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segunda-feira, 24 de maio de 2021

DJ KHALED FEZ HISTÓRIA COM O PRIMEIRO DUBPLATE DE UM MILHÃO DE DÓLARES

Da esquerda para direita: Bounty Killer, Capleton, DJ Khaled, Barrington Levy e Buju Banton.

Na sexta-feira, o DJ Khaled lançou seu álbum 'Khaled Khaled' cheio de colaborações junto com os primeiros visuais do álbum. Em um novo videoclipe lançado neste fim de semana, o rapper lançou uma homenagem verdejante ao lugar "Where You Come From" (De Onde Você Veio), o "You" (Você) sendo os artistas tops da música jamaicana como Buju Banton, Capleton e Bounty Killer, e o “onde” sendo a Jamaica. fluindo abundantemente através das vozes de Bounty Killer, Buju Banton, Capleton e um sample inteligente de Barrington Levy para a faixa "Where You Come From".

“Vamos ser CLAROS!” DJ Khaled tweetou. “Todos esses artistas NUNCA colaboraram em um álbum antes. Isso é HISTÓRIA. JAMAICA EU TE AMO. ”

Na cultura do sistema de som, isso seria chamado de “Four The Hard Way” (analogo a 'da maneira mais dificil) e embora tenha havido muitas das três formas difíceis em nossos tempos tocadas por muitos sons, a maioria deles não é preconcebida, eles são apenas encontros casuais de Artistas em Estúdios. A música reggae, como a maioria dos gêneros, geralmente fica com dois artistas diferentes em uma faixa, houve alguns duetos incríveis como Bob e Marcia ou Wayne Wonder e Buju que foram replicados por meio de dubplate para sons ao longo dos anos, três e quatro em uma música é um fenômeno moderno no reggae seguindo o modelo americano do Hip Hop.

O preço do dubplate há muito é uma questão controversa na cultura do sound clash, com os preços de alguns artistas mais do que dobrando em dez anos, à medida que os sistemas de som contemporâneos e os players de (sound) clash substituem o talento pela música ao custo do entretenimento, o preço dos dubs aumentou, impulsionado visualizações online no youtube pelo hype.

Se as afirmações de Khaled sobre essa música ser histórica por causa dos artistas nunca term feito uma colaboração juntos, é verdade, uma coisa que é histórica é que essa música é um dos plates mais caros da história do sistema de som junto com Jimmy Cliff e Super Cat.

Buju Banton cobra em média mais de US$ 1.000 (algo em torno de R$ 5.320,20 hoje) por seus dubplates, então como Capleton, Bounty Killer poderia cobrar seu preço justo normal sem sentir que estavam se enganando, vendendo-se por menos comparado a artistas cuja contribuição para a música é discutivelmente mais impactante do que a de Buju.


Por que o preço de Buju Banton é tão alto

Após a prisão de Buju Banton na América por drogas e sua subsequente sentença de dez anos de prisão, seu perfil mundial substancialmente aumentou. Desde seu lançamento em 2019, o nome verdadeiro de Banton, Mark Myre, causou pouco impacto real com sua nova música, exceto na cultura do sistema de som, com as vendas de seu primeiro álbum de estúdio em uma década, intitulado 'Upside Down', com vendas surpreendentemente baixas apenas 2.995 cópias em sua primeira semana, embora tenha estreado em segundo lugar na parada de álbuns de Reggae da Billboard (que combina streaming e vendas) em 8 de julho de 2020. Esses números são loucos considerando as cenas no estádio nacional da Jamaica quando Buju foi conduzido por uma multidão de fãs entusiasmados e impacientes no show profeticamente intitulado, A Long Walk to Freedom.


O show contou com mais de 35.000 pessoas de todo o mundo lotando o Jamaicas National Stadium Banton, de acordo com números fornecidos pela Royal Barbados Police Force (RBPF), a multidão ultrapassou 17.000 em Barbados

Se o alto preço de Buju está relacionado ao Grammy, ele recebeu uma edição que é apontada por Shabba Ranks como a razão pela qual ele deve cobrar mais do que todos os artistas que vivem na Jamaica, podemos matar essa teoria com o primeiro Grammy de reggae, que foi para Mykal Rose e ele não faz é cobrar as taxas exorbitantes que Myrie cobra, e ele foi o primeiro. Talvez Banton esteja recuperando o dinheiro que perdeu na prisão, ou o dinheiro que ganharia vendendo coca se nunca tivesse sido pego.


Barrington Levy, ele vai ganhar dinheiro também?

Com as partes de todos claras e definidas, o veterano Barrington Levy não foi designado para um verdadeiro papel de cantor, em vez disso, seu som característico foi relegado a um sample do lançamento de Levy em 1985, "Under Mi Sensi", fornecendo a base para os outros robustos jamaicanos abençoarem a pista.

Ao gravar esta música no dubplate, você terá que pagar a Levy por sua contribuição, não importa quão pequena seja, e você terá que pagar a ele seu dinheiro real em relação ao resto dos artistas, não sua contribuição com um mero participante. Pagar Buju, Capleton e Bounty Killer e usar um sample de Barrington Levy é equivalente a colocar caviar de beluga em um big mac - é um desperdício.

