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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

REALITY SHOCK – EXPRESS YOURSELF RIDDIM @ FYASHOP + FREE DOWNLOAD


Express Yourself Riddim @ FYASHOP
O 12inch Express Yourself Riddim tem produção de Kris Kemist, com participação nos vocais de YT, Dixie Peach, Solo Banton, Deadly Hunta e Valorous com um dub mix pesado de Russ Disciple. 

O 12inch Express Yourself trouxe a família toda do selo Reality Shock com entusiasmo. Uma das grandes revelações nos anos 2000 e um dos mc’s mais elogiados de Uk, YT apos lançar algumas das musicas mais tocadas nos sets de dancehall como England Story e Born Inna Babylon volta com a musica que da titulo ao EP. 

A música Express Yourself de YT estreou no programa de David Rodigan na Kiss FM e faz parte do terceiro álbum do mc, “Revolution Time”. “You ain’t gotta be what they told you to be” [você não tem de ser aquilo que disseram para você ser], é um dos trechos da canção de YT que do inicio ao fim é liricamente consciente e rebelde, com o flow rápido já característico de YT – que aportou no Brasil pouco tempo atrás e já é um dos artistas de UK que mais se apresenta pelo mundo afora constantemente. 

YT deu suporte ao movimento “Occupy”, se apresentando junto com Solo Banton nos protestos em UK. Uma dessas apresentações foi filmada por Kris Kemist como parte da serie de documentários “Shock-Muntary” no seu canal do youtube. O vídeo recebeu mais de mil visitas em seu primeiro dia, dando uma previa do que viria no novo álbum de YT, lançado pelo seu próprio selo Sativa Records em meados desse ano (2012). 

A faixa seguinte no EP é com Dixie Peach com a musica “Time Like This”, que 
descreve o estado de confusão do mundo como ele está, com diversas dificuldades financeiras e revoluções pelo globo. Todos estão olhando para um vida melhor, mas aparentemente ninguém está encontrando, e somente o Altíssimo pode nos levar a encontrar esse caminho. 

Dixie Peache, é mais conhecido pelos seus primeiros lançamentos como; “Slaughter” e “Raggamuffin & Rambo” pelo selo Y&D nos anos 80. Dixie já foi um dos cantores residentes no classudo sound system do Jah Tubby’s, lançando alguns clássicos no decorrer dos últimos 20 anos. Dixie fez seus primeiros trabalhos com o selo Reality Shock em 2008. Sua primeira canção gravada “I Believe” foi lançada na primeira compilação do selo; “Reality Shock Vol 1”. Dixie já trabalha em um novo álbum e faz turnê com a banda residente do Reality Shock , a The Uppercut Band. 

Express Yourself Riddim @ FYASHOP
Na seqüência de Dixie Peach está um dos mais importantes mc’s de UK e que já dispensa apresentações... Solo Banton deu um grande salto internacionalmente com seu primeiro álbum “Walk Like A Rasta” em 2009, que incluía a faixa “No Way”. Três anos depois e vários pedidos para que ela fosse lançada em vinil. Solo passou os últimos anos viajando e tocando com diversos coletivos e sound systems, se apresentando por diversos países em toda a Europa. Com suas letras inteligente e algumas vezes cínicas, já agitou desde o México até a Rússia. Solo Banton já está trabalhando no seu segundo disco a ser lançado pelo Reality Shock. 

Deadly Hunta é um dos já conhecidos mc’s do selo que faz parte desse EP. Deadly continua sua turnê pelo Leste da Europa e está firme e forte no underground. Com seu vocal poderoso e com uma pegada voltada ao Hip Hop, sua musica “No Joy” foi a primeira ser gravada para o 12inch “Express Yourself”. Deadly Hunta também prepara seu álbum solo “Speak My Mind” que vai incluir seus principais sucessos como “Talk Out Loud”, “Yes I Will”, “Many Men”e muitos outros. 

O último vocal no disco pertence ao mc chamado Valorous, com a musica “Instruments Of The Same Tune”. Valorous apesar de estar lançando mais musicas agora, é um mc que tem muito a dizer. Há muito tempo é parceiro de Deadly Hunta e é co fundador do selo Much Love Records. 

Valorous expressa um espírito muito humilde e consciente em sua voz e letras, com um conteúdo espiritual elevado. O titulo seguinte lançado pelo Reality Shock também traz Valorous em uma das faixas, acompanhado por Sweetie Irie e Aqua Levi em musicas que fazem menção aos tumultos generalizados em Londres em Agosto de 2011. 

