cuz
[Faça um desejo para o dia porque]
Like somebody got a doll of me
[Como alguém tem uma boneca pra mim]
Stickin’ needles in my arteries
[Espetando agulhas nas minhas artérias]
But I can’t feel it
[Mas eu consigo sentir]
Sometimes it’s like ‘pardon me, but I got a real big spirit’
[Alguns momentos são "me perdoe, mas eu tenho um espirito grande de verdade]
I’m fearless…. I’m fearless
[Sinto menos medo.. Sinto menos medo]
Don’t you try and grab hold of my soul
[Não tente agarrar a minha alma]
It’s like a military soldier since seven years old
[É como um soldado militar desde os sete anos de idade]
I held real dead bodies in my arms
[Segurei cadáveres de verdade nos meus braços]
Felt their body turn cold, oh
[Sentir seu corpo ficando frio, oh]
Why we born in the first place
[Porque nascemos em primeiro lugar]
If this is how we gotta go?
[Se é assim que temos que ir]
Damn.
[Droga]

This goes to all the wisdom and knowledge seekers of the World. Sabali, Patience, yeah.
[Essa vai para todos os que buscam conhecimento e sabedoria no Mundo. Sabali, Paciência, sim.]


ENCONTRO COM MILTON SANTOS: O MUNDO GLOBAL VISTO DO LADO DE CÁ [DOCUMENTÁRIO]


Encontro com Milton Santos ou: O Mundo Global Visto do Lado de Cá

Milton de Almeida Santos nasceu em Brotas de Macaúbas, no interior da Bahia, no dia três de maio de 1926, formou-se em Direito no ano de 1948, pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), e foi professor em Ilhéus e Salvador. Em 1958, voltou da Universidade de Estrasburgo, na França, com o doutorado em Geografia.

Milton foi preso e exilado pelo Golpe de 64. Entre os anos de 1964 e 1977, ensinou na França, Estados Unidos, Canadá, Peru, Venezuela e Tanzânia. Foi o único brasileiro a receber o Prêmio Vautrin Lud, considerado o Nobel de Geografia. Escreveu mais de 40 livros, entre eles “Por Uma Outra Globalização” (2000) e “Território e Sociedade no Século XXI” (2001) que alertavam para os perigos causados pelo processo de globalização nos países em desenvolvimento.

Essa pequena introdução se faz necessária, já que Silvio Tendler não se estendeu sobre a vida do homem Milton, e sim sobre a obra de Milton. Uma decisão que se mostrou acertada. Nos 89 minutos do documentário Encontro com Milton Santos ou: O Mundo Global Visto do Lado de Cá, o diretor se debruça sobre as teses do pensador Milton. Vários cineastas consagrados são arredios à ideia das biografias. “Querem me conhecer? Vejam meus filmes!” Essa frase pode ser atribuída a Hitchcock, Buñuel, ou Fellini. Seguindo essa linha de raciocínio, Silvio Tendler deixou a pesquisa biográfica para a curiosidade do público.

O cineasta conheceu Milton Santos em 1995, e desde então tinha planos para filmar o geógrafo. Os anos foram passando e, somente em 2001, Tendler realizou o que seria a última entrevista de Milton (que viria a morrer cinco meses depois). Baseado nesse primeiro ponto de partida o documentário procura explicar, ou até mesmo elucidar, essa tal Globalização da qual tanto ouvimos falar.

“É na evidência das contradições e dos paradoxos que constituem o cotidiano desta globalização que Milton Santos enxerga as possibilidades, já em andamento, de construção de uma outra realidade. Inova, portanto, quando, ao invés de se colocar contra a globalização, propõe e aponta caminhos para uma outra globalização. Agora, o novo vem da periferia. Como exemplo de uma cultura que surge dos ‘de baixo’, o professor cita o movimento Hip-Hop.”, revela Silvio.

O documentário percorre algumas trilhas desses caminhos apontados por Milton, vemos movimentos na Bolívia, na França, México e chegamos ao Brasil, na periferia de Brasília. Em Ceilândia, a câmera nos mostra pessoas dispostas a mudar as manchetes dos jornais que só falam da comunidade para retratar a violência local. Adirley Queiroz, ex-jogador de futebol, hoje cineasta, estudou os textos de Milton e procura novos caminhos para fugir do ‘sistema’ ou do Globaritarismo – termo criado por Milton Santos para designar a nova ordem mundial.

Para tornar o documentário atraente ao público acostumado à ficção ou aos telejornais, Tendler usa uma montagem ‘moderninha’ com gráficos e animações. Atores globais foram chamados para narrar o texto sobre Globalização: Beth Goulart, Fernanda Montenegro, Milton Gonçalves, Matheus Nachtergaele e Osmar Prado. Mas, na verdade, o que realmente importa é o conteúdo do filme. Num país tão carente de pensadores e e até mesmo ideais, um filme como esse deveria ser de exibição obrigatória nas salas de aula. Um sonho, uma utopia se pensarmos que será um grande desafio manter o documentário um mês em cartaz no eixo Rio-São Paulo.

Milton Santos, geógrafo e livre pensador, dizia que a maior coragem, nos dias atuais, é pensar, coragem que sempre teve. O documentário de Silvio Tendler não é uma cinebiografia, nem pretende ser, mas atingiu o objetivo principal de seu personagem: fazer pensar.

“Creio que as condições da história atual permitem ver que outra realidade é possível. Essa outra realidade é boa para a maior parte da sociedade. Nesse sentido, a gente é otimista. A gente é pessimista quanto ao que está aí. Mas é otimista quanto ao que pode chegar”.

Milton Santos (1926-2001).

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

RASCLAAT - DROGAS E DEMOCRACIA

Ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso
É impressionante como as pessoas mudam de lado ou interesse de uma hora para outra - sim de uma hora para outra, não há como prever como será o futuro ou ter uma visão clara ou distorcida de fatos que irão acontecer, mas uma coisa é séria, hoje as pessoas mudam de opinião mais rápido que antigamente, será epifania ou simples retórica, não importa, hoje se constrói ou se destrói a imagem de uma pessoa em fração, aquele post no facebook ou no twitter com o nome daquele cara ou fulana desconhecida, que seja, que deitou na cama um carinha ou fulaninha, as notícias são tão instantâneas que daqui há alguns anos, você talvez nem vá gostar mais de dub, porque surgiu o dubstep e logo surge um outro rótulo, enfim, não é disso que se trata o post. 

Mas mudanças de opinião - que penso serem sempre válidas, são diferentes de mudança de interesse ou lado, em suma a maioria das vezes que uma pessoa ou um corporativo muda sua opinião ou lado da história, principalmente sendo políticos  - aposentados ou não, é porque em determinado momento estava em cima de um muro, lá naquele cantinho bem escondido onde não levava pedrada nem tiro de nenhum dos lados ou lucrava com as pedras que eram atiradas. Esse político não levava pedrada do Estado, nem do Governo, nem da Polícia, nem do traficante, e nem do usuário. Esse último, na verdade sempre foi o que mais sofreu com todas as ações e sanções impostas pelo governo e classe conservadora que o encara como um pré-bandido, que se for menor de idade (ou dimenor como a policia diz) será encaminhado a antiga FEBEM - desse nome você deve se lembrar, para fazer estágio de criminalidade e após fazer a pós em um presidio de segurança média.