Eu entendo que muitos sons irão tomar o atalho para possuir esta música, assim como o que encontramos com Stephen Marley apresentando Sizzla e Capleton “Rock Stone” com muitos sons optando por apenas cortar os versos de Sizzla e Capleton omitindo Stephen Marley de sua própria faixa escolhendo usar o sample pré-gravado devido ao alto preço e a pouquíssima contribuição de Marley, e funciona até ouvir a versão com Stephen Marley chamando o nome dos sounds (systems).

Teria sido bom ver a primeira vez este dubplate tocar em uma festa se fosse nos anos 90, mas em 2021 ninguém dá a mínima para pagar um milhão de dólares jamaicanos por este dubplate, que nem mesmo conseguiu se tornar um estouro sonoro (viral) em notoriedade nas redes sociais, ainda.

O 'Eagle Force Sound' disse que Fadda Dus, o dono do 4X4 Exodus, tinha muitos dubplates de Capleton, Bounty Killer e Buju Banton e onde ele está agora



Outro usuário afirma que o primeiro som a gravar uma música dubplate é da América e como isso é verdade, não sabemos, mas sabemos que os americanos lideram agora os gastos com os europeus em segundo lugar, com Kosmik de Nova York detendo o título da maior parte do dinheiro gasto diretamente em cópias com o que parece ser um fluxo interminável de dinheiro, Kosmik gravou, virtualmente, praticamente todos os grandes artistas disponíveis, de Phil Collins a Jimmy Cliff.




sábado, 7 de outubro de 2017

FYASHOP :: QUEIMANDO ESTOQUE - 12X 7INCH'S POR R$ 420,00





Esse mês de outubro, onde completo mais um ano de vida nesse planeta chamado Terra. E separei alguns títulos para criar a promoção de outubro, e já dar um passo para um arrebatadora em novembro. São 12 compactos por R$ 420,00 (em até 6x sem juros). O lote conta com steppers warrior style no estilo dubplate, digikillers, produções nacionais; todos novos.

PARA COMPRAR CLIQUE AQUI

Em média cada compacto sai por R$ 35,00. Valor menor que o envio do exterior se for comprar em qualquer loja na Europa. A indicação, ou sugestão, é aproveitar o preço do lote e comprar junto com amigos (dj´s, seletores, e até mc´s se for começar a fazer seu set de instrumentais em vinil). O número de lotes é limitado, e a promo vai até o final do mês. Aproveite.

Abaixo a lista completa com a playlist para você ouvir as músicas:



Pagamento pode ser realizado no lojinha em até 6x sem juros, via depósito ou transferência bancária. Na retirada aceitamos cartões de débito e crédito.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

ENTRE SELOS, DUBS E VERSÕES

O vinil como produto, não é muito diferente de qualquer outro tipo de produto; tem valor agregado, preço e pode valorizar ou desvalorizar absurdamente com o tempo. E existe uma extensa gama de variáveis que podem deixar ele com um valor agregado mais alto, ou desvalorizar um item de colecionador a partir de um repress ou reissue.


Um dos principais fatores para um título ou edição de vinil se valorizar - além da morte de alguém, é o formato da edição do vinil, e existem alguns que para nós aqui nas terras tupiniquins não são usuais. Nos habituamos com; Álbuns em formato de LP's e o Remix que na maioria das vezes está no mesmo álbum. Singles foram praticamente extintos a partir da década de 70, e deram vazão aos LP's promovidos pelas gravadoras majors (Warner Music, Sony Music, Universal Music, etc). A partir da década de 80, gradativamente as gravadoras de médio porte nacionais foram: sendo extintas, faliram ou foram absorvidas pelas grandes multinacionais. Das poucas que restaram, tentaram copiar a forma de gestão e o mesmo modelo de lançamento de produtos das grandes, que ainda conseguiam vender alguns milhões de cópias de discos naquela época com celebridades.

Nesse caso, vender muito nunca foi sinônimo de qualidade, criatividade ou inovação. Artistas do mainstream americano sempre venderam muito, assim como duplas nacionais de suposta música sertaneja também, mas é fácil achar discos em sempre por alguns poucos reais. E nesse aspecto de desvalorização que um disco por ser 'comum' pode deixar de valer muito no decorrer do tempo Mas isso não quer dizer que ele tenha sido mal produzido ou de má qualidade, simplesmente ele pode ter ficado esquecido como obra, ou ter sido irrelevante para sua época.

Em outro aspecto, edições limitadas e o acesso a produções autorais de maior investimento criativo e de marketing, podem ter um valor agregado alto. E adquirindo a cópia no lançamento, é possível prever hoje em dia que uma edição vai se tornar rara ou ter seu valor agregado maior no decorrer dos anos.

Um dos grandes portais de busca de catálogos de discos é o discogs - e é o portal que usamos para vender os títulos em estoque. E no decorrer do tempo um dos grandes fatores que ajudaram no catálogo foi a padronização dos formatos lançados pelos selos e gravadoras.