Alem de todos esses trabalhos, Valorous fez turnê por toda Europa incluindo Polônia, França, Lituânia, e regularmente esta com o sound system do Reality Shock que percorre toda UK. 

Esse próximo ano o selo Reality Shock vai trazer mais lançamentos que vão chegar por aqui no FYASHOP. Para maiores informações, promos, distribuição e compras na America do Sul entre em contato via e mail com fyadub@yahoo.com.br e fique atento as novidades do selo Reality Shock @ www.fyadub.com.



 

 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

FREE DOWNLOAD - AGOSTO 2012



Free Download - Big Shot Guest Mix - Dirty Dubsters


Yeah, nossos amigos The Dirty Dubsters lançaram mais uma mixtape pelo site Big Shot Mag com uma pitada de tudo que a gente gosta; dubstep, jungle, hip hop e alguns tracks exclusivos. Muito boa mixtape e ótima mixagem como sempre entre uma faixa para a outra. Nesse final ano a dupla de Dublin também vai lançar seu álbum com alguns convidados. Enjoy!!!!!

Link para download clique aqui











Free Download - Congo Natty feat: Top Cat and Tenor Fly playing for the Flashback Ultimate Reunion on 4th December 2010 at the Q Club

Continuando a saga do drum n bass e ragga jungle, talvez uma das peças mais importantes seja o Congo Natty também conhecido como Conquering Lion, Rebel MC, Blackstar, Tribe Of Issachar, X Project and Ras Project - é nome pra k***i. Congo Natty já fez tudo que é ligado a produção de música eletronica, desde a maestria com o jungle até techno, house, e o que quer que seja ligado a isso, mas sempre com a mesma linguagem afrocentrica - no início dos 80 foi peça chave no HIp Hop britânico.

Também é literalmente um dos padrinhos dos principais mc's de ragga jungle como os que aparecem no vídeo como Top Cat e Tenor Fly, e vieram muitas produções e outros músicos cantando influênciados pelo trabalho dele. Quem sabe um dia ele aparece por aqui. Link para download clique aqui 









Free Download :: Ragga Rap - Mixed By Superix & Jimmy Plates 

Nos 90 o que mais se aproximava de dancehall (da forma que conhecemos hoje) eram as produções de Rap com os vocais jamaicanos e vice versa. Foram essas produções que me aproximaram mais e mais do reggae desde as suas origens as produções e os conceitos mais atuais. Nessa mixtape a mixagem fica por conta de Superix e Jimmy Plates do "Southern Hospitality"e fazem praticamente uma geral do que tocou muito nessa época - me lembro saudosamente das festas da extitna Sunset na ZN de São Paulo. A mixtape tem Cutty Ranks, London Posse, Super Cat, Ragga Twins, Mad Lion, BDP (dos primeiros a usar a influência do Caribe em seus flows, pelo menos dos primeiros que se tem notícia. Sempre bom voltar as origens e lembrar das coisas boas de uma época não muito distante mas pouco lembrada. 

Link para download clique aqui 








Free Download - Drumagick Drum and Bass Mix August 2012

Eu vi/ouvi a dupla Drumagick pela primeira vez por volta de 95/96 e ouvi dj's bem interessantes nessa mesma fase como o Xerxes, Marky e Patife e depois Roni Size, Goldie e outros - eles tem coisas bem obscuras e interessantes. E se passaram ae praticamente 20 anos da dupla de irmãos que gosto muito tocando e produzindo. Bem última mixtape foi gravada em agosto passado e está pra free download, enjoy! 

Link Para download clique aqui











FREE DOWNLOAD - BEAST BOYS REMIXED


Beastie Boys em riddims de dancehall, digikillers e mash up's produzidos pelo DJ i.e. do Up Cut Sound. É sábido que o trio gostava bastante do gênero e chegou a trabalhar com Lee Perry, então a mix ficou bem classuda. Os remixes foram todos feitos ao vivo e mixados meio que num "dubplate style" sem muitos efeitos nas faixas. Bem, mash up's em versões reggae bem interessantes com faixas clássicos do trio.