Mas hoje, com o PT a frente do governo nos últimos oito anos e agora com mais quatro anos de mandato com a Dilma a frente, e os tucanos com o pré candidato a presidência José Serra cada vez mais fraco e com oposição quase nula, o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso decidiu, há uns dois anos praticamente, tocar numa ferida aberta há muito tempo, que é o uso e o tráfico de drogas. 

Bem, como de intenção o inferno está cheio e lenga lenga também, FHC hoje está fazendo a parte dele que é mudar de lado e opinião quanto a mal eficiência do Governo Federal em relação ao tráfico. O start principal (talvez tenha sido) foi o ótimo documentário Cortina de Fumaça onde já expressava a mudança de opinião quanto a tratativa ao tráfico e o consumo de drogas. Ponto positivo, elevou a discussão em um patamar maior, hoje em dia existe até mesmo a "Comissão Latino-Americana de Drogas e Democracia", onde fazem parte políticos como o FHC e ex-presidentes da Colômbia e México, onde se concentra o maior foco de produção e tráfico de drogas de médio e grande porte. 

E nessa ação política-modernista-contemporânea da classe mais conservadora, figuras carimbadas pela sua tolerância zero no combate as drogas como Bill Clinton - figura que combateu Pablo Escobar, líder na época do Cartel de Medellin, um dos principais cartéis de drogas da Colômbia. Clinton nos seus dois primeiros anos de mandato como Presidente do EUA, barganhou e conseguiu o impeachment do mesmo  quando foi eleito Senador na Colômbia, mas devido seu envolvimento com o tráfico foi banido do cargo, com o dedo metido claro da C.I.A. (Criminals In Action) e o FBI. Em 1993 Pablo Escobar foi assassinado, e Bill Clinton reeleito. É impressionante que, todos os que os EUA consideram seus inimigos são assassinados, vide os últimos como Saddam Hussein; enforcado e Osama Bin Laden; morto a tiros e jogado ao mar. 

Em suma, nenhum dos lados é bom ou mal, são na verdade uma moeda que  só tem uma cara, independente de qual dos dois lados esteja a frente, quem realmente sofre somos nós com política principalmente econômica que afeta a inteligência, ética, bons costumes e tudo o que um ser humano deveria ter ao se tornar uma autoridade pública. 

Após a "Comissão L. A. de Drogas e Democracia", e o envolvimento de figurões políticos, além de Bill Clinton, também emergiram Kofi Annan, e uma laia imensa de políticos de primeira linha em prol dessa restruturação da filosofia de combate as drogas chamada de  "Comissão Global de Policiamento de Drogas" numa tradução livre. A idéia principal de tudo isso; cuidar do usuário. 

Bem, nada contra, que cuidem e cuidem bem, mas lembre do inicio do artigo, sobre mudar de lado e interesse em prol de uma causa própria e lucro subversivo. Nos últimos anos dezenas de livros e documentários foram feito tratando da maconha e demais drogas, das leis impostas, e da lucratividade que cartéis, comandos e a banda podre da policia tem com o tráfico. Vamos só dar uma pausa para refletir sobre alguns fatos;

> O Paquistão é um dos maiores produtores de papoula e maconha do mundo, base para drogas como cocaína - você lembra quem invadiu o Paquistão e ocupou os campos de papoula "para impedir o tráfico" há pouquíssimo tempo atrás.

> Fazendo parte da Comissão Latino Americana de Drogas e Democracia estão os ex-presidentes da Colômbia e México.  A Colômbia sempre esteve no Top Três de produção de drogas no mundo.

> Uma das fronteiras mais frágeis do mundo, é a do Brasil onde a entrada e saída de drogas e armas, fez do país um dos que mais tem mortes relacionadas ao tráfico, e pelos números qualquer país da África em guerra civil perderia para o nosso número de mortos.

Agora vamos pensar como esses políticos, entendendo que o mundo - Europa e EUA, porque o resto não é mundo é o Terceiro Mundo apenas, Europa e EUA tem hoje um dos maiores vai-e-vem de dinheiro do planeta, e grande parte desse dinheiro são da venda e o consumo de drogas. E como político um mercado como esse incluiria laboratórios de pesquisa, industria farmacêuticas, industria agrícolas, tudo isso e muito mais controle (não legalização) pelos governos com recolhimento de impostos, venda controlada e tudo mais que você pode imaginar que o governo faria no controle do tráfico, ops, do comércio e uso de drogas, existe um depoimento do Arnaldo Jabor muito interessante sobre o tema, e diz em 2009 a antecipação do que está acontecendo hoje. Comércio de drogas é hoje a maior mina de ouro, desde o tabaco e álcool que em determinado momento da história também começaram com extremo controle, e depois se tornaram produto privado com tributação de impostos absurda, duas das maiores empresas estão bem aqui e se chamam Vera Cruz e AMBEV, que para existirem pagam absurdos em impostos, valores que somados  seriam maiores que o PIB de muitos países. 

Penso eu que, de intenção realmente o inferno está cheio, e de politicagem também. A atitude (até seria) nobre de FHC de reconhecer que sua atitude quando Presidente do Brasil, sendo manipulado no combate as drogas pelos EUA de Bill Clinton na época, que também atazanou a vida da Colômbia, resultando em diversos seqüestros de jornalistas e ativistas pelas FARC, tem podre de todos os lados por parte desses bons velhinhos que um dia todos foram lobos maus, que hoje estão vestindo tênis de cânhamo para fazer caminhada. Deixamos de ser a república das bananas e cocô verde, para num futuro próximo Pernambuco poderá se tornar um dos maiores exportadores de maconha do mundo, imagine só.

O maior objetivo aqui é a reflexão da postura, das atitudes, e as mudanças de opinião que de certa forma foram repentinas e astutas se levarmos em conta todas as crises econômicas que estão acontecendo em diversos países e chegando muito em breve por aqui, e o que realmente essas ações de agora irão causar no nosso futuro, já que de forma direto o efeito será contra a nós. Deixo dois pensamentos finais para fechar o texto antes de você assistir a entrevista do FHC para a Globo News falando sobre documentário; "País pobre já é pobre, mas país rico não quer ficar pobre" e a última "Quem fica em cima do muro, toma tiro dos dois lados, mas quem está na correria do dia a dia, acabando levando uma pedrada ou bala perdida."



Por RAS Wellington

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

FYASHOP :: DON CARLOS, ROD TAYLOR, HUGH MUNDELL, JUNIOR BYLES, BARRINGTON LEVY, BIG YOUTH, KEITH HUDSON, AUGUSTUS PABLO, THE SILVERTONES, JAH LION...