No texto "Desmistificando o Vinil Original Press", que serve como matriz para esse artigo, já da para ter uma noção sobre a forma de prensagem, e abaixo tem uma especificação do que um possamos dizer produtor, resolveu fazer com a música dele ou com qualquer outra música. Para os termos abaixo, se pesquisar vai encontrar diversas formas de explicar 'o que é o que', a indicação é de que se busque alguns denominação, além do óbvio Wikipedia. A indicação sempre é buscar alguns livros a respeito, e visitar sites com descrições autorais, de produtores, dj's e colecionadores.

Na imagem ao lado, é exatamente a tabela de quais informações do vinil, devem constar para um título ser cadastrado no discogs;

  • Qty (Quantidade): É a quantidade de mídias contidas em determinado título; LP Duplo é igual a 2 x LP, LP Triplo é igual a 3 x LP, LP Quadruplo é igual a 4 x LP, e assim por diante.
  • Size (Tamanho): É o formato da mídia, habitualmente utilizamos 7", 10" e 12", mas existem variáveis. As aspas após o número representam polegadas (inch's).
  • Speed (Velocidade/RPM): É o numero de rotações por minuto do vinil, sendo habitualmente 33 1/3 RPM, 45 RPM e 78 RPM.
  • Shape: Formato da mídia, mas raramente eu utilizei essa informação em qualquer descrição.
  • Sides (Lados): Duas opções apenas, ou o vinil é 'Single Sided' (único lado) ou ambos. Somente utilize se for Single Sided se houver registro em apenas um dos lados.
  • Description (Descrição): Aqui é um dos campos mais importantes, é relacionado ao formato divulgado do título; LP, EP, Single Compilation, Limited Edition, Mixtape, etc. Nesse campo é bom ter o título em mãos e verificar todas as infos.
  • Channels (Canais): Se trata da masterização do título que pode ser Stereo, Mono, Quadrifônico ou Ambisônico, e o número de canais onde a trilha foi dividida. Habitualmente a masterização é Stereo (dois canais) ou Mono (um canal).
Agora existem outros formatos de lançamento, tanto do formato do Selo (ou etiqueta), que é o principal fator que define a edição daquele título; edição limitada, deluxe, promo, test press, etc... E a famigerada tal da versão produzida; remix, refix, mash up, bootleg, dubplate, e etc...

Mas você pode perguntar; mas não é tudo a mesma coisa?... A resposta é não, não é. Cada seguimento ou denominação no decorrer do tempo tem o propósito de diferenciar o trabalho do produtor, e o formato na finalização do produto.

Abaixo tem uma descrição breve do que cada denominação significa:

Test Press, Blanks e White Labels
São os discos com o selos brancos, lisos em sem nenhum escrito ou denominação; nome da música, artista, banda, selo, produtor, etc. As 'Test Press' normalmente vem com o nome do artista e o número de catálogo - em alguns casos existe um selo do fabricante indicando que é aquele vinil é um 'Test Press'. A quantidade de discos 'Test Press' prensados variam de 5 a 20 unidades, podendo ser aprovados ou descartados (nesse caso é feita uma nova tiragem).

Blanks e White Labels, são parecidos mas não são iguais. Blanks são os títulos lançados por um selo, mas sem a impressão da marca ou título. Um disco Blank pode ser Blank por vários motivos; o selo não quis pagar a impressão, o fabricante errou a prensagem da tiragem, o responsável pela prensa errou ao não colocar o selo correto, enfim. Um Blank não é um disco pirateado ou algo do gênero, é um produto no qual simplesmente a etiqueta não foi impressa, mas o número do catálogo do selo é visualizado na borda no final da trilha (run out).



Agora os White Labels (selos brancos) são uma categoria a parte. Diferente dos Blanks, os discos de selo branco hoje em dia em sua maioria categoriados como 'Unofficial' - lançamentos não autorizados pelo detentor dos direitos autorias da obra e do registro fonográfico.

Diversos DJ's acabam lançando suas músicas nesse formato. Os 'copyrights' não são pagos, e ele acaba ganhando apenas na venda do vinil. Nos anos 90, DJ's de gêneros como Hip Hop, Drum N' Bass, Jungle, House, Techno, Garage e diversos produtores lançaram versões não oficiais de reggae, se aproveitaram do formato dos White Labels. A partir dos anos 2000, DJ's de música eletrônica continuaram se aproveitando dos 'white labels' para colocar o seu trabalho a venda, e com o surgimento do dubstep, os 'white labels' foram talvez os mais utilizados para a comercialização dos 'refixes' produzidos pelos principais produtores do gênero.


Dubplate
Muitos mais novos amantes aficionados do mundo do reggae e das sound systems, tem na sua mente a ideia de quem dubplate é uma 'arma' a ser utilizada para soundmans aniquilarem soundboys, em faixas exclusivas produzidas anteriormente com o advento do cantor, mc, deejay, ou qualquer nome que queira dar, dizer o nome de quem está tocando (seletor, dj, sound system, etc.), dizendo que ele é o melhor do mundo. Mas sinto lhe dizer, dubplates existem antes do reggae e sua aplicação no universo musical é maior que muita a ideia de ser utilizado apenas no reggae.