Adam Yauch aka MCA - Rest In Power








       

terça-feira, 29 de maio de 2012

PODCAST FYADUB #23 FEAT. KING NINO BROWN

E nesse podcast nosso convidado muito especial é King Nino Brown. Nossa fundação do Hip Hop nacional falando das antigas festas black, o Funk, James Brown, Hip Hop, a fundação da Zulu Nation. Nós aqui do FYADUB gostamos muito do programa com o King Nino Brown que é o conhecimento vivo da nossa cultura e o set é totalmente dedicado ao Hip Hop Golden Era e ficou na responsa de Peter Muhammad alicerce da nossa fundação. Deixamos também o espaço para sugestões, criticas (positivas e negativas) e qualquer coisa liga nóis, PAZ A TODOS. 

PS. Ficamos aqui na campanha de trazer o Funk Buia de volta ao podcast, manda sua mensagem se sentiu falta dele no programa que a gente manda pra ele. 

Visite nosso blog www.fyadub.com
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segunda-feira, 7 de maio de 2012

PODCAST FYADUB #22 FEAT. MONKEY JHAYAM


Salve JAH, nesse programa RAS Wellington e Zulusouljah são acompanhados pelo nosso convidado Monkey Jhayam, diretamente da Zona Leste de São Paulo ele é atualmente um dos nossos melhores mc's e está na linha de frente no ativismo musical com diversos sound system's, dj's e produtores daqui do Brasil e do mundão afora. Enjoy!!!!

Visite o fyadub; http://www.fyadub.com
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terça-feira, 27 de março de 2012

PODCASTING FYADUB #21 FEAT. EVALDO LUNA



Podcast do fyadub de volta com as presenças permanentes de Funk Buia, Ras Wellington e Zulusouljah e nesse vigésimo primeiro programa nosso convidado especial Evaldo Luna. Um dos melhores engenheiros de som que temos hoje no Brasil, tendo trabalhado com músicos do naipe de Zeca Baleiro, Titãs, Fernanda Abreu, Carlinhos Brown, Eduardo Bid e tantos outros músicos importantes da nossa história. 

Esperamos que gostem da volta e podem mandar e mails com sugestões, criticas e comentários para o e mail fyadub@yahoo.com.br

Visite o fyadub; http://www.fyadub.com | Visite nossa lojinha;http://www.fyashop.com.br

Download, basta clicar aqui >>> http://www.4shared.com/mp3/TP9pYhtP/f...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

FREE DOWNLOAD - DJ STRYDA MEETS THE DJ DUB BOY

Como metade do Dubkasm, Stryda é um embaixador das raízes do reggae, os ensinamentos do bossman do Dub, tem sido edificantes para as massas há mais de 10 anos na rádio FM em seu programa semanal Passion FM Sufferah’s Choice. Nesse mix, Dj Boy Dub (Ruffnek Diskotek / Steakhouse / Idle Hands) tem sido uma ponte através da escolha dos discos por Stryda, e selecionou as belezas para todos dançarem em aquecimento para o Subloaded em 01 de maio. Esta é uma set 100% vinil com steppas, dancehall e rockers, direto do célebre Bristol rootsman Dj Stryda e mixado pelo renomado Bristol Selector, Dub Boy.

Subloaded, Teachings in Dub e Ruffnek Diskotek apresenta …. 























Dj Stryda meets the Dj Dub Boy



TRACKLIST
1. Dubkasm ft Levi Roots - Sensimilia Addict (Sufferah’s Choice Recordings 12”)
2. Dixie Peach - Jah Road (Jah Tubbys 7”) 

3. Errol Bellot – Glory Hallelujah (Jah Tubbys 7”) 

4. JTS – Version (Jah Tubby 7”) 

5. Jah Shaka – Don’t Give Up (Jah Shaka Music 7”) 

6. Errol Dunkley – A Little Way Different (Arawak 12”) 

7. Black Roots – Bristol Rock (Nubian Records 12”)
8. Dubkasm ft Tena Stelin – More Jah Songs (Sufferah’s Choice Recordings 12”)
9. Dubkasm ft Solo Banton – Tell the World (Sufferah’s Choice Recordings 12”)
10. Dubkasm’s Digistep – More Jah Melodies (Sufferah’s Choice Recordings 12”)
11. Dubkasm ft Ras Addis - Strictly Ital (Sufferah’s Choice Recordings 12”) 