Segue abaixo alguns dos títulos a venda pelo FYASHOP, o catálogo completo pode ser visto pelo link http://lista.mercadolivre.com.br/musica/_CustId_44458595

7INCH - DON CARLOS - SPECIAL REQUEST/ R$ 18,99
http://youtu.be/TJmgff1n5Rg

7INCH - ROD TAYLOR - STAND UP FIRM/ R$ 18,99
http://youtu.be/Oepg1wNCTF0

7INCH - ROD TAYLOR - YES WE GONNA GET OVER/ R$ 18,99
http://youtu.be/tyGraq-ANfs

7INCH - HUGH MUNDELL - 24 HOURS A DAY/ R$ 18,99
http://youtu.be/JpUQPdZBCfM

7INCH - DON CARLOS - HEY MR. BABYLON/ R$ 18,99
http://youtu.be/xvCGpOjSqq8

7INCH - JUNIOR BYLES - LORNA BABANA/ R$ 20,00
http://youtu.be/lo7M9bJPLlU

7INCH - BARRINGTON LEVY - I'M NOT IN LOVE/ R$ 20,00
http://youtu.be/6e5OmcRp28M

7INCH - BIG YOUTH & KEITH HUDSON - CAN YOU KEEP A SECRET/ R$ 20,00
http://youtu.be/ZTSVzY8kA38

7INCH - AUGUSTUS PABLO - AQUARIUS ROCK/ R$ 20,00
http://youtu.be/QUNPkqkolx4

7INCH - HUGH MUNDELL - JAQUELINE/ R$ 18,99
http://youtu.be/kmeWHQ6R2vI

7INCH - THE SILVERSTONES - REJOICE JAH JAH CHILDREN/ R$ 18,99
http://youtu.be/kvYbu-pEl1M

7NCH - JAH LION - COLUMBIA COLLIE/ R$ 18,99
http://youtu.be/z_hoa0xAOOc


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sábado, 10 de setembro de 2011

MARCUS GARVEY - DECLARAÇÃO A IMPRENSA - NO RECURSO DA FIANÇA - 10/SET/1923

Mexendo em alguns arquivos aqui em casa achei o impresso desse discurso de Marcus Garvey, feito no 10 de Setembro de 1923. Falando sobre a forma que sua prisão foi esquematizada pelo Governo dos Estados Unidos e pelo FBI, tratado como ameaça a sociedade. Fácil associar o caso de Marcus Garvey com os de hoje, como os Estados Unidos trataram Malcom X, Martin Luther King, Huey P. Newton, Mumia Abu Jamal e tantos outros. EUA nunca foi e nunca vai ser sinônimo de justiça. Sem Justiça, Não Há Paz.

Marcus Mosiah Garvey
"Minha detenção na prisão enquanto aguardava o julgamento do meu caso em nada afetou a minha visão de justiça. Para aqueles que estão conscientes de si mesmos, não pode haver incriminação de fora, deve ser de dentro. Quando a consciência de um homem convence-lo, então não há recurso: Graças a Deus eu não sou condenado. Eu não estou irritado com o que foi feito para mim, é natural e esperado que, em um esforço como o meu para servir a humanidade - humanidade e negros, que poderosos inimigos serão encontrados. Os inimigos que eu tenho são principalmente de minha própria raça e eles têm trabalhado duro e longo para desacreditar e destruir-me. Eles só conseguiram no entanto, despertar o espírito de luta de milhões de homens negros em todo o mundo. Não há nada para disparar um povo à ação como injustiça, e tenho certeza que o tempo vai dizer o bom que tem sido feito para a minha causa, pela injustiça dado a mim nos últimos três meses. A experiência que tive, vai me ajudar muito na determinação e condução da obra que está à frente de mim. Um grande número de pessoas só olhou e gostou do que lhes parecia ser o lado humorístico do meu programa.

Não há mais humor nele do que encontramos em todos os outros movimentos de reforma séria que começaram para a elevação da humanidade. Os jornais, no entanto fazem rir como uma recreação, e uma quebra na monotonia da vida delabuta econômica e discórdia social. Se eu oferecia algumas diversões, espero que o público não me culpe por isso, porque eu sou o oposto direto do palhaço. Eu sou sério, eu tenho apenas um único propósito, e que é a elevação e melhoria da minha raça. Minha detenção na prisão depois do meu pedido de apelo e fiança, mas foi um reflexo do estado de espírito do Sr. Maxwell S. Mattuck, o procurador da República adjunto, que tentou o meu caso para o Governo. Não estou culpando o Governo para a minha convicção e detenção na prisão. O Governo não pode representar a si mesmo. Se às vezes nós encontramos decepções na representação do Governo. devemos razão que nem todos os homens pensam e agem iguais. Algumas pessoas são dignas de, e dignificar qualquer posição que ocupam, outros por outro lado, no seu melhor, mas são libelos à decência e decoro. Os métodos que têm sido usados ​​para prejudicar o tribunal e o público contra mim, são de moldes a nos tornar, tremem de medo que, provavelmente, centenas de milhares depessoas inocentes ter perdurado e morreram nas prisões devido a prática de um tal sistema injusto e representantes dos governos indignos. Vou fazer uma luta para chamar a atenção do povo e do governo deste grande país sobre os métodos usados ​​para o mal caminho para a minha prisão, para roubar-me do meu nome, para destruir o meu trabalho para o prazer de organizações rivais, e a tentativa para me impedir de falar com a grande consciência americana por uma supressão da liberdade de expressão, e um amordaçamento da imprensa. Estou feliz, e sinto-me orgulhoso, temos dignos representantes no governo para fora do balanço de qualquer tentativa singular de distorção e injustiça.

Nossas instituições e do país viverão para sempre, desde que as pessoas tais como homens dignos representantes a quem podemos sempre recorrer das ações e maquinações dos injustos. Eu amo a América para suas leis, constituição e seu maior senso de fair play e justiça. Sempre se pode encontrar a justiça nos Estados Unidos. Eu tenho que agradecer aos meus amigos brancos e os membros da minha organização, como também o grande número de cidadãos de mente liberal coloridas que levantou sua voz em protesto, e que ajudou, em geral, meu ser admitido à fiança. Eu tenho que agradecer ao juiz e todos aqueles que tinham a ver com o meu ser livre. Os poucos injustos, pessoas brancas que agiram contra nós foram mal informados, pois não tenho culpa por eles. Eles gostam da grande maioria, não entendem o Negro, mas espero que agora façam um estudo mais profundo do conto de portadores de nossas raça que fabricam contra seus próprios favores especiais. Minha prisão de quase três meses, mas tenho mantido maior serviço muito para as pessoas que eu amo tanto e que me amam. Eu não tinha dinheiro antes de eu ser indiciado. Eu não tinha nenhum quando eu tinha tentado, e não quando eu estava condenado e sentenciado, porque eu dei tudo para o movimento, mas as pessoas que eu servia, e quem me conhece, não me abandonaram. Eles foram presos por mim e pagaram a minha defesa, e subscrito por minha fiança.