Um dubplate é um disco de acetato - geralmente no formato de 10 polegadas de diâmetro - usado em estúdios para gravações com a finalidade de realizar um controle de qualidade, e testar antes de prosseguir com o produto final, e depois é realizado a tiragem do vinil com produto para venda. A palavra "dub"  é uma abreviação da palavra "dubbing", que em português tem uma alusão que pode ser dita como "duplicação" ou "duplicar" a versão original de uma faixa. O nome dubplate também se refere a uma música exclusiva, que ficaram famosas por serem utilizadas em sistemas de som de reggae, mas também foram muito utilizadas por produtores e dj's de drum and bass, garage e outros produtores de música eletrônica, dj's de hip hop e donos de sistemas de som.


Estes dubplates, muitas vezes, são gravações inéditas (que podem ou não acabar sendo colocados à disposição do público em geral) ou versões exclusivas ou remixes de gravações existentes. Eles eram frequentemente usados ​​como uma ferramenta de pesquisa de mercado para avaliar as vendas prováveis ​​de uma música, já que (relativamente) eles são muito mais baratos do que produzir uma tiragem de um música em vinil
. No entanto, não muito pouco tempo atrás o material usado (acetato) para 'cortar' o dubplate era mais macio, a ranhura ficava desgastada, pouco a pouco com cada reprodução. Depois de cerca de cinquenta usos a perda na qualidade do som se tornava perceptível. Atualmente já são produzidos em novos materiais, e mais duráveis.


Agora existe uma gama de termos que surgiram no decorrer dos anos, para definir a ideia de quem produziu algo que considera ser novo. O difícil é categorizar e principalmente definir 'o que é o que' num universo tão abrangente quanto é a música. Abaixo estão alguns termos que surgem na compra de um título em vinil, cd ou qualquer mídia, mas não fica muito claro muitas vezes do que se trata:

Repress e Reissue
Eu já escrevi de forma bem detalhada sobre Repress e Reissue no texto já citado "Desmistificando o Vinil Original Press". No link ao lado, você consegue ter as informações sobre o que é (resumidamente a seguir) um Repress: que é um título reprensado de uma mesma matriz. E o que é um Reissue: que é um título relançado a partir de uma nova matriz. Resumidamente e muito resumidamente mesmo é isso. Maiores detalhes  clique no link.


Bootleg, Mashup, Refix, Remix, e Etc.
No texto sobre"A História do Dancehall", eu começo dizendo nas primeiras linhas: "A cada 5 anos alguém, algum produtor ou músico inventa um nome novo (...) e confunde outras com esse novo nome dado a determinado estilo ou música." Essa frase vale também para as denominações a seguir, e reforçando, de tempos em tempos alguém inventa um nome novo para definir algo que já existe. A intenção é de apropriação, mas existe um abismo de diferença entre inventar e inovar, enfim... vou tentar dar alguns exemplos com músicas sobre cada termo. Mas já aviso, algumas coisas por mais que se tente ver diferenças, são extremamente semelhantes. 


Bootleg
O Bootleg existe há décadas e pode ser considerado o "pai que não reconheceu a pirataria como filha". Obviamente Bootlegs são mais legais que cd's piratas - que são feitos a partir do original. Bootlegs - em sua essência, são gravações realizadas com ou sem o conhecimento do artista. E essas gravações eram lançadas sem o devido pagamento do copyright e royalties (que são direitos autorais), e como dito sem o conhecimento do artista muitas vezes. Esses Bootlegs poderiam ser shows ao vivo ou gravações realizadas em um estúdio, e alguém resolveu lançar como um título não autorizado, isso alguma décadas atrás. Hoje pode se dizer que o Bootleg está mais próximo do que pode ser definido como remix. Em muitos casos o termo Bootleg foi substituído por 'Unofficial', já que muitas gravadoras e selos 'legalizaram' o negócio de bootlegs... mas eles continuam existindo.


MashUp
Tem um pouco de Bootleg, mas nem todo MashUp é Bootleg. O intuito de um MashUp é juntar duas músicas diferentes juntas... simples assim. Mas ainda é diferente de um remix. MashUps habitualmente buscam juntar (ou se preferir mixar) gêneros diferentes. Isso já é feito há tempos e foi exaustivamente lançado por dj's e produtores de hip hop. E acabou por ser usado em outros gêneros também. Um MashUp somente pode ter a descrição de Bootleg se for lançado sem aquela licença básica e pagamento de direitos autorais. Abaixo dois exemplos de MashUps que são Bootlegs:

 Abaixo a música 'Travellin' Man' de Mos Def, que foi mixada junto de 'Underground' de Lee Perry. Isso é um MashUp porque oficialmente nenhum dos dois gravaram juntos em nenhum momento na história. 'Underground' foi gravada no Black Ark por Lee Perry em 1976 e lançada no LP clássico 'Super Ape'. Já 'Travellin' Man' foi gravada por DJ Honda e Mos Def em 1998. A música 'Travellin Underground' está no álbum Mos Dub foi produzido por Max Tanone em 2010.
 