12. Henry & Louis ft Prince Green – Too Late (2 Kings 12”) 

13. Gov Lewis & Jimmy Ranks - School Dub (Camara 12”) 

14. Manasseh ft Admiral Tibet – Permission (Riz Records12”)
15. Michael Palmer – Juggling (Jhuggernaut 12”) 

16. Yami Bolo – The Glock War, Gun War (Yam Euphony Music 7”) 

17. Garnett Silk – The Rod (New Sound 12”) 

18. Computer Paul & Noel Alphonzo – (Ghetto Youth) Version (Justice 12”)
19. Cornell Campbell – Nothing Don’t Come Easy (Live and Love 12”)
20. Leroy Gibbons – Hold it Down (Two Friends Records 12”) 

21. The Key Massive - Sweet Sensi (H.A.T. Music Co 12”)
22. Little Devon – Trash & Bruck (Cannon Music 7”)
23. Home T4 – Rockers Don’t Move You (Live and Love 12″)

24. I am Vex – Garnett Silk – New Sound 12” 

25. Play me na Play – Sugar Minott – white label 12” 

26. Prophecy – Fabian – Tribes Man Record 12”


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

FREE DOWNLOAD :: BOSS BASS - LOVE FOR EVERYONE EVERYWHERE

Depois de um longo tempo de pesquisas e experimentos, está pronto meu novo projeto, chamado Boss Bass - [clique aqui para fazer o download].

Carregado com minhas influências, pensamentos e visões do mundo atual, tem o Dubstep, Dub e Drum n Bass como linguagens sonoras para representar minhas alegrias e aflições. 

Modulação é a palavra chave deste projeto que pauta as vertentes eletrônicas.  

O futuro da música Pós-revolução Digital é estimular o uso da arte como ferramenta de transformação social. 

Serviram de estímulo para esse projeto minhas visões políticas, cientificas e espirituais, dentre outras culturas às quais mantive contato e admiração. 

Boss Bass vem abordando o Universo musical ligado às novas tecnologias que causam mudanças na música mundialmente. 

Projeto de formato multimídia, conta também com a produção de vídeos e design gráfico, para suprir a carência de um complemento mais amplo de informações sobre o artista e suas influências e pensamentos. 

E a maneira de criação se torna mais ampla. 

De uma música, surge à referência para uma imagem em vídeo e do vídeo, para uma ilustração gráfica. E esse processo muitas vezes se fez de maneira inversa onde uma ilustração gráfica era a inspiração para criar uma música, uma imagem em vídeo e ai por diante. 

Sinta-se livre para repassar esse projeto adiante, comentar e criticar. 

A transformação pela arte através da coragem de quem se manifesta.

A revolução através da ação. 

O futuro da música é agora. 

Recortando e colando. 

Temos aqui a satisfação e a atitude de quem cria e estimula a sensibilidade humana. 

Aqui se cria algo. Que essa criação nunca pare de se transformar. 

Arte Livre.


sábado, 10 de setembro de 2011

FREE DOWNLOAD - I-OCTANE - FOCUS MIXTAPE

Bom, ultimamente eu ando recebendo material até legal como essa mixtape do I-Octane, que conta com instrumentais e vocais bem versáteis, mas aparentemente parece que o cara já é conhecido de todo mundo - somente veio um post dizendo que a mixtape foi aclamada pelo NY Times, bom eu não leio o NY Times - e você lê? Uma dica, sempre que enviar algum material, envie um release básico, dizendo e onde você é, quem produziu, quando foi feito o seu trabalho, qual foi o conceito, fica bem mais interessante até mesmo para divulgar. 

Bom, a mixtape do  I-Octane - Focus, me agradou bastante, como disse, o singjay é bem versátil e até lembra um pouco o flow do I-Wayne. A mixagem da mixtape ficou por conta de Dev Kutta (Livity Movements) e ficou bem interessante, tem roots, lovers rock, alguns instrumentais R&B e Hip Hop, conta também com participação de Busy Signal, Spragga Benz, Trevor, Sean Paul e Collie Buddz, eu pensoque ele fez numa mixtape para todos os gostos, faz o download clicando aqui e depois me diz o que achou por e mail fyadub@yahoo.com.br.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

FREE DOWNLOAD - DIGITALDUBS APRESENTA YT NO BRASIL :: MIXTAPE



Um dos melhores MCs da Inglaterra, YT (pronuncia-se “uai-tí”) vem à anos mostrando sua versatilidade, tanto em sua carreira solo, como nas colaborações com Zion Train, Mungo’s Hi Fi, Iration Steppas, entre outros.