Estas são as pessoas que meus inimigos me acusaram de fraudar. Este "perseguido não ter perdido um centavo no empreendimento da nossa organização. Ele nunca colocou um centavo dele, mas eles são tão lesados.Tenho certeza de que a América branca, faça algo quando devidamente informada, concordam conosco que a única solução do problema do negro é dar ao negro um país de sua própria cor na África e por isso eu estou trabalhando sem desculpas. Eu estava bem tratado pelos funcionários da prisão Warden. Nunca me esquecerei a atitude gentil e simpática daqueles dignos representantes do nosso Governo. Também estou feliz em dizer que não um dos meus companheiros de prisão branca acreditou em mim culpado do crime imputado contra mim. É incrível, mas os prisioneiros parecem manter um guia sobre tudo o que está acontecendo nos tribunais. Meu caso era bem conhecido para eles, de modo que quando eu cheguei na prisão, eles estavam todos surpresos e revoltados com os resultados. Eles tinham uma palavra de simpatia por mim. Alguns dos presos que conheci eram honestos o suficiente para admitir sua culpa por qualquer crimes que foram acusados, mas acredito que há outros que também são vítimas inocentes de circunstâncias. Várias amigos brancos de mente liberal me visitaram na prisão, e fizeram o seu melhor para mim na causa da justiça. Não estou pedindo por misericórdia ou simpatia, eu estou pedindo por justiça, e eu tenho confiança em nossa Constituição para saber que não será negada a mim. Crime e os criminosos, esse deve ser o dever dos poderes para lidar com o crime para buscar medidas e métodos para evitar comissão, do que para inspirar e fabricá-lo. A maioria daqueles que são responsáveis ​​pela correção de crime contam com mais de quantos desgraçados que têm condenado como um meio para a reputação, do que quantos têm ajudado a ir em linha reta e levar uma vida útil e ajudar a si mesmos e a sociedade. Buscar mais para prevenir o crime em vez de puni-lo.Se o método de fazer os criminosos de 95 por cento das pessoas acusadas de crime é continuo, será apenas um curto período, quando todos na nação terá nele, potencialmente, o sangue de criminosos."

"800"


Transliteração: RAS Wellington 

FREE DOWNLOAD - I-OCTANE - FOCUS MIXTAPE

Bom, ultimamente eu ando recebendo material até legal como essa mixtape do I-Octane, que conta com instrumentais e vocais bem versáteis, mas aparentemente parece que o cara já é conhecido de todo mundo - somente veio um post dizendo que a mixtape foi aclamada pelo NY Times, bom eu não leio o NY Times - e você lê? Uma dica, sempre que enviar algum material, envie um release básico, dizendo e onde você é, quem produziu, quando foi feito o seu trabalho, qual foi o conceito, fica bem mais interessante até mesmo para divulgar. 

Bom, a mixtape do  I-Octane - Focus, me agradou bastante, como disse, o singjay é bem versátil e até lembra um pouco o flow do I-Wayne. A mixagem da mixtape ficou por conta de Dev Kutta (Livity Movements) e ficou bem interessante, tem roots, lovers rock, alguns instrumentais R&B e Hip Hop, conta também com participação de Busy Signal, Spragga Benz, Trevor, Sean Paul e Collie Buddz, eu pensoque ele fez numa mixtape para todos os gostos, faz o download clicando aqui e depois me diz o que achou por e mail fyadub@yahoo.com.br.

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

FREE DOWNLOAD - EMICIDA, BEATNICK & K-SALAAM EM DOOZICABRABA E REVOLUÇÃO SILENCIOSA




No mês de julho o duo de produtores K-Salaam & Beatnick este aqui no Brasil para fazer algumas apresentações a produção de algumas músicas do Emicida. O Creator's Project foi responsável pelo encontra de Emicida com os produtores que resultou no trabalho "Doozicabraba e a Revolução Silenciosa", produzindo a música "Viva". De quebra o Creator's Project fez também um documentário sobre o Emicida, numa espécie de reality show sobre o seu dia a dia e trabalho, e cobriu a viagem do Emicida para gravar um disco com K-Salaam & Beatnick. O download do disco você faz clicando aqui.

E dia 11/9 a dupla volta para um segundo tempo, fazendo uma apresentação no Centro Cultural da Juventude (CCJ), junto com Beatdown - baterista que já tocou com Fort Minor, Pharaohe Monch, 50 Cent e vários outros artistas do Hip Hop, além de MV Bill, Don Pixote, Fabiana Cozza, Rael da Rima e Izzy Gordon.

O documentário você assiste clicando aqui

11/9 - Emicida, K-Salaam & Beatnick
Centro Cultural da Juventude
Av. Deputado Emílio Carlos, 3641
Vila Nova Cachoeirinha - Info (11) 3984-2466 

Z'ÁFRICA BRASIL - NOVO BLOG NO AR...


O Z'África Brasil acabou de lançar seu blog novo para você ficar ligado nas atualizações, lançamentos, shows e tudo o mais que o Z'África Brasil participa. Então fica ligado nas intervenções de Gaspar, Dj Tano, Pitchô e Funk Buia, PEIIII.


Z'África Brasil 

Z de Zumbi dos Palmares, líder afro brasileiro que comandou a maior fortaleza negra da América do Sul, o Quilombo dos Palmares. Resistência! Zumbi é Imortal. Salve Ogum grande guerreiro. Africa mãe, origem de todos na terra. Brasil terra prometida, o caldeirão das raças, Brasil um pedaço D’África. Formado em 1995 por Gaspar e Fernandinho Beatbox, só em 1997 teve sua formação completa, com entrada de Pitchô e Funk Buia. 


Começo.

Em 1997, o Z´Africa Brasil passou a fazer parte da Posse Conceito de Rua (Organização de grupos de Hip-Hop que trabalha seus elementos com fundamento cultural, social, político e educacional junto à comunidade). No mesmo ano, o grupo elaborou um projeto com a CEDECA Casa 10 (Centro de Defesa da Criança e Adolescentes) que trabalha com menores infratores no cumprimento de ordens para o incentivo à arte e projetos culturais como oficinas de grafite, dança, música e artes plásticas. 

Itália.

Em 1999 o grupo foi convidado a fazer o intercâmbio cultural Brasil X Itália em parceria com a Posse Conceito de Rua e CEDECA Casa 10, orgão que recebe ajuda de algumas famílias da Itália. Em terras estrangeiras, o grupo realizou 15 palestras, várias oficinas e 30 shows por todo o norte da Itália. Além disso, produziram de uma coletânea intitulada Z’África Brasil - Conceito de Rua que contou com vários grupos e artistas de rap italiano. Entre eles: Ricardo Rumore, Osteria Lyrical, DJ Zetta e Gente Guasta. 

França.

Em 2001, o grupo francês Assassin veio ao Brasil fazer apresentações no Sesc e conheceu o rap do Z'Africa Brasil. O resultado foi a gravação de duas faixas no Autoload Estudio, com produção de EricoTheobaldo. O grupo foi convidado a participar na coletanêa anual que o restaurante Favela Chic, Posto 9 II, lançado em setembro de 2002 pela BMG francesa com a faixa"Favela". Em duas versões remix do DJGringo da Parada, idealizador do selo Favela Chic. 

Em agosto de 2002 é lançado o aguardado album do grupo. Em setembro foram a Paris convidados pela família Favela Chic o que rendeu mais três shows pela cidade, e uma apresentação Parada Rendez-vous Eletronic ao ar livre pelas ruas da capital francesa para 500.000 pessoas, com os DJs Mau Mau e Renato Lopes, em parceria com a Coordenadoria da Juventude da Cidade de São Paulo e a Prefeitura de Paris.