E agora está uma fase oposta, onde o vocal é mais antigo que o instrumental. O DJ Sheepdog é conhecido pela festa Nice Up! que acabou por se tornar um selo, e lançou pelos meados dos anos 2000 diversos MashUp's, em sua maioria variando entre o hip hop e o dancehall juntos. A música 'Jah Wish', é um MashUp entre um clássico de 1996, com a música 'I Wish' do rapper Skee-Lo, que fez muito sucesso em coletâneas por aqui, e pela banda obscura por assim dizer 'Black Grass' com a música 'Oh Jah' com voz do Jah Marnya lançada em 2006. Abaixo as originais, e por último como ficou o MashUp lançado pelo selo Nice Up!



Refix
Dizem que um Refix é a junção de duas músicas de estilos diferentes, mas ai você pode me perguntar; Mas Ras isso não seria um MashUp?... A resposta é não, um Refix quer dizer que a música utiliza um elemento pré gravado e o outro é produzido a partir do zero, um exemplo de 'Refixes' são as produções de dubstep, que em diversos momentos utilizam essa fórmula. A principal diferença entre um remix e um refix, é a que a música é a mesma, mas o gênero é diferente, existem as similaridades, mas a construção da música e os padrões são diferentes.

Abaixo o exemplo da música 'Wickedness' de Brother Culture e Mungos Hi Fi, e a versão original e a Refix. 


Remix
Em sua maioria um versão diferente de uma música, no mesmo gênero original, ou num gênero diferente. O termo 'Remix' vem de fazer uma nova mixagem na música. Eu penso ser controverso quando alguém insere algo do tipo 'trip hop remix', 'hip hop remix', ou qualquer coisa do tipo, em casos assim eu penso ser uma nova canção, ou pode estar mais próximo do que é considerado um 'Refix'. Um dos casos mais fáceis de saber - e visualizar, o que é um Remix, talvez seja, o álbum 'Catch a Fire' do Wailers, que depois de remixado o grupo se tornou Bob Marley & The Wailers.  Pois bem, hoje é possível ouvir a versão do álbum remasterizado gravado na Jamaica, e o álbum póstumo lançado pela Island de Chris Blackwell ou 'Whitewell' carinhosamente chamado por Peter Tosh.

A grande diferença entre os dois álbuns é o minimalismo das gravações realizadas na Jamaica. A quantidade de arranjos e instrumentos é muito menor, a vocalização é mais clara e o álbum fica mais óbvio. A versão da Island é recheada de overdubs, com mais solos de guitarras e órgãos. Ambas as versões são extremamente interessantes, mas eu sempre acabo preferindo a versão jamaicana.    
Por último, mas não menos importante, as versões e os dubs no Lado B dos discos, ou na sequência da faixa título. Nem toda versão de um reggae é um dub, e nem todo dub provém de uma faixa principal com vocal. Alguns músicas já são produzidas com o intuito de ser um dub, o conceito do gênero desde o inicio já estava na concepção da ideia do produtor. E por outro lado, nem toda versão é um dub, em muitos casos são extensões instrumentais.


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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

"EXPLODIU COMPLETAMENTE" :: A CULTURA DO SISTEMA DE SOM EM 2016





Norman Jay MBE, The Heatwave, Mungo’s Hi-Fi, dBridge e Riz La Teef nos dão uma visão sobre o que a Cultura do Sistema de Som significa hoje.

Mais de sessenta anos se passaram desde que surgiram os primeiros DJs, dirigindo um caminhão até uma esquina no centro de Kingston com uma toca discos, uma pilha de caixas de som com um gerador. A cultura sistema de som ainda carrega um grave mais pesado do que qualquer outra coisa.
 
Se nas ruas de Notting Hill em Londres, ou nas praias da Croácia no Outlook Festival , a diáspora do sistema de som se estendeu muito além de suas raízes na capital jamaicana, adaptando e influenciando novas formas de música; do hip hop ao jungle, e dubstep que agora reclama um pouco dessa cultura para a sua própria.
 
Agora muito ampliado, o termo "sound system culture" também não está mais casado com o vinil. O vinil e dubplates eram gravados a fim de ganhar confrontos de som, e foram em parte substituídos por formatos digitais mais baratos e mais versáteis. E à luz da recente onda de clubes sendo fechados em Londres, ficou mais difícil de ver bem o que essa cultura irá parecer daqui dez anos.
 
Para descobrir o que está acontecendo, e a partir daqueles que controlam a si mesmos, nos ligamos com cinco cabeças de diferentes origens, todos indo para a Croácia na próxima semana, para questionar as mesmas quatro perguntas sobre o que a cultura dos sistemas de som realmente significa no Reino Unido e além de hoje.



Vinil e Dubplates têm tradicionalmente desempenhado um grande papel na cultura do sistema de som. É algo que ainda ressoa com vocês e o que é importante para manter essa conexão?
 