Indo do dancehall ao dub, passando pelo new roots, seu vocal sempre impressiona e suas letras se destacam pelo conteúdo e forma. O lendário DJ e radialista David Rodigan se refere à YT como "um comentarista social original e inspirador".

YT esteve no Brasil em 2007 fazendo turnê como vocalista do Zion Train. Em setembro ele volta ao Brasil pra mostrar seu trabalho solo acompanhado pelo Digitaldubs.

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download: clique aqui

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

FREE DOWNLOAD - MIXTAPE - ELAS SÃO 13

Mixtape "Elas São 13"!!! Só mulherada nervosa inna dancehall style!



Mixtape ''Elas São 13!'' (2011) by Jimmy aka Mr Rex

É inegável que as mulheres cada vez mais ganham espaço em vários setores da sociedade. E na música não é diferente. Jimmy Luv, um dos pioneiros na cena ragga do Brasil, analisando como andam as cenas mais underground através de festas e movimentações pelas redes sociais (como rap e ragga) resolveu fazer uma mixtape só com MCs e cantoras que atuam nessas cenas.

Para tal, convidou 13 "amigas" para gravar no seu estúdio Sala do Rex (em São Paulo) uma faixa no estilo dancehall. Todas as músicas seguem essa tendência do ragga/dancehall que tem dominado as pistas das grandes festas pelas capitais nacionais. Participam da Mixtape "Elas São 13!" as cantoras Lei di Dai, Livia Cruz, MC Gra, Karol de Souza, Suppa Flá, Mis Ivy, Nathy MC, Luana Jones, Bebel du Gueto, Poetiza, Pamelloza, Yasmine e Alina. São diversos assuntos do ponto de vista feminino. Tem letra consciente, letra de festa, letra sobre relacionamentos... Cada faixa é especial. Cada faixa é puro fya!

Depois de quase 1 ano idealizando e produzindo essa mixtape, Jimmy finalmente pode soltar pra todos e todas o resultado final dessa empreitada.

Escute e dance!

Download faixas separadas: clique aqui

domingo, 5 de junho de 2011

FREE DOWNLOAD - SHY FX - RAVER



Shy FX é sem dúvida um dos pioneiros originais do Jungle e Drum and Bass. Um verdadeiro inovador para a música de dancehall em todo o mundo, sua carreira se estendeu por quase 20 anos, cimentando o seu nome em ambos cenários, do underground ao mainstream.

2010 seu selo Shy's Digital Soundboy dar força à força com lançamentos maciços de Redlight, Skream e Benga, para citar apenas alguns, e agora é a vez do selo do próprio "Digi Boss '.

A música Raver tem participação dos mc's Kano, Donaeo e Rosas Gabor no original, acrescido de remixes de MJ Cole, Quebra e Shy-Fx.

Bom, elegi como o melhor single que recebi no final do ano passado, a versão Guinnes Punch Mix pra mim foi o melhor single do final de ano. Pena não ter conseguido, por enquanto uma cópia em vinil para tocar nas festas, mas em breve quem sabe.

Download; clique aqui


quarta-feira, 20 de abril de 2011

FREE DOWNLOAD - MISTER BOMBA DE PONTA A PONTA + ENTREVISTA




Depois de alguns anos de estrada ao lado do SP Funk, Mr. Bomba lança seu primeiro disco solo, intitulado "De Ponta a Ponta". O CD, com direções para o rap radiofônico, foi produzido por ele e está encartado na revista Soma 21, em parceria com a Matilha Cultural. Se você ainda não pegou a sua, mas tá curioso, pode baixar o discão aqui.

Na sequência, leia a entrevista com Mr. Bomba abaixo. E clique aqui para fazer o download do disco. 



O Tranco do Mr. Bomba


Por André Maleronka . Fotos por Fernando Martins Ferreira

Mr. Bomba está lançando um primeiro disco solo cheio de direções para o rap radiofônico. E isso faz todo o sentido: o SP Funk, grupo do qual veio, sempre teve um olho nas novidades e outro nos bailes, e conseguiu aliar formatos inovadores e penetração no circuito do rap brasileiro. Neste bate-papo com a SOMA, ele fala sobre o início de sua carreira, sobre a situação atual da cena do hip-hop nacional e sobre as perspectivas e possibilidades do gênero no Brasil.