Em Julho de 2003 retornam a França para o Festival d’Eté, show degraça ao ar livre no Parc de la Villette, co-produzido pelo Favela Chic.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

FYASHOP :: JAH SHAKA - IF JAH (ORIGINAL PRESS) - 7INCH

Com seu próprio selo, JAH Shaka lançou músicas de artistas jamaicanos como Max Romeo, Johnny Clarke, Bim Sherman, Prince Alla, bem como grupos do Reino Unido, tais como Aswad e Dread & Fred. Lançou uma série de álbuns de dub como por exemplo Commandments of Dub.

Artistas presentes em mais lançamentos recentes incluem dois singjays das antigas, como Tony Tuff, e novos artistas emergentes como Rockaway e Principle - que cantaram sobre riddims produzidos por seu filho Malachi, conhecido como Young Warrior.

O "Style Warrior" de Shaka é intransigente tem inspirado uma série de novos artistas do Reino Unido e sistemas de som, tais como Eastern Sher, The Disciples, Iration Steppas, JAH Warrior, Channel One Sound System, Counscious Sounds, Aba Shanti, Rootsman e diversos outros. 

Os eventos Jah Shaka são famosos por atrair um grande público de todas as origens, raças e idades. Suas danças atraem um número que se pensava anteriormente impensável para este gênero de música. Shaka acredita que ele seja uma testemunha para a mensagem que ele expõe em sua escolha desde a música e suas crenças Rastafaris.Seus seguidores são conhecidos por serem vocalmente ardentes, e desenvolveram passos de dança que se assemelham as danças de guerra Africana.



JAH SHAKA - IF JAH (ORIGINAL PRESS) - 7INCH
LADO A - IF JAH
LADO B - IF DUB
SELO - JAH SHAKA
VALOR: R$ 99,99


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sábado, 3 de setembro de 2011

FYASHOP :: SIZZLA, CAPLETON, RED FOX, BUJU BANTON, MEGA BANTON, JAMALSKI, BEENIE MAN, LADY SAW, BORN JAMERICANS, GENERAL DEGREE, DON T, FUGEES, KULCHA DON


Segue abaixo alguns dos títulos a venda pelo FYASHOP, o catálogo completo pode ser visto pelo link http://lista.mercadolivre.com.br/_CustId_44458595.


12INCH - SIZZLA - WHY BOAST/ R$ 25
http://youtu.be/W-UapXJ_YA8

12INCH - CAPLETON - HEATHEN RAGE/ R$ 35
http://youtu.be/H-ypev4aTF4

12INCH - CAPLETON - NAH BOW (DO NOW)/ R$ 35
http://youtu.be/L3O7KBek0a4

12INCH - RED FOX - NO LOVIN (STALAG RIDDIM)/ R$ 25
http://youtu.be/55EKs_gBDLE

12INCH - BUJU BANTON - LOVE SPONGE/ R$ 35
http://youtu.be/Bu4iUf-jy8s

12INCH - MEGA BANTON - MONEY FIRST/ R$ 25
http://youtu.be/6pBIc2SexTQ

12INCH - BUJU BANTON - VIGILANTE/MAKE MY DAY/ R$ 25
http://youtu.be/1VAw2rfnDgQ

12INCH - JAMALSKI - A PIECE OF REALITY/ R$ 35
http://youtu.be/kCcSrYMY3z0

12INCH - BEENIE MAN & LADY SAW - HEALING/ R$ 25
http://youtu.be/rVgMG4jmzoo

12INCH - BEENIE MAN - DUDE/ R$ 35
http://youtu.be/Sc398mOyzHw

12INCH - BORN JAMERICANS - BOOM SHAK ATACK/ R$ 35
http://youtu.be/QNqzXAchMGA

12INCH - GENERAL DEGREE - TRAFFIC BLOCKING/ R$ 30
http://youtu.be/yag3TBud3ZY

12INCH - DON T - DA RIDDIM/ R$ 30
http://youtu.be/-Qokg0b--oY

12INCH - FUGEES FEAT. KULCH DON - BELLEVUE (DA BOMB)/ R$ 25
http://youtu.be/lYtjqrqALqo


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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

SETEMBRO VERDE 2011 @ MATILHA CULTURAL


O FYADUB INDICA... SETEMBRO VERDE 2011 @ MATILHA CULTURAL

Programação gratuita envolve diversos parceiros e oferece mostra de filmes, música, exposições, debates, eventos e ações sobre questões sócio-ambientais.

São Paulo, agosto de 2011 – De 02 de setembro a 02 de outubro, a Matilha Cultural em parceria com outras instituições promove o Setembro Verde 2011: Ocupação com programação multimídia, voltada aos principais conflitos sócio-ambientais brasileiros. Em sua terceira edição, o projeto oferece atividades gratuitas que ocorrem na Matilha Cultural e em outros espaços da cidade.

Iniciativa da Matilha Cultural, o foco do Setembro Verde é usar a cultura para aproximar o público dos movimentos que estão acontecendo no país. Temas como o Código Florestal, a construção da usina de Belo Monte, a mobilidade em São Paulo, além de projetos e eventos que já adotaram princípios de sustentabilidade, fazem parte da programação.

“É uma curadoria que abre espaço para o ativismo e campanhas de mobilização, comunicando diretamente as pessoas pontos de vista que vão além da mídia e do governo sobre questões fundamentais para nossa vida hoje”, diz Rebeca Lerer, diretora de conteúdo da Matilha Cultural. “Também nos preocupamos em apresentar uma agenda positiva, apoiando projetos e parcerias que promovem ou colocam em prática soluções para reduzir impactos ambientais”


A seguir, um panorama do conteúdo e da agenda Setembro Verde 2011:


Ocupação. A programação detalhada, com datas, horários e endereços, estará disponível no site www.matilhacultural.com.br no dia 01/09.-----> Galeria Matilha Cultural### Mapa de conflitos sócio-ambientais brasileiros

Um painel elaborado pela Matilha Cultural a partir de conteúdo fornecido pelas entidades Repórter Brasil, Vitae Civilis, movimento Xingu Vivo para Sempre e Ecologia Urbana usa linguagem de infográfico para mapear os temas: Florestas, Energia, Mobilidade, Emissões de Gases Estufa e Violência no Campo/Trabalho Escravo, ilustrando os principais dilemas do modelo de desenvolvimento brasileiro hoje. O painel traz detalhes sobre as cadeias produtivas de commodities como etanol, carne, soja e carvão vegetal/ferro gusa, mostrando a relação direta entre consumo e impactos sócio-ambientais com dados do Repórter Brasil.