The Heatwave (Benjamin and Gabriel): Ambos definitivamente ainda ressoam para nós - nós realmente acabamos de mudar todos os nossos velhos discos de vinil para trabalhar no estúdio. Quando começamos o The Heatwave, nós estávamos trabalhando um som estritamente no vinil, e a coleção que construimos durante os primeiros anos é enorme. Sendo cercado por estes discos de plástico preto de sete polegadas e seus selos coloridos distintos, é como ser cercado pela história do dancehall jamaicano. Cada registro conta uma pequena história, e capta um momento no tempo no desenvolvimento da música, e também a arte e design que tem sido uma parte tão grande do dancehall.
 
Nós temos tocado músicas digitais/mp3 desde 2008, mas ainda usamos controladores de vinil e toca discos Technics, que é a primeira coisa em nosso set de equipamentos. Muitos daquelas músicas convertidas em mp3 ou acabamos comprando de novo, mas a grande quantidade de músicas que temos seria impossível de encontrar digitalmente, desse modo sendo capaz de trazer esse material que está fora dos arquivos e dos recursos das rádios, e trazer essa música para as pessoas que de outra forma não ouviriam elas.
Nós gravamos e prensamos muitos dubplates tempos atrás - Henry, um dos membros fundadores do The Heatwave, trabalha num estúdio de masterização gravando e 'cortando' dub(plate)s em Bristol, por isso sempre estivemos bem preparados para isso. Hoje em dia nós não cortamos dubs, mas o processo de tocar dubs - como em; novas músicas, músicas inéditas, ou especiais para o nosso som expressados por grandes artistas - é exatamente o mesmo. Essa é uma das coisas que sempre nos atraíram quanto a mudança para o Serato, sendo capaz de terminar uma música no estúdio e, em seguida, tocar em um clube no mesmo dia. Nós fizemos coisas em trens e aviões, e viagens de carro, e apenas algumas horas antes de tocar em um clube. Então, sim nós ainda tocamos dubs assim, apenas não temos que levá-los fisicamente gravados/cortados.

dBridge: Eu acho que é uma parte importante da história. É um componente na arquitetura e história de muitas cenas. Eu não gosto de ficar muito preso nas guerras de formato, porém, eu não quero que o conteúdo seja perdido à custa de um formato. Não tenho certeza de quem disse mas; "eu toco a música não um meio". Acontece que a música vai soar melhor em vinil...
 
Mungos Hi-Fi: Nós amamos o nosso vinil e todos que colecionam. É o formato final, na medida em que estamos preocupados, é o trabalho de amor que entra em cada peça, e é um testamento para a música. Nós realmente vendemos um monte deles também através da nossa loja on-line scotchbonnet.net, onde nós construímos uma grande seleção ao longo dos anos, bem como a venda de um lote de nossa própria música, incluindo séries limitadas de exclusivas na loja.
 
Norman Jay: Não, isso não acontece. Como a tecnologia eu segui em frente e me mantive atualizado com o tempo. Embora dizendo que, eu ainda tenho um carinho enorme com o vinil e ainda possuo a minha maciça coleção de vinil.
 
Riz La Teef: Ele definitivamente ainda ressoa comigo, e eu ainda 'corto' dubs e só toco vinil. E nada bate tocar acetatos/discos em um sistema de som bem configurado. Eu cresci vendo todas as velhas cabeças do dubstep tocando acetatos do Transition em grandes sistemas, e penso que essa é a maneira de fazer as coisas, então eu só continuo os seus passos essencialmente.




Como você sente a cultura sistema de som ter mudado nos últimos tempos?
 
The Heatwave: A coisa mais óbvia é que você o vê em todos os lugares agora. Que não era o caso há dez anos. Os componentes centrais associados com sistema de som - o arranjo DJ e MC, apresentação e estilos lírico, ênfase no baixo, rebobinar (rewind), dubplates - que ainda era relativamente o nicho. O que agora explodiu completamente - de várias maneiras.
 
Drum 'N Bass, Garage e Grime é a fábrica dessa geração musical e uma parte sólida da cultura popular mainstream. EDM é enorme em todo o mundo, e vem diretamente do dubstep e outras variações do sistema de som. Da mesma forma, em um sentido mais amplo, as explosões de festivais está realmente conectada a cultura dos sistemas de som também. Há milhões e milhões de crianças que são completamente confortáveis ​​e alfabetizadas na linguagem do sistema de som - eles vão para festivais, eles e vêem os seus DJs / MCs favoritos tocando e esperaram por rewinds e batidas pesadas ou remixes chapados. Essa é a cultura sistema de som.
Obviamente, a coisa é - ela veio de um lugar específico, é uma forma de arte que Caribenhos e na Caribenhos-Ingleses desenvolveram. E muitas, muitas pessoas que gostam da cultura sistema de som não sabem disso. Então, ele é cultivado em grande escala, como é frequentemente o caso com música originada por comunidades negras, que muitas vezes fica caiadas de branco e desconectadas de suas raízes e as pessoas que a inventaram.
 