Quando escutei a primeira demo do SP Funk, já era um som diferente. Era descontraído, de baile.


É quente. Fomos os primeiros. O Zé Gonzales falou isso pra mim esses dias, que o SP Funk foi o primeiro [grupo] a fazer música de pista. E desde o começo a gente tinha preocupação com flow, letras com mais assuntos, estudar antes de falar, usar comparativos. Fomos os primeiros, os mais arrojados.



E como você começou a produzir?


Logo no primeiro [disco] do SP Funk. A primeira música que gravamos foi com o João Marcelo Bôscoli. A Trama nem existia, era pra uma coletânea da [gravadora] Velas. Então na primeira vez que entrei no estúdio foi um puta estúdio. Isso foi lá atrás, eu, o [Tio] Fresh e o Primo [Preto, então MC do grupo] no tempo do [baile] Sub Club. O MRN foi o primeiro grupo com qual nos coligamos, eram nossos aliados. O Fresh era do MRN, que tinha contrato com a [gravadora] Zimbabwe, com o Edu K produzindo - depois do Pivete e do Racionais, era o mais avançado que estava se produzindo no rap da época. Eu já tinha visto samplers em fotos. Fazia uma ideia do funcionamento do negócio. MPC vi pela primeira vez com o Nuts ou o Zé [Gonzales]. Era como eu pensei, o jeito que funcionava. Em 99 catei e aprendi sozinho. Quando tinha dúvidas dava uma ligada pro Zé. Fiz o disco do SP Funk assim. Antes a gente fez um contrato com o DJ Hum pra coletânea Rima Forte, [na qual] entrou nossa música "Fúria de Titãs". Quem se destacasse ganhava um disco inteiro. Fomos nós. E eu achava que a gente tinha que ter a nossa cara de produção. Hoje esse é um lado que curto muito e quero trabalhar. E em qualquer estilo - agora teve uma música minha que foi pro Exaltasamba.



"Eu não tenho preconceito na música. Não quero nenhum limite. Quero fazer música boa, que chacoalha. Músicas fáceis de cantar, mas inteligentes, com letra boa."


Da hora.

É uma música minha com o Oscar, que era do Broz. Ninguém queria trabalhar com o moleque do Broz, aí passaram pra mim. Eu faço. Lógico, o moleque canta pra caralho! Eu sei qual é a do Broz. Se fosse outro cara do Broz eu não fazia, mas como era aquele que vi cantando na TV e falei "Ó que zica esse moleque". Cantando R&B não tem, nunca vi assim no Brasil. Eu não tenho preconceito na música. Não quero nenhum limite. Quero fazer música boa, que chacoalha. Músicas fáceis de cantar, mas inteligentes, com letra boa.

Depois dos discos do SP Funk você fez aquela batida do som do D2 com o Catra.

É, eram alguns samples e um beat. Ele retocou o sample com o Caldato produzindo. É igualzinha, os breaks, a ponte. E eu nem sabia que ia ter o Catra. A parte dele é só uma ponte, e aquela base... Ele ia comer aquela base. Podia fazer um remix, comigo, com ele e o D2. Na minha versão da batida, ia ficar doido.

Hoje o rap tá com um nível bom, várias pessoas fazendo bem várias coisas diferentes.

No rap agora, ou você é bom ou nem faz, tá ligado? Imagina o Sabotage hoje em dia. Ele era o cara, mas vou te falar que agora tá nascendo uma safra boa. Mas ele era o cara, "number one". De flow, de tudo, de conceito. Ele ia ser rap até os 50 anos. Tinham que fazer um filme da história dele. Se fizerem direitinho, a hora que sair é estouro. E hoje tem vários caras. O Criolo [Doido] é fodido, tá no meu disco. Agora, essas tretas de Cabal e Emicida, isso é uma merda. O Cabal é foda. Sempre acreditei nele, mas às vezes a gente tem que pensar direitinho no que vai fazer.

Tem que entender melhor o Brasil.

Tem que entender melhor o Brasil, exatamente. É outro ritmo. Tem outros jeitos de fazer a mesma coisa. Essas musiquinhas... Música de picuinha não é música de carreira, tio. Você não vai ser lembrado por isso. A "Hit ‘Em Up" do Tupac não é a música pela qual ele ficou conhecido. Você tem sempre que estar atrás da música que vai te fazer ser reconhecido.



E teu disco vem como?