Ainda na galeria, as paredes serão ocupadas por imagens, informações, produtos e material audiovisual de campanhas e projetos que abordam direta ou indiretamente os temas do infográfico:

- Campanhas #Florestafazdiferença, contra o enfraquecimento do Código Florestal;- Movimento Xingu Vivo para Sempre, contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte no Rio Xingu (PA);- Movimento Passe Livre, Dia Mundial sem Carros e Moving Planet, ações sobre mobilidade urbana e pela tarifa zero no transporte público em São Paulo;
- Campanha Clima e Consumo, das ONGs IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) e Vitae Civilis, que informa sobre a relação entre padrões de consumo e emissões de CO2;
- Projeto Contém, mercado de moda, design, arte e sustentabilidade representado por instalação de arte e design da Vértice Casa;
- Teatro Silva, maquete do primeiro ecoteatro popular de São Paulo que será construído com técnicas de bioconstrução em Pirituba
-    Lixo Remix - A reflexão sobre o universo digital é tema da Exposição Lixo Remix, idealizada pelo coletivo Lixo Eletrônico. Com obras do pintor, escritor e pesquisador Hernani Dimantas e do artista e ativista Glauco Paiva, a exposição reúne trabalhos inéditos que conversam com as mais diversas interfaces da cultura digital. Na criação da exposição, Glauco e Hernani transformam o lixo eletrônico num emaranhado de conexões com a promessa de liberdade que a cultura digital tem provocado. Um espaço informacional que possibilita a explosão de subjetividades e multiplicidades, com exposição de peças produzidas com restos de celulares e computadores ou quaisquer outros resíduos tecnológico.



------> Cinema – Mostra Matilha Cultural Setembro Verde 2011


Em parceria com o CineClube Socioambiental Crisantempo, o Goethe Institut SP e o Festival Entretodos, a Mostra Matilha Cultural Setembro Verde traz seleção de filmes para despertar e aprofundar a consciência social com produções recentes que dificilmente entram no eixo comercial de cinema. Com sessões colaborativas de terça a domingo, a Mostra é composta por 15 longas e seis curtas- metragens.

Importantes registros, como lançamento nacional do filme “Às Margens do Xingu – vozes não consideradas”, na quarta-feria, 14 de setembro. Em uma viagem pelo rio Xingu, o filme retrata a história de inúmeras pessoas, moradores de toda uma vida, que serão atingidos pela possível construção da hidrelétrica de Belo Monte. Relatos de ribeirinhos, indígenas, agricultores, habitantes da região de Altamira na Amazônia, assim como especialistas da área compõem parte deste complexo quebra-cabeça.São reflexões sobre o passado obscuro deste polêmico projeto e que elucidam o futuro incerto da região e destas pessoas às margens do Xingu. Após a sessão, um debate com apoio do Movimento Xingu Vivo para Sempre.

Outro ponto alto, as sessões da ultima produção de Silvio Tendler, o filme “O veneno está a mesa”. O trabalho aborda o uso de agrotóxicos em alimentos, que no Brasil apresenta as piores taxas do mundo provocando um risco muitas vezes desconhecido para a população. Ainda no sábado, a exibição do filme “Efeito Reciclagem”, de Sean Walsh, que trata do cotidiano e trabalho de Claudinês Alvarenga e sua família. O documentário personifica os milhares de brasileiros que vivem da reciclagem mesmo sofrendo preconceito e discriminação.

“Receitas de um Desastre” que integra o pacote curado pelo Instituto Goethe de seis longas e uma série de curtas. Neste documentário, a família do cineasta John Webster, preocupada com a dependência da civilização do petróleo e os efeitos catastróficos das alterações climáticas, está convencida de que há um ano para realizar uma "dieta do petróleo". O objetivo é reduzir a contribuição para as emissões de CO2 no planeta.

A Mostra traz também sessões especiais como a que ocorre no dia 13 de setembro, com uma série de vídeos de entrevistas e reportagens sobre o jornalista e ciberativista australiano “Julian Assange”. Criador e principal porta-voz do Wikileaks, uma organização transnacional sem fins lucrativos que usa a internet para publicar, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais vazadas de governos ou empresas sobre assuntos sensíveis e diplomacia internacional. A exibição será seguida de debate com apoio do CineClube Social e a Agência de Jornalismo Investigativo.

Outro importante registro é o documentário "Caminhos da Mantiqueira", que percorre estradas, histórias e vidas em busca da identidade própria e única da Serra da Mantiqueira. O longa-metragem apresenta de maneira sensível um pedaço relativamente desconhecido para muitos brasileiros, apesar de sua extrema importância para o País. A exibição será seguida de conversa com o diretor do filme, Galuleu Garcia Jr., no dia 17.

O filme “Cortina de Fumaça” será exibido no dia 15 seguido de debate com a presença do diretor, Rodrigo Mac Niven. A partir de 18 de setembro, o filme entrará em cartaz no Cinema da Matilha Cultural, marcando o encerramento da Mostra de cinema do projeto Setembro Verde. Trata-se de um documentário ousado sobre um tema polêmico que interessa a todos e que precisa ser debatido de forma honesta; a política de drogas no Brasil e no mundo. O proibicionismo de determinadas práticas e substâncias deve ser repensado porque gera consequências diretas como a violência e a corrupção.

Entre os dias 20 e 24 de setembro, a Matilha Cultural recebe o Entretodos – Festival de Curtas Metragens de Direitos Humanos, que tem como objetivo, promover o debate e disseminar o tema Direitos Humanos. O festival está em sua quarta edição.

----> Arena Setembro Verde – Shows & Conteúdo


A arena da Matilha Cultural será usada como espaço de reunião e debate por vários grupos e iniciativas durante o mês. Shows também movimentarão o espaço.

A oficina do coletivo espanhol Left Hand Rotation abre a programação de conteúdo da arena com o tema Gentrificação: colonização urbana e instrumentalização da cultura. Propõe a troca de conhecimento e experiências em projetos artísticos e ativistas que envolvem os moradores da cidade, seus prédios e espaços, abordando as ocupações e desocupações de moradias urbanas como parte das relações sociais frente aos interesses imobiliários e políticos.



EVENTO *sorteio de um par de ingressos para o festival SWU para participantes de oficinas e debates identificados com *



### 06/09– terça – feira 20h30
Oficina “Gentrificação: colonização urbana e instrumentalização da cultura”- coletivo espanhol Left Hand Rotation

### 07/09 - quarta-feira 14h
Oficina “Gentrificação: colonização urbana e instrumentalização da cultura”- coletivo espanhol Left Hand Rotation

### 10/09 – sábado
Minifórum SWU – Movimento Começa com Você. Pocket show + 3 debatedores (nomes a confirmar)

### 13/09 – terça-feira
Oficina de estruturas corporais – Teatro Silva, Reciclafores e UAUA*

### 14/09 – quarta-feira
Apresentação projeto Canal Futura e Repórter Brasil

### 14/09 (sala de cinema)
Debate sobre a construção da hidrelétrica de Belo Monte – Movimento Xingu Vivo para Sempre*

### 17/09 – sábado
Oficina Zafenate sobre agricultura urbana/agroecologia*

### 17/09 – sábado
Debate com diretor de fime sobre a Serra da Mantiqueira

### 17/09 – sábado
Shows de reggae com as bandas Zafenate e QG Imperial e convidados

### 21/09 – quarta-feira
Oficina Teatro e Debate – Teatro Silva

### 29/09 – quinta-feira
Debate sobre direito animal com diretora do documentário Skin Trade– em parceria com ANDA (Agência de Notícias do Direito Animal)

### Todos os domingos
Das 14h às 20h: Feira de adoção de cães e gatos

O Movimento SWU – Starts With You (Começa com você), celebrado com o SWU Music and Arts Festival que acontece em novembro, é um movimento em prol da sustentabilidade que se propõe a conscientizar e inspirar pessoas para a incorporação de práticas de sustentabilidade no cotidiano. O Movimentou doou três pares de ingressos para o festival de novembro, que serão sorteados em eventos de conteúdo do Setembro Verde, e vai realizar um minifórum de debates com pocketshow da banda Jota Erre no dia 10.