Em um nível mais técnico as coisas realmente se abriram, porém é democratizada. O que é ótimo. O desaparecimento do vinil e o advento de pessoas que joga MP3s/Wavs usando Serato ou CDs queimados, ou agora USBs tem definitivamente mudado as coisas no sentido de que você agora, não tem que investir um monte de tempo e dinheiro, para se tornar um DJ ou um Sound.
 
Muitas das cabeças mais velhas usam isso para reclamar, dizendo que "todos podem ser um DJ agora", mas em muitos aspectos, isso é uma coisa boa. A posição de ninguém é mais protegida, apenas por ter estado no jogo, ou ter mais dinheiro para investir em discos. Se qualquer um pode baixar um arquivo zipado das "1000 Maiores Músicas Bashment" ou o que quer que seja, então ele força todos os outros DJs se elevarem no jogo.
 
Cada vez que tocar fora, temos de provar que o que faz o The Heatwave ser chapado, não é são as músicas que temos, mas como nós tocamos, como vamos construir um seleção, como nós apresentamos, a nossa forma de se conectar com o público no microfone, quando deixamos de lado certas músicas, a nossa forma de mixar, o que temos para fazer com o público. Estas coisas são apenas uma parte grande da cultura sistema de som, de escolher e procurar, ou a construir a sua coleção de discos, se não maior.



dBridge: Eu acho que precisa adaptar às mudanças na tecnologia, mais do que qualquer coisa, e as maneiras novas e interessantes que as pessoas estão mostrando seu som. Em alguns sentidos tornou-se mais fácil configurar e se chamar de sistema de som, e como resultado alguns sounds tornaram-se preguiçosos na sua abordagem. Tem havido uma falta de compreensão, especialmente quando se trata da montagem para o uso de vinil. Não é apenas um caso de colocar alguns toca discos sobre uma mesa e plugar os dois. Especialmente as Technics, que os braços (dos toca discos) acabam indo para trás facilmente.
 
Mungos Hi Fi: Parece que as raízes estão realmente crescendo. Podemos ver localmente na Escócia, com um monte de novos sounds chegando e acontecendo eventos regulares, mesmo em cidades menores. E vemos quando viajamos para longe,  como Peru e Índia, que mais e mais pessoas estão recuperando a vibração e criando a sua própria. Algumas pessoas enxergam isso como algum tipo de apropriação de uma cultura, mas vemos mais como uma continuação do mesmo.
 
Norman Jay: Mudou radicalmente, mas a partir de onde estou parece que ele está fazendo um retorno, com muito poucos sistemas de som jovens emergindo na cena.
 
Riz La Teef: Obviamente, os sistemas de som tornaram-se mais avançados com a tecnologia melhorando ao longo dos últimos 10 anos. Acho que agora há menos sistemas de som, do que havia há 10 anos, embora eu possa estar errado. Eu acho que a cultura do sistema de som tornou-se um nicho menor devido à internet, e etc... e gora mais e mais pessoas estão apreciando o benefício de um sistema de som chapado, o que é ótimo.



Ter regulamentos mais rigorosos em torno do volume e clubes fechando em grandes cidades teve algum efeito?
 
The Heatwave: Os únicos regulamentos de volume que já caimos em desgraça realmente, foi quando alguns bairros se queixaram sobre as sirenes e efeitos que tocamos. Os sistemas de som que tocamos nos parecem ser tão altos e com os graves pesados como sempre. O fechamento de clubes são definitivamente é muito sentida, porém especialmente em Londres pelo que parece. Há muitos lugares onde nós tivemos noites chapadas no passado, e você vê agora, e eles são apartamentos, ou lojas ou estacionamentos.
As coisas são muito mais rigorosas agora - e clubes estão fechando as portas da esquerda à direita, e pelo centro. As pessoas vão para cima de um clube e reclamam do barulho. Mesmo que a 'vibração' criada no clube seja a razão pela qual eles se mudaram para lá. Festivais são a principal na maneira das pessoas experimentarem a música - mas é mais difícil de cultivar jovens artistas em festivais, e também é mais difícil para os promotores mais pequenos, que são apaixonadas pelo sound ganhar dinheiro.
 
dBridge: Como DJ, sim. Eu tive muito poucos casos da fiscalização voltar com seus equipamentos de medição sangrentos e forçando eventos baixar o volume. A batida sendo feita, eu ficando tenso, a multidão fica irritada, e eles apenas arruinam a vibração.
 
Mungos Hi Fi: Sim. cultura Sound System ainda luta para ser aceita entre as populações de alvarás e licenças, o que significa que há poucos lugares para 'escapar' com a possibilidade de fazer as sessões livremente. Então novamente, por ter de ser inventivo e buscar novos lugares, e maneiras de fazer as coisas que mantém as coisas atuais, é uma prova do comprometimento de todos os envolvidos - particularmente os que apoiam fielmente.
 
Norman Jay: Não, não realmente, porque eu sempre tive que cumprir as normas de saúde e segurança em vigor, desde que me lembro. Mas, a fiscalização está impactando sobre os sistemas de som mais tradicionais.
 