O disco não é todo dançante, tem minhas viagens de base, o que eu gosto de fazer. Chama Mr. Bomba De Ponta A Ponta, porque sou eu que tô fazendo tudo. Fiz várias músicas, várias produções, pra chegar até as que vão pro disco. Várias ficaram de fora. Quando eu lançar tem amigos que vão falar: "Cê é louco!".

"Eu tenho carimbo do funk. Já fiz vários bailes funk, e eu era o único de rap. As bases são tudo meio no tranco: catei a batida do crunk, do dirty south, e coloquei os timbres de funk, no ritmo do rap. Por isso deve ter dado algum estalo nos DJs de funk, que começaram a tocar."



Tem a "Biriri", que é foda.


Um amigo meu tinha acabado de cumprir uma sentença de um ano e dois meses. Aí ele veio com umas gírias novas. Quando escutei essa falei "Biriri? Isso é rap, e do mais cabuloso". Fiz a música, fui feliz no refrão, nas ideias. E quem abraçou o foi o gueto, o submundo. A molecada começou a fazer vídeos e postar no YouTube. Já viu que tem três nego veio? Aí chega tipo uma tia, ela tá filmando, é um Natal, deve ser 2007. Foi no final de 2007 que lancei e estourou - foi só dar na mão de dois DJs "xis", do gueto mesmo, que tocam no centro pra toda galera do gueto que vem curtir rap e funk. Daí que meu rap tocou no funk, é o único que tocou - eu tenho carimbo do funk. Já fiz vários bailes funk, e eu era o único de rap. Faz o "Biriri", faz mais duas - vai mudando de acordo com a aceitação. Tem músicas estilo "Biriri", que é o "tranco". Botei esse nome porque as bases são tudo meio no tranco: catei a batida do crunk, do dirty south e coloquei os timbres de funk, no ritmo do rap - ninguém sabe de onde vieram aquelas percussões, mas é isso. Por isso deve ter dado algum estalo nos DJs de funk, que começaram a tocar. Tem três ou quatro com essas batidas. Tem umas duas lentas, lentas mesmo. Não sei se vai encaixar na pista, mas acho que são minhas preferidas atualmente, uns balanços nervosos. A "Gênesis", que abre o disco, é estilo SP Funk - é o que a gente vai fazer, ano que vem vamos nos juntar, lançar disco ou mixtape e marcar datas. 



"Pique Meninão", a música do DJ QAP com o Maionese (ambos membros do SP Funk) e mais outro MC é nesse pique "tranco" e é foda também.


É foda pra caralho. Esse estilo aí, no baile vai que nem uma luva. Tava trocando ideia com o D2. Ele disse que tava tentando escrever letra pra passar batido, pra nego se ligar mais na música. Música pra dar certo no baile tem que passar batido. Não é pra escrever um livro ou uma tese sobre um tema. Pra mim tem que ser singelo o bagulho - se você consegue fazer um som como o "Biriri", que pode ser pra criança, pra adulto, pra sacanagem, pra ladrão, é isso. Eu falei pros caras quando eles estavam fazendo "Pique Meninão": "Porra, vocês tão esculachando". Mas deu certo, os caras ouvem. Em baile de ladrão tem uns caras que se mordem, dá pra perceber os caras incomodados, mas toca muito.



Com tanta gente boa fazendo rap e o funk dominando São Paulo, o que você vê de perspectiva?


Agora quero ver como vai ser essa retomada. Porque pra mim é dividir espaço, fazer show junto. Funk é hip-hop. É conseguir espaço pra todo mundo. Conseguir que o fã do Emicida escute e goste do Menor do Chapa. Se a gente conseguir isso, aí vai ser da hora, aí o rap vai tomar mesmo. Na marra, separado, não vai. Porque o espaço do funk é muito grande, inclui samba, axé - é mais festeiro, e o Brasil é festeiro. Aí entra aquela discussão do que é intelectual e o que é brega, povão. É foda, tem uma barreira fodida, é pouca gente que não torce o nariz. Na mídia prevalece quem tem um lance mais intelectualizado, não quem tem um lance mais povão, como o Catra, que conseguiu, como Calipso, que conseguiu. Eu sou fã de tecnobrega, de funk, e o rap tem muito que aprender com esses caras. Alguém vai ter esse estalo - porque os caras colocam uns raps, mas são uns raps toscos, mas se fizesse uma fusão com os caras... Se eu tivesse baile hoje, tinha tecnobrega, funk e rap numa mesma noite, só pra neguinho começar a olhar pra isso aí. É tudo gueto, música do gueto.