Teatro Silva foi formado em agosto de 2008 por jovens alunos de escolas públicas e moradores da Zona Norte de São Paulo. O trabalho do Teatro está colaborando para inserir o bairro de Pirituba na agenda cultural paulistana com equipamento cultural aberto a outros núcleos e a realização de saraus, temporadas, eventos culturais e ocupação artística. O teatro Silva traz para o Setembro Verde oficinas que realiza como parte do processo de educação ambiental para construção do primeiro ecoteatro da cidade.

Movimento Xingu Vivo Para Sempre (MXVPS) é um coletivo de organizações e movimentos sociais e ambientalistas que, historicamente, vem se opondo à instalação da hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu, no Pará, por considerarem que os impactos socioambientais da obra não estão suficientemente dimensionados. No dia 14, um debate com a presença do procurador Felício Pontes, do Ministério Público Federal do Pará e do professor Célio Bermann, do programa de pós-graduação em energia da USP, abordará os aspectos técnicos, jurídicos e socioambientais envolvidos na polêmica de Belo Monte.

No sábado 17, a banda Zafenate comanda a oficina de agroecologia, seguida de show de reggae com QG Imperial e convidados. Formada em 2002, a Zafenate começou a se envolver com projetos de educação ambiental, agricultura urbana, reflorestamento e meio ambiente integrando assim uma frente prática que se alinha com as temáticas tratadas nas letras das canções. A banda criou um menu de oficinas de práticas agroecológicas, ministradas por duplas ou equipes formadas só com integrantes da banda ou somada a outros Coletivos como o Eparreh e a Casa do Alpendre. O objetivo é propor práticas de trabalho em equipe, resgatando o hábito da cooperação social ao mesmo tempo em que desenvolve práticas sustentáveis para suprir as necessidades do ser humano sem agredir o meio ambiente. Tendo como base as vibrações do reggae, o caldeirão sonoro da Zafenate, tem influências de rock, rap, pop, funk, MPB, forró, punk, calypso e o que mais surgir na cabeça dos sete integrantes da banda. Lucas Ciola (guitarra e voz), Rafinha Werblowsky (bateria), Fábio Salém (baixo), Denizard Basílo (teclado), Robson Costa (voz), Ana Flor e Ed Carvalho (voz) e Theo Reis (guitarra) têm um vasto currículo de shows gratuitos na periferia de São Paulo, sempre relacionados a ações sócio- ambientais, mostrando a coerência de quem pratica o que prega.

A banda QG Imperial faz suporte para vários cantores de Dancehall Reggae.Tocamriddims clássicos e atuais da Jamaica e do mundo. No show do dia 17, convidam clássicos do Reggae Instrumental com Guitom Santa Cruz, o Saxofone a serviço do Reggae, e Ras Ednaldo Sá, de Salvador (BA). Guitom vai mostrar sua mais recente criação, a Orquestra de Sopros “Planeta JAH”, um projeto de diversidade musical que valoriza os Instrumentos de sopro com 11 músicos no palco. Considerado reggae man do centro histórico de Salvador, o baiano Ras Ednaldo Sá é ativista social, músico e compositor. Além de discos próprios, promove projetos sociais e festivais de reggae no Pelourinho.

No dia 29, a Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA), organização que trabalha para aumentar a atenção dada aos animais na mídia, lança no Brasil o documentário americano Skin Trade (Mercado de Peles), da diretora Shannon Keith, que virá ao Brasil para a pré-estréia e participa de debate sobre o tema na arena do Setembro Verde.


---> ArteMarina Zumi

A artista argentina Marina Zumi, irá praticar livepainting durante abertura do Setembro Verde, ocupando a entrada da Arena da Matilha Cultural. Desde 2009 a artista que mudou para São Paulo, faz graffite nos muros da cidade inspirada pela natureza, deixando-os mais coloridos em contraste com a poluição.


---> Happy Hours

### Terças-feiras: das 19h às 24h – Aquecimento Central esquenta as noites de terça no centro da cidade com os DJs Zinco e Soares e show do trio de jazz experimental Marginals, às 21h.

### Quintas-feiras: às 20h e às 21h – Notas Reais - Entradas de jazz clássico ao vivo sob comando do trompetista Walmir Gil, um dos fundadores da Banda Mantiqueira.

### Sextas-feiras: das 19h às 24h – A parada obrigatória das noites de sexta, o happy hour Mondo Cane anima os espíritos com cultura musical, afrobeats, brazucas, soul, rap, samba com as agulhas mágicas dos DJs Nuts e MZK.



---> Intervenções nas ruas: Vaga Viva, Marcha Moving Planet e Ocupação Ersilia


Durante a semana da mobilidade, que ocorre entre os dias 16 e 24 de setembro, várias ações concentradas estão programadas, a intenção é levar o conteúdo da ocupação no espaço Matilha Cultural para as ruas e, ao mesmo tempo, apoiar mobilizações e iniciativas de parceiros.
Intervenção

Data e Local### Ocupação Vaga Viva
Baixo Augusta 16/09 às 23h 17/09 às 03h

#### Marcha Moving Planet
24/09 – 15h: concentração no vão livre do MASP; 16h: saída da marcha em direção à Matilha Cultural
Acampamento Ersilia

### 24/09 (abertura)– Vão livre do MASP*
Expedição para comer concreto – caminhada de estudo “Cidade para carros?
02/10 – caminhada do MASP até a Matilha Cultural*
*eventos sujeitos à confirmação até dia 01/09

### Vaga Viva

Na madrugada do dia 16 para 17 de setembro*, início da Semana da Mobilidade (22/09 – Dia Mundial sem Carros), será realizada a Vaga Viva na região do Baixo Augusta. A Vaga Viva consiste na ocupação temporária de vagas de estacionamento de carros por áreas de convivência para pessoas. As vagas serão transformadas pelos parceiros do Setembro Verde em pequenas praças com bancos e plantas, aonde serão desenvolvidas atividades culturais como live graffite, desfiles e projeção de filmes, além da divulgação das campanhas e ações do Setembro Verde. Está confirmada a participação do artista Mundano, que desde 2007 pintou mais de 130 carroças de catadores de materiais recicláveis com mensagens de impacto com o intuito de tirá-los da invisibilidade.