Riz La Teef: Definitivamente, quero dizer que eu vivo em Londres, e perdemos alguns clubes muito decentes nos últimos anos, devido aos regulamentos da fiscalização, promotores imobiliários, etc. Mas ainda existem alguns bons espaços, com bons sistemas de som, por isso nem tudo são más notícias. Talvez seja a hora de desafiar a 'Justiça Criminal' e a 'Ordem Ato Público', a fim de tentar obter um movimento livre partidário, que vai novamente com regulamentos rigorosos nas grandes cidades, mas isso poderia ser um desejo ilusório.



Onde você enxerga a cultura do sistema de som daqui 10 anos? Que tipo de futuro ela tem?
 
O Heatwave: É tão difícil dizer como as coisas estão se movendo. Isto tem que evoluir para algo em torno de festas/raves, interação online e streaming/download de música. Mas não tenho certeza como vai parecer - talvez alguma versão musical estranha de Pokemon Go?
 
dBridge: Eu acho que sempre estará por perto, talvez mais agora do que nunca. Os clubes estão fechando, mas as pessoas precisam de um lugar para se divertir, e eles vão encontrar uma maneira. A natureza móvel dos sistemas de som significa wur isto pode ser feito facilmente. Ainda de acordo com um estudo dos United States Library of Congress, o vinil vai durar cerca de 100 anos. Assim como um formato que sucedeu até agora sobre todos que vieram. CDs, arquivos digitais e discos rígidos.
 
Mungos Hi Fi: a cultura sistema de som em 10 anos, sem dúvida, será maior e mais avançada do que é agora. Então, muitas pessoas falam conosco sobre como fazer suas próprias plataformas, enquanto outros entram para tocar em festas regulares e constroem uma cena - isso é uma coisa real, não é sobre o hype, e é uma base sólida e global.
 
Norman Jay: Eles vão todos eventualmente estar online e digital, toda uma invenção da nossa imaginação!
 
Riz La Teef: Eu acho que eles vão continuar a prosperar, como as pessoas sempre vão querer ouvir impulsionando graves na música underground, tocando através de sistemas de peso. Quero dizer sistemas de som foram acontecendo desde os anos 60 e eles ainda estão acontecendo hoje, então eu acho que o futuro é brilhante!

Artigo originalmente publicado @ http://www.thevinylfactory.com/vinyl-factory-releases/sound-system-culture-in-2016/


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quarta-feira, 27 de abril de 2016

INDICADUBS MEETS UPRISING SOUNDS - MILITANT DUB [EM BREVE @ FYASHOP]



Novo instrumental produzido por IndicaDubs e Uprising Sounds batizado de "Militant Dub." Massivamente tocado como dubplate por King Shiloh, OBF, King Earthaquake, Iration Steppas e diversos sounds pela Europa.


O vinil deve chegar no fyashop em meados de maio, e você pode reservar a sua cópia entrando em contato pelo e mail fyadub@yahoo.com.br

Assista King Earthquake tocando "Militant Dub" como o último tune: https://youtu.be/YUIkCSLSfe8


Confira no fyashop os últimos lançamentos do IndicaDubs.





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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

DUBPLATES @ FYASHOP

Nessa segunda fase do FYASHOP o maior intuito será promover e incentivar o trabalho dos músicos, dj's e artistas daqui do nosso país. Verdade seja dita, precisamos inovar - e isso não quer dizer reinventar a roda, mas sim em determinados aspectos da cultura no intuito de profissionalizar e melhorar o que já temos aqui no Brasil, e com absoluta certeza podemos dizer que temos ótimos trabalhos sendo produzidos e promovidos. 

Nesse post seguem alguns dos mc's que estamos divulgando no FYASHOP e posteriormente mais nomes serão agregados. A disponibilidade é tanto para a gravação de dubplates exclusivos como para contato de shows e eventos, nesse caso você pode entrar em contato conosco pela página Booking, por e mail: fyadub@yahoo.com.br ou telefone (11) 99984.4213. 

O valor de cada dubplate são R$ 370,00 parcelados em até 12x e R$ 350,00 no pagamento via transferencia ou depósito bancário. Esse valor inclui;

Envio do bounce em .wav

1) Versão Acapela

2) Versão Voz + Riddim

Demais informações são enviadas por e mail, dúvidas ou compra entre em contato conosco. Bookings & Dubplates: Mobile +55 11 9984.4213 | e mail fyadub@yahoo.com.br



DUBPLATE FUNK BUIA



DUBPLATE ZULUSOULJAH



DUBPLATE SIMBA AMLAK



DUBPLATE SOMBRA [SNJ]


DUBPLATE MONKEY JHAYAM


DUBPLATE JUNIOR DREAD


  MIXTAPE MATILHA VOL. 1 [2010] by Fyadub Sounds

  Mixtape gravada e produzida para o Centro Cultural Matilha em 2010 com alguns dos principais músicos e produtores
  de reggae e hip hop de São  Paulo no formato dubplate.

  Download Contínuo - clique aqui
  Download Faixas Separadas - clique aqui

  One Love ya!!!!

  Todos os Direitos Reservados.




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