Saiba mais:



quinta-feira, 7 de abril de 2011

FREE DOWNLOAD - FYADUB SONS DE R-EVOLUÇÃO @ HOUSE OF DREADS [2005]

FIDEL CASTRO E MALCOM X
RAS WELLINGTON E ZULUSOULJAH @ HOUSE OF DREADS
Em 2005, penso eu que seja esta a data correta, eu (RAS) e meu mano Zulusouljah tocamos juntos na inauguração ou abertura da House Of Dreads, casa onde Jr. Dread e a rapá do Reggae Style se instalavam na época na zona norte de São Paulo. Lembro que ainda nessa noite tocaram conosco Planeta Dub, o próprio Jr. Dread, e mais uma galerinha. O que importa, está aqui uma parte da gravação da sessão feita por mim e pelo Zulu. 

Essa gravina estava meio perdida por aqui em casa então estou repassando a todo mundo, já que nessa época estavamos trabalhando em coisas bem interessantes, Zulu estava terminando o disco do Projeto Lunaia junto com Evaldo Luna e Funk Buia, eu estava escrevendo bastante, mesmo coisas que não foram postadas no FYADUB - e que talvez nem mesmo serão. Mas algumas coisas não mudaram, o intuito de resistência musical e música preta de vanguarda não mudaram em anda ao passar dos anos, pelo contrário, permanecem com raízes muito mais profundas. São mais de 20 anos de trabalho com música que seja chamada alternativa ou underground, junto com o puro instinto de sobrevivência e somado a aversão pela subsistencia, pelo zé povinho mal informado e pela sacos que aparecem pelo caminho. 

Bom é isso, aproveitem a sessão e enviem seus comentário. E também não deixem de ouvir os podcasts no link http://www.mixcloud.com/fyadub - e não deixe de enviar sua mensagem para gente ficar atualizado pelo e mail fyadub@yahoo.com.br


quinta-feira, 31 de março de 2011

FREE DOWNLOAD - ROOTZSTEP E RAGGA BREAKS :: DJ CHICUS

Chicus tem sido um dos mais inovadores e ousados ​​DJ's desde que ele chegou no reggae de Nova Iorque com drum n' bass e batidas quebradas em meados dos anos noventa. Mantem os ouvidos atentos nas ruas do Brooklyn e pistas da Europa, Chicus é mais conhecido por combinar a tradição do reggae com um apurado sentido do novo, criando um som único e inconfundível em todos os seus sets e produções.

Já excursionou nas capitais da Europa e América do Norte, Chicus fundou o selo Redbud Records em 2001, lançando dub, roots, dancehall e eletrônica com contribuições dos produtores, como Ticklah, Victor Rice, Biggabush, Zeb, Inverse Cinematics, Al-HACA Soundsystem, entre outros. O Redbud Em 2006 lançou seu primeiro CD, The Chosen One, diretamente do Brooklyn a base das raízes revivalista, o singjay Rob Symeonn, que apresenta também alguns dos músicos mais legendários da Kingston, bem como estrelas do naipe de Junior Kelly e Terry Ganzie.

Em 2007 ele se juntou com colegas 33Hz nova-iorquinos para criar Dither Down Records, um selo de electro nova, cuja primeira aparição foi em Paris, Texas, (que possui 33Hz com Devin The Dude e TTC Teki Latex) e passou a se tornar um clube e blog internacionalmente conhecido.

Mais recentemente Chicus está criando seu gênero que desafia mashups sob o pseudônimo de Black Locust, misturando artistas como Justin Timberlake, T-Pain e Sean Paul em versões originais que captam o som do seu selo.

Chicus tem se apresentado internacionalmente com artistas como Jazzanova, Daz-I-Kue, Domu, Viktor Duplaix, Stereotyp e Sister Carol, e tem lotado os clubes em instituições de NYC, como Koncrete Jungle, Afrokinetic e Organiks Grooves. Na estrada, ele tem se apresentado em Viena Dub Club, 18 DC St Lounge, São Francisco no Dub Mission e em Los Angeles no Afrofunk, Do Over e Firecracker. 

De todas as mixtapes que ouvi esse ano, essas duas são as mais killers. Apesar de achar que dubstep tá virando modinha!!!

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