*em caso de chuva forte, a atividade será automaticamente transferida para a madrugada seguinte (17-18) no mesmo local


### Marcha Moving Planet

No dia 24 de setembro, as atenções estarão voltadas para a ação global Moving Planet, promovida pela 350.org – campanha global sobre mudanças climáticas. Pessoas do mundo inteiro ocuparão as ruas onde quer que estejam para participar de uma manifestação global contra a dependência do petróleo, carvão e gás.

Em São Paulo, a pressão é por um plano municipal de mobilidade que melhore a qualidade de vida das pessoas com transporte público 24 horas, tarifas mais acessíveis, construção de ciclovias/ciclofaixas que permitam o uso seguro da bicicleta como meio de transporte e a redução da violência no trânsito. A marcha partirá do MASP à tarde e seguirá em direção à Matilha Cultural. Essa ação global Moving Planet se somará às mais de 700 ações programadas para a data no Brasil e no mundo. O evento também está ligado à semana da mobilidade, promovida pela Rede Nossa São Paulo, criada em 2007 para construir uma força política, social e econômica capaz de comprometer a sociedade a fim de oferecer melhor qualidade de vida para todos os habitantes da cidade.

O Moving Planet e a Vaga Viva terão apoio do Movimento Passe Livre (MPL), um grupo de pessoas comuns que discutem e lutam por outro projeto de transporte para a cidade e não é filiado a nenhum partido político ou instituição. O movimento ficou conhecido pelos recentes protestos contra os aumentos de tarifas na gestão do prefeito Gilberto Kassab. No dia 19 de agosto de 2011, o MPL iniciou uma grande campanha pela aprovação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular "Tarifa Zero" e, para isso, almejam coletar cerca de 500.000 assinaturas.

### Acampamento Ersilia e Expedição para Comer Concreto

Entre os dias 24 de setembro e 14 de dezembro, o vão livre do MASP irá receber “Ersília”, ocupação a ser construída pela artista norte-americana Swoon como parte da exposição “De Dentro e De Fora” instalada no MASP até 23 de dezembro. A abertura de “Ersilia” ao público acontece no dia 24 de setembro, em horário a definir. A parceria deve incluir ainda a “Expedição: cidade para carros?” uma caminhada de estudo do meio urbano, planejada para encerrar o Setembro Verde no dia 02 de outubro. A caminhada, organizada pelo coletivo Comboio, deverá partir do MASP e seguir em direção à Matilha Cultural com foco na estética da cidade. Paradas planejadas durante o percurso serão aproveitadas para encontrar especialistas em temas relacionados ao Setembro Verde e ao trabalho de Swoon e do Comboio, como: mobilidade, áreas públicas e verdes e o centro da cidade. (eventos sujeitos à confirmação até dia 01/09)

-----> Oficinas & eventos de parceiros em outros espaços

Como aconteceu no ano passado, o Setembro Verde engajou outros projetos e espaços na programação da 3a edição, para ampliar a divulgação do conteúdo e mobilização do público.

O já tradicional Samba do Monte que ocorre a cada segundo domingo de todo mês, além das oficinas de tamborins com materiais reciclados promovidas peça pela comunidade do Jardim Monte Azul, fazem parte da programação do Setembro Verde. A agenda de shows, conta ainda com Criolo no Parque da Aclimação,marcando o encerramento do Entretodos – Festival de Curtas Metragens de Direitos Humanos.

O Cineclube Socioambiental Crisantempo realiza a FEIRA DE TROCAS na Sala Crisantempo, com o objetivo de promover um espaço de reflexão sobre o consumo, trocar diversos tipos de objetos, saberes e sabores. A prática da economia solidária é um passo decisivo no universo da consciência socioambiental e planetária.

Já o Projeto CONTEM® é um evento socioeconômico de caráter inovador cujo objetivo principal é apresentar às empresas e aos consumidores um novo olhar para o consumo. O CONTEM® vai apresentar núcleos de moda, design, arte, teatro, música, cinema e gastronomia. A idéia é mostrar novidades do mercado, que promove e desenvolve práticas sustentáveis, apostando em uma economia crescente e saudável. Local e horários a serem definidos.

Inédito na programação do Setembro Verde é a parceria com o Mês de Cultura Independente, promovido pelo Centro de Cultura da Juventude da Secretaria Municipal de Cultura. Concebido no CCJ em 2006 ainda como “CCJ Independente” e alicerçado pela diversidade de linguagens e pela abertura de espaços e apoio aos artistas independentes, o Mês da Cultura Independente ocupará a grade de programação de cinco equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura durante todo o mês de setembro. Com atrações gratuitas ou a preços simbólicos, os três eventos de rua do Mês de Cultura Independente foram incluídos na programação do Setembro Verde.

Os cineclubes realizados pelo coletivo Comboio nas ocupações em prédios no Centro de São Paulo também entraram no roteiro. Comboio é uma associação de agentes culturais engajados em questões políticas, culturais e estéticas em São Paulo. Estão construindo núcleos culturais nas ocupações São João e Prestes Maia, prédios que passaram anos abandonados e hoje são habitados por centenas de pessoas.

Confira datas e locais abaixo:


EVENTO LOCAL & DATA


### Show com Criolo no encerramento da Mostra Entretodos de curtas sobre direitos humanos
25/09 às 15h no Parque da Aclimação

### Feira de Trocas do Cineclube Socioambiental
04/09 das 14h - 17h na Sala Crisantempo- Rua Fidalga, 521 – Vila Madalena

### Projeto CONTEM® – Mercado de sustentabilidade, moda, gastronomia, design e arte
local e horários a serem definidos

### Oficinas de confecção artesanal de tamborins com materiais reciclados – Projeto Samba do Monte
Todos os sábados de setembro. Das 9h às11h no Centro Cultural Monte Azul

### Roda de Samba – Samba do Monte
11/09 a partir das 16h no Centro Cultural Monte Azul


### Oficinas Teatro Silva, UAUA, Reciclaflores
10/09 – oficina de composteiras caseiras 17/09 – oficinas “Debate e encena” e “estruturas corporais” Local: Teatro Silva

### Mês da Cultura Independente – Centro de Cultura da Juventude/ Secretaria Muncipal de Cultura: shows e festas de rua que terão coleta seletiva do lixo
02/09 - 18h às 06h: Festa de abertura no Largo do Paysandu - Centro
11/09 – 15h- Lançamento EP Emicida com show ao lado do CCJ – Vila Nova Cachoeirinha
18/09 – 15h - Cinetério – exibição de filme + pocket show na praça do cemitério da Vila Nova Cachoeirinha

### Cineclube & atividades culturais nas ocupações do centro de São Paulo com coletivo Comboio / sábados - ocupação Prestes Maia (Av. Prestes Maia 911, prédio A, 9o andar)
Das 16h às 19h: construção do núcleo cultural Das 19h às 21h: CineComboio

@MatilhaCultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos, instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. A Matilha integra um espaço expositivo, sala multiuso e café, além de um cinema com 68 lugares. Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas sócio-ambientais do Brasil e do mundo.

Matilha Cultural - Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo Tel.: (11) 3256-2636

Horários de funcionamento: terça-feira a sábado, das 12h às 20h Wi-fi grátis Cartões: VISA (débito/crédito) Entrada livre e gratuita, inclusive para cães www.matilhacultural.com.br